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sábado, 14 de setembro de 2019

Política: Antecipação da campanha de 2022 desata guerra interna na oposição e no próprio PT

Da Redação do Viomundo - Enquanto o presidente Jair Bolsonaro põe em campo seu plano para formar um governo puro sangue de milicos, meganhas e milicianos, com apoio de Donald Trump, a esquerda embarcou numa guerra fratricida e antecipada pelo poder em...2022.
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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Política: Senado pede ao STF anulação de busca em apartamento funcional de Gleisi Hoffmann


André Richter - Repórter da Agência Brasil - "O Senado Federal recorreu hoje (23) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para anular os mandados de busca e apreensão cumpridos no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante Operação Custo Brasil.



O questionamento foi motivado pela prisão do ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, marido da senadora. Pela manhã, Bernardo foi preso no apartamento funcional da parlamentar, em Brasília.

Na petição, a advocacia do Senado sustentou que o juízo da 6ª Vara Federal de São Paulo,

responsável pela operação, não poderia ter determinado o cumprimento dos mandados na residência funcional da senadora, por se tratar de uma extensão das dependências do Senado, cuja atribuição seria da Corte Suprema. Para a Casa, Gleisi foi vítima de uma atuação ilegal.

Violação

“Demonstra-se que houve grave imprudência – senão dolo – na decisão impugnada, que, com plena ciência acerca das repercussões da busca e apreensão para pessoa sujeita ao foro por prerrogativa de função perante o Supremo Tribunal Federal, ainda assim determinou essa diligência – em imóvel dos próprios do Senado Federal, sujeito, portanto, à imunidade de sede constitucional –, em clara violação à regra de competência constitucional do STF”, argumentou o Senado.

Na decisão sobre a busca e apreensão de documentos e a prisão, o juiz Paulo Bueno de Azevedo determinou aos agentes da Polícia Federal que, em função do foro privilegiado, eventuais provas encontradas contra a senadora sejam encaminhadas ao Supremo. No despacho, o magistrado também ressaltou que Gleisi não é investigada e, portanto, a busca no apartamento funcional não é óbice às investigações da primeira instância.

As suspeitas envolvendo Paulo Bernardo surgiram na Operação Lava Jato e foram remetidas ao Supremo. Em setembro do ano passado, a Corte enviou a investigação para a Justiça de São Paulo, por entender que os fatos não fazem parte apuração da Lava Jato.

Operação Custo Brasil

De acordo com a investigação, o ex-ministro Paulo Bernardo recebia recursos de um esquema de fraudes no contrato para gestão de empréstimos consignados no Ministério do Planejamento. Os serviços da Consist Software, contratada para gerir o crédito consignado de servidores públicos federais, eram custeados por uma cobrança de cerca de R$ 1 de cada um dos funcionários públicos que solicitavam o empréstimo. Desse montante, 70% eram desviados para empresas de fachada até chegar aos destinatários, entre eles o ex-ministro.

Em nota, advogados do ex-ministro informaram que o "Ministério do Planejamento se limitou a fazer um acordo de cooperação técnica com associações de entidades bancárias, notadamente a ABBC e SINAPP, não havendo qualquer tipo de contrato público, tampouco dispêndios por parte do órgão público federal. Ainda assim, dentro do Ministério do Planejamento, a responsabilidade pelo acordo de cooperação técnica era da Secretaria de Recursos Humanos e, por não envolver gastos, a questão sequer passou pelo aval do ministro."

Em nota, o PT, que também foi alvo de busca em sua sede nacional em São Paulo, classificou a operação como “desnecessária e midiática”. “O PT, que nada tem a esconder, sempre esteve e está à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos”, declarou o partido."

Edição: Armando Cardoso
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domingo, 8 de maio de 2016

Lava Jato: Janot denuncia Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo ao Supremo

Da Agência Brasil - "O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF), em um dos inquéritos da Operação Lava Jato, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o marido dela, o ex-ministro das Comunicações Paulo Bernardo, e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues, que seria ligado ao casal.

Gleisi Hoffmann-Paulo Bernardo-03
Eles são acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por suposto recebimento de R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi ao Senado em 2010. De acordo com depoimento de delatores, o valor é oriundo de desvios de contratos da Petrobras.

A senadora e o ex-ministro foram citados nas delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Um novo delator, Antônio Carlos Pieruccini, afirmou que o dinheiro foi transportado, em espécie, de São Paulo para Curitiba, em quatro viagens e que teria sido entregue a Ernesto Kugler.

Se o STF decidir receber a denúncia, Gleisi e Paulo Bernardo vão virar réus na ação penal.

O advogado Rodrigo Mudrovitsch, que representa a senadora e o ex-ministro, disse que vai esperar a intimação pelo ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no STF, para apresentar a defesa. “A denúncia causou surpresa e indignação. É uma denúncia frágil e merece ser derrubada pelo Supremo”, disse à Agência Brasil.

Em nota, os advogados de Gleisi informaram que “todas as provas que constam no inquérito comprovam que não houve solicitação, entrega ou recebimento de nenhum valor por parte da senadora. A denúncia sequer aponta qualquer ato concreto cometido. Baseia-se apenas em especulações que não são compatíveis com o que se espera de uma acusação penal”.

“Ao apagar das luzes, depois de um ano e meio da abertura do inquérito, uma terceira pessoa [Antônio Carlos Pieruccini] aparece disposta a dizer que teria realizado a suposta entrega de valores, numa nova versão que foge de qualquer raciocínio lógico. Vale lembrar que esta pessoa é amigo/sócio/ funcionário de Alberto Youssef, o que comprova ainda mais a fragilidade das provas e se vale do mesmo advogado de Alberto Youssef para fazer sua delação”, informa a nota."
 
Edição: Lílian Beraldo
 
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sexta-feira, 7 de março de 2014

Gleisi Hoffmann vira "soldado do governo" no senado [vídeo]

Há um mês, Gleisi Hoffmann deixou o ministério da Casa Civil para concorrer ao governo do Estado do Paraná reassumindo sua cadeira no senado. Desde então, vem incorporando o papel de principal defensora do governo de Dilma Rousseff no Congresso Nacional. Ao ponto de ser chamada "soldado do planalto" pelos congressistas da oposição.
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quarta-feira, 28 de março de 2012

Salário dos políticos: 1º passo para o fim de mordomias

A opinião pública em geral condena as regalias usufruidas pelo político brasileiro, que não condizem com a realidade do país. Enquanto de um lado há a penúria do trabalhador de salário mínimo e dos aposentados, condenados a viverem seus últimos dias com muito sacrifício, de outro temos a disparidade dos exorbitantes salários e benefícios pagos aos deputados e senadores. Felizmente, notícias oriundas do congresso nos dão conta de que foi dado o 1º passo no sentido de acabar com o 14º e o 15º salários dos parlamentares.
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terça-feira, 28 de junho de 2011

Não mexam com o jeito meigo de Gleisi

Sem dúvida, a grande mídia teve enorme contribuição no escândalo político em que se envolveu o ex-ministro Antonio Palocci, acusado de enriquecimento ilícito. O resultado, todos conhecem, foi convidado a deixar o governo. Fato é que, Palocci tentou se explicar publicamente seu procedimento, mas não convenceu. O caso ficou em banho-maria. Talvez o caso chegue ao STF. O alvo agora, é a atual ministra-chefe da casa civil, Gleisi Hoffmann, que há alguns dias foi citada pela revista Veja, como sendo proprietária de um apartamento de "padrão palocciano". A ministra emitiu uma nota oficial em resposta ao que foi publicado.
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Governo Federal - sai Antonio Palocci entra Gleisi Hoffmann

Foram mais de três semanas de crise no governo de Dilma Rousseff. O ministro chefe da Casa civil, Antônio Palocci, sob acusação de enriquecimento ilícito e tráfico de influência, não resistiu a pressão vinda dos  oposicionistas, da base aliada, e da opinião pública. Finalmente resolveu deixar o cargo. Para ocupar a vaga, a presidente, em decisão pessoal, nomeia a senadora Gleisi Hooffmann (PT-PR). Apesar da surpresa, a indicação foi bem recebida no Congresso Nacional.
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