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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Torneira aberta na Câmara: afinal quem recebeu quanto do governo Temer?

Agência Lupa - A Câmara do Deputados rejeitou nesta quarta-feira (2) a possibilidade de o presidente Michel Temer ser processado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção passiva. Um total de 263 parlamentares votaram a favor do relatório do deputado Paulo Abi-Ackel (SSDB-SP), que recomendava o fim da investigação, enquanto 227 deputados votaram contra o relatório, ou seja, para que a denúncia continuasse sendo apurada. Foram registradas duas abstenções e 19 ausências. Dois parlamentares, inclusive o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não votaram.


Leia a matéria na íntegra na site da Agência Lupa: http://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2017/08/02/denuncia-temer/


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sábado, 5 de agosto de 2017

Manter "aquilo" - charge do Amarildo

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

'Lembrancinha na saída' - charge do Mor

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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Janio de Freitas: 'A maior ameaça ao presente e ao futuro do Brasil está em Brasília'

"Considerando-se o que se passa na Presidência, na Câmara e na maioria dos partidos, também não parece bem afinada a conclusão do general de que "o crime organizado é a maior ameaça à sociedade brasileira", referindo-se à criminalidade urbana. (...) A maior ameça ao presente e ao futuro do Brasil está em Brasília, tem palácios, torres, cúpulas - e muito roubo", escreve Janio de Freitas, sobre o sucesso de Michel Temer em conseguir barrar, em votação na Câmara, o andamento da denúncia da PGR por corrupção passiva.


247 - O jornalista Janio de Freitas, em sua coluna nesta quinta, criticou a vitória de Michel Temer ontem na Câmara. 

"Nada mais do que um dia comum. No país todo. O dia, no entanto, em que um portador das condições simultâneas de presidente e de acusado de corrupção deveria saber a resposta da Câmara dos Deputados que, tão perto da unanimidade, deseja vê-lo excluído do poder. W, por consequência, entregue às investigações da polícia e ao arbítrio da Justiça. Um dia comum só possível onde o povo, ainda que sabendo o que quer, desiste do país.

(...)

Considerando-se o que se passa na Presidência, na Câmara e na maioria dos partidos, também nada parece be afinada a conclusão do general de que "o crime organizada é a maior ameaça à sociedade brasileria", referendo-se à criminalidade urbana. 

A recessão que corrói o Brasil não provém das favelas, estas concentrações de vítimas do desemprego, da ausência de sensino, da desgraça da saúde, da pobreza e dos preconceitos. E, sobretudo da passividade indiferente dos 10% de alta riqueza e da maioria da classe média, apoiadores do acusado Miche Temer. A maior ameaça ao presente e ao futuro do Brasil está em Brasília, tem palácios, torres, cúpulas - e muto roubo". 

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Câmara dos deputados: sessão que irá votar denúncia contra Temer já tem quórum suficiente

A sessão que analisa a admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer, atingiu o quórum mínimo de 342 deputados para votação. Caso não houvesse a presença de dois terços do deputados em plenário, a votação seria adiada. 

Entretanto, o início só se dará depois da votação de dois requerimentos, um da base governista para encerramento das discussões e outro da oposição para adiamento da votação. Todos os 513 deputados serão chamados a votar no microfone, para dizer "sim", "não" ou "abstenção" ao relatório do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que pede que a denúncia não seja admitida e portanto, não seja analisada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). 

Para que a denúncia seja arquivada na Câmara, são necessários 172 votos "sim".

A princípio, os deputados só devem falar "sim", "não" ou "abstenção", mas é possível que alguns estendam suas falas. Por isso, o processo pode se estender até ao começo da noite. Porém, o resultados pode ser definido antes do fim da vitação, caso o placar atinja 172 votos sim ou 342 votos não.

Caso a Câmara derrube o relatório aprovado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) a denúnia será enviada para análise do STF (Supremo Tribunal Federal). Se a Suprema Corte aceitar a denúncia, o peemedebista será afastado do Planalto por um período de até 180 dias, sendo substituído pelo presidente da Câmara, deputado Rodrigo Mais (DEM-RJ). 

As informações são de Mariana Londres, do R7, em Brasília.
Imagem/reprodução/Foto: Adriano Machado/Reuters

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sábado, 22 de julho de 2017

Jantares no Jaburu - charge do Mariano

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quinta-feira, 20 de julho de 2017

'Dallagnol compara Lula com Cunha e Temer no Twitter e toma toco de Nassif'

"O jornalista e blogueiro Luis Nassif deixou o coordenador da Força Tarefa da Lava Jato, Daltan Dallagnol, do seu verdadeiro tamanho num curto debate no Twitter.

O Procurador tentou fazer graça num post comparando o tal triplex no Guarujá, visitado uma única vez ainda em obras pelo ex-presidente, a uma conta trust no exterior, administrada por Eduardo Cunha e com os recursos da qual ele viajou com a família, comprou joias, pagou caríssimas aulas de tênis e usufruiu de estádias nos melhores hotéis do mundo. 
Dallagnol também tentou fazer graça comparando essa única visita ao triplex com as gravações límpidas da conversa entre Joesley e Temer, onde fica claro, no mínimo, que o presidente ilegítimo prevaricou ao não denunciar as armações ilegais do empresário.

O raciocínio de Dallagnol, de tão primário, não resistiu a uma única frase de Nassif, comparando tudo isso ao fato de que os fundos onde o procurador também diz depositar os recursos que recebe em palestras também não estariam em nome dele. 

Como a conversa era sobre patrimônio imobiliário, Nassif ainda poderia ter perguntado sobre os apartamentos do Minha Casa Minha Vida, comprados por Dallagnol para investir. Ou seja, para fazer grana com vantagens de um projeto social que tem por objetivo ajudar os mais pobres. 

Mas nem precisou fazer isso. Porque Dallagnol calou. Não tem estatura para debates, só para dar sermões aos desavisados."


Renato Rovai
VIA

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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Política: 'Temer libera emendas em junho em quantia recorde; Bolsonaro e Aécio são os que mais recebem'


Da Reuters: em meio ao recrudescimento com a crise política a partir da delação de executivos da JBS que o implicaram diretamente, o presidente Michel Temer ampliou fortemente a liberação de recursos de emendas parlamentares um junho.

Enquanto nos primeiros cinco meses do ano o governo havia liberado 959 milhões de reais em emendas e restos a pagar para deputados e senadores, somente no mês de junho esse valor foi de 4,2 bilhões de reais, elevando o acumulado no ano a cerca de 5,2 bilhões de reais, conforme levantamento feito pela Reuters no sistema de gastos orçamentários do governo federal, o Siafi.

Esses recursos desembolsados contemplam o pagamento de emendas ao Orçamento de 2017 e de restos a pagar, que são recursos empenhados em anos anteriores, mas só liberados agora.

A título de comparação, no dia 9 de maio — poucos dias antes da divulgação da delação que implicou Temer feita por executivos da JBS– a liberação acumulada no ano era de apenas 531,5 milhões de reais.

A liberação de emendas é um dos mecanismos mais tradicionais que os governos lançam mão para garantir a fidelidade da base aliada. Denunciado por corrupção passiva pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Temer precisa garantir que o apoio à autorização para o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar se recebe a acusação criminal contra ele não chegue aos 342 votos necessários.

O Palácio do Planalto quer ver rejeitada a autorização do STF para apreciar a denúncia oferecida por Janot em no máximo duas semanas, para não correr o risco de que novos fatos possam vir a desfavorecê-lo. Nesta terça-feira, por exemplo, Temer tem previsão de audiências pessoais no Planalto com duas dúzias de deputados entre 8h e 21h30.

O presidente disse em entrevista a uma rádio na segunda-feira estar “animadíssimo” e ter certeza “quase absoluta” de que a Câmara vai recusar o aval para o STF julgá-lo.

A base de dados usada pela Reuters é do Siga Brasil, ferramenta desenvolvida pelo Senado que dá acesso aos dados do Siafi.

Praticamente três quartos da verba é destinada para obras e ações indicadas por parlamentares para a área de saúde, que já recebeu 3,9 bilhões de reais nos seis primeiros meses do ano. Esse direcionamento se explica porque, desde 2005, o Congresso aprovou uma emenda constitucional que torna obrigatórios os repasses para esse setor, não podendo, dessa forma, o Executivo contingenciar os recursos para esse tipo de ação.

CAMPEÕES

A lista dos parlamentares mais bem agraciados com recursos chama atenção pelo fato de que, entre os deputados, o campeão de emendas é Jair Bolsonaro (PSC-RJ), com 18,5 milhões de reais no primeiro semestre do ano e, entre os senadores, Aécio Neves (PSDB-MG), com 18,4 milhões de reais no período.

Bolsonaro é o pré-candidato a presidente que mais cresceu em pesquisas de intenção de voto em meio à crise que abate as principais lideranças brasileiras. Aécio, ex-presidenciável em 2014 e hoje um dos principais defensores da permanência do PSDB na base de Temer, estava afastado do mandato desde o dia 18 de maio até a sexta-feira passada por ordem do STF.

O terceiro lugar em pagamento de emendas com 17,7 milhões de reais é o senador Cristovam Buarque (DF), do PPS, partido que chegou a pedir a renúncia do presidente e ensaiar um abandono da base após as delações da JBS, mas posteriormente recuou e permanece aliado ao governo com o objetivo de aprovar as reformas.

Do total de recursos distribuídos até o momento, 4,4 bilhões de reais foram destinados a deputados e apenas 789 milhões de reais para senadores.

A título de ilustração, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que poderá substituir Temer em caso de afastamento dele no comando do país se a denúncia for recebida, foi o 26º da lista, com 14,1 milhões de reais pagos em emendas.

Já o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), que comanda o colegiado que vai dar parecer sobre se concorda ou não em autorizar o STF a julgar a acusação contra o presidente, é apenas o 343º lugar da lista, com 7,1 milhões de reais.

A assessoria de imprensa de Bolsonaro informou que não se surpreende com o resultado de o deputado ser o campeão em liberação de emendas. Disse que é fruto do trabalho e que, após apresentação das emendas, não pressiona o governo pelo pagamento dos recursos, deixando essa tarefa a cargo das instituições beneficiárias.


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domingo, 2 de julho de 2017

Parando o país - charge do Gilson

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sábado, 1 de julho de 2017

Próximo encontro - charge do Duke

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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Política: Conheça os cinco protagonistas da crise brasileira


Dom Total - "Com a formalização da denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva, a crise política brasileira entrou em uma nova fase.

O filme de suspense em que mergulhou a política nacional tem cinco protagonistas: Joesley Batista, diretor da JBS, cuja delação abriu o caminho para as investigações contra o presidente; Janot, que afirmou em sua denúncia que o chefe de Estado "enganou" os brasileiros; Temer, que vive o momento mais amargo de sua carreira política; o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, preso e na mira da Justiça; o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, aliado de Temer.


- Joesley Batista, o carrasco de Temer

Ele herdou o apetite comercial do pai, José Batista Sobrinho, cujas iniciais deram nome ao grupo JBS, gigante da carne brasileira. Com uma carreira vertiginosa à frente da empresa, Joesley, de 44 anos, sacudiu o país quando foi divulgada, em meados de maio, a gravação de uma conversa que ele manteve com Temer e na qual o presidente parecia concordar com o pagamento de propina para manter calado o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB/RJ).

As delações premiadas de Batista e outros executivos da JBS atingiram quase 2.000 políticos e permitiram a denúncia formal de Temer por corrupção passiva.

"A corrupção virou a regra do jogo", disse o executivo em entrevista concedida à revista Época em junho, defendendo Temer como o "chefe da organização criminosa mais perigosa do país".

- Rodrigo Janot, o procurador blindado

Em 2013, quando o país enfrentava protestos e descobria a ponta do iceberg da corrupção brasileira institucionalizada, Rodrigo Janot assumiu a Procuradoria-geral da República (PGR).

Em quatro anos, ele emitiu pedidos de prisão contra algumas das personalidades mais conhecidas de Brasília, como o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB/RJ) e o ex-senador do PT Delcídio do Amaral.

Também pediu para investigar os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e não hesitou quando, em maio, ordenou a prisão preventiva do procurador Angelo Goulart Villela por obstrução da Justiça.

"Nestes momentos, o único caminho seguro é seguir o cumprimento irrestrito da Constituição", disse na ocasião.

Janot somou na segunda-feira um novo marco em sua carreira, ao formalizar ante o Supremo Tribunal Federal uma denúncia contra Temer por corrupção passiva. Ele pode denunciá-lo também de obstrução da Justiça.

- Michel Temer, um salvador ameaçado

Ele chegou ao poder há pouco mais de um ano, quando o Congresso decidiu afastar do cargo a presidente Dilma Rousseff, sua cabeça de chapa, e agora é seu mandato que está por um fio.

Com 76 anos, este veterano estrategista que se fortaleceu nos bastidores do poder em Brasília, tornou-se o primeiro chefe de Estado em exercício a ser formalmente denunciado por corrupção na história do país.

Seu governo está nas cordas desde que, em meados de maio, veio à tona uma comprometedora gravação em que aparentemente ele aprova a compra do silêncio do poderoso ex-presidente da Câmara dos Deputados, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), preso em Curitiba.

Pragmático e com o apoio dos mercados, Temer parecia apostar em uma reforma econômica que, se for bem sucedida, lhe permitiria entrar na posteridade como o presidente que tirou o Brasil da pior recessão de sua história.

Mas as reformas avançam lentamente, a recuperação demora e sua popularidade desaba: a última pesquisa Datafolha a situa em parcos 7%.

Ninguém se atreve a assegurar agora se este advogado conservador, que chegou ao poder prometendo um governo de "salvação nacional", conseguirá salvar a própria pele.

- Rodrigo Rocha Loures, o homem da mala 

"O homem da mala". Assim foi apelidado este ex-deputado e assessor próximo de Temer depois de divulgadas imagens em que aparece carregando uma mala com meio milhão de reais.

Segundo a delação de Batista, o dinheiro era parte de uma propina oferecida ao governo para favorecer os negócios de sua empresa.

Rocha Loures foi designado por Temer para intermediar com os representantes da empresa, segundo se depreende da conversa gravada entre o presidente e Batista, apresentada como evidência no âmbito do acordo com a Justiça assinado pelo empresário.

Preso desde o começo de junho, este colaborador próximo e homem de confiança de Temer reiterou que não negociará uma delação, que poderia ser o tiro de misericórdia em seu governo.

- Rodrigo Maia, um provável substituto 

Ele começou a legislatura como deputado do DEM e pode acabar como presidente do Brasil.

Presidente da Câmara dos Deputados desde julho de 2016, Maia, de 47 anos, também investigado por corrupção, assumirá o poder caso a Câmara dos Deputados valide a denúncia contra Temer.

E muitos o mencionam como possível presidente de transição para concluir o atual mandato, no fim de 2018.

Filho do ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, Rodrigo dedicou metade da vida à política e conhece em detalhes a Câmara que agora tem nas mãos.

Aliado de Temer, manteve reuniões com várias forças políticas desde que a crise começou."

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Ficção e terror - charge do Claudio Mor

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sábado, 24 de junho de 2017

Viagem do presidente interino ao exterior foi uma 'Temeridade' - charge do Aroeira

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Política: Quem faz parte da 'tropa' criminosa e golpista do chefe Michel Temer?

Na entrevista bombástica que Joesley Batista, delator da Operação Lava Jato concedeu à revista Época, o empresário afirmou que o atual presidente (interino) da República, Michel Temer, é o chefe da mais perigosa organização criminosa do Brasil. E apontou quais seriam os principais membros da quadrilha. Saiba que são eles.
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sábado, 17 de junho de 2017

Temer é o chefe de uma organização criminosa, diz Joesley Batista


O empresário Joesley Batista, sócio do frupo J&F, delator da Lava Jato, afirmou em entrevista à revista Época, que " O presidente atual Michel Temer, é o chefe da Organização Criminosa da Câmara." "Temer, Eduardo, Geddel, Henrique [Alves], [Eliseu] Padilha e Moreira [Franco]. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muito perigosa. Não pode brigar com eles", disse o empresário.
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

PSDB e PMDB: opção pela velha política de conchavos

O PMDB sempre foi o partido de maior influência política dentro do Congresso Nacional. O PSDB sempre esteve correndo por fora, almejando ser o protagonista da política brasileira. Entretanto, ambos nunca conseguiram conquistar e consolidar a preferência popular. O PMDB, antes aliado do governo, optou por um golpe político para assumir o poder. E juntos elegeram o PT como grande inimigo político a ser derrotado. Agora, tentam um conchavo pernicioso visando se locupletar do poder sem qualquer legitimidade democrática.

"O Brasil está farto dos políticos tradicionais, não aguenta mais corrupção, o sistema está podre e precisa mudar. Das manchetes à redes sociais, passando por botecos e padarias, esse é o discurso dominante. Precisamos desesperadamente de algo novo. O que se vê na prática, contudo, é que os brasileiros e seus principais partidos continuam apostando no de sempre." 

Esta é a introdução de um importante artigo do jornalista e escritor Tomás Chiaverini, publicado no The Intercept/Brasil onde o autor procura revelar um pacto, que chama de uma "suruba" entre o PMDB de Temer e o PSDB do eminente salvador da representatividade do partido, João Dória, o prefeito de São Paulo. Uma vez que, a figura política do presidente do partido, o senador afastado Aécio Neves, foi destruída por delatores em depoimentos à Polícia Federal. Um fato, que segundo Chiaverini desnuda opção pela velha política de conchavos. 

Na realidade, o fato trás à tona o velho conservadorismo da política brasileira, cujo objetivo sempre foi a manutenção do poder público em benefício somente de alguns grupos seletos. Contrários e prejudiciais ao progresso da nação como um todo, e ao bem estar geral da grande maioria dos brasileiros. Haja vista as reformas da Previdência e Trabalhista, que atingem as camadas mais carentes da sociedade.

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Pra debaixo do tapete - charge do Amarildo

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domingo, 11 de junho de 2017

4 x 3 - charge do Amarildo

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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Quiz da PF - charge do Genildo

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