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terça-feira, 22 de julho de 2025

EUA poderiam bloquear GPS no Brasil? Entenda como funciona sistema de geolocalização

Reportagem de Rute Pina, da BBC News Brasil: A escalada de tensões entre Brasil e Estados Unidos subiu mais um degrau com o anúncio de sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, pelo Departamento de Estado americano. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou a revogação do visto do ministro do STF para entrar nos Estados Unidos citando "caça às bruxas" contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

www.seuguara.com.br/GPS/bloqueio/EUA/Brasil/

Segundo a Folha de S.Paulo, bolsonaristas disseram ter sido informados por membros do Departamento de Estado dos EUA que a revogação de vistos de Moraes e outros integrantes da Corte seria "apenas o começo".

Entre as novas sanções cogitadas, disseram aliados do ex-presidente ao jornal, estariam aumentar as tarifas de importação de produtos brasileiros de 50% p\ara 100%, adotar punições em conjunto com a aliança militar Otan e até mesmo o bloqueio do uso de satélites e GPS.


Como é e como funciona o GPS?


O sistema de Posicionamento Global, mais conhecido pela sigla em inglês GPS (Global Positioning System) oferece com rapidez e precisão a localização de um ponto na superfície terrestre.

Ele é utilizado em celulares, carros, aeronaves, embarcações e sistemas de monitoramento, como tornozeleiras eletrônicas, e é essencial para áreas como navegação, cartografia e monitoramento ambiental.


Criado pelo Departamento de Defesa dos EUA no final do século 20, o sistema foi desenvolvido originalmente com fins militares, como o direcionamento de mísseis, localização de tropas e execução de manobras táticas. 

A corrida espacial impulsionou a sua criação. Em 1957, a então União Soviética lançou o Sputnik, primeiro satélite artificial da história. Já o Primeiro satélite operacional do GPS foi lançado em 1978, e o sistema atingiu sua configuração plena em 1995, quando tinha 24 satélites em funcionamento. 

Nos anos 1990, a tecnologia passou a ser amplamente aplicada para usos civis, que vão do controle do tráfego aéreo a aplicativos de informações para rotas em celulares.


Atualmente, o sistema conta geralmente com 31 satélites em operação, que estão distribuídos em seis planos orbitais ao redor da Terra, de forma quer, em qualquer ponto do planeta, pelo menos quatro deles estejam sempre visíveis a um receptor GPS. Esse é o número mínimo necessário para o sistema funcionar corretamente.

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Cada satélite transmite continuamente um sinal de rádio com informações sobre sua posição e o horário exato de emissão, baseado em um relógio atômico.


O receptor, ao captar esse sinal, registra o tempo de chegada da mensagem e o compara com o horário indicado pelo satélite. A diferença de tempo permite calcular a distância entre o receptor e o satélite.

Como a onda de rádio se desloca à velocidade da luz, mesmo variações de frações de segundo representam milhares de quilômetros.


Com os dados de quatro satélites distintos, o receptor consegue triangular sua posição com alta precisão. Se os sinais forem captados somente de um ou dois satélites, a localização estimada seerá menos confiável ou ambígua.

O sistema oferece dois tipos de serviço: o Standard Positioning Service (SPS), disponível a todos os usuários civis do mundo, e o Precise Positioning Service (PPS), de uso restrito às forças armadas norte-americanas e seus aliados. 


É possível bloquear o GPS em um país?


Os sinais transmitidos pelos satélites do GPS são unidirecionais: saem do espaço e alcançam, ao mesmo tempo, receptores em qualquer parte do mundo, explica o engenheiro Eduardo Tude, especialista nas áreas de Redes Ópticas, Sistemas Celulares e Comunicações por Satélite e presidente da Teleco, consultoria em Telecomunicações. 

Por isso, ele afiram ser improvável cortar o sinal do GPS somente para um país ou território, sem afetar regiões vizinhas.

"Esse satélites ficam transmitindo continuamente um sinal para todo mundo. E o dispositivo que temos em Terra, pega o sinal desses satélites e calcula sua posição. É muito difícil bloquear isso para um país porque o sistema transmite para todo mundo, quem quiser pegar aquele sinal", explica.


"É como a TV aberta, eu poderia bloquear o acesso a ela numa casa se ela fosse projetada para ter um código, como a TV por assinatura tem para receber", continua o engenheiro. "Se os EUA resolvessem fazer isso, ele teria que mexer, primeiro, na forma como é transmitido esse sinal. Em termos práticos, seria praticamente inviável fazer isso, ainda mais no curto prazo."

"Não dá para cortar esse sinal sem atingir outros países e mesmo os EUA. Não acredito que eles estejam realmente cogitando isso."

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Poderiam existir maneiras, no entanto, de interferir localmente no funcionamento do GPS. Algumas dessas técnicas já foram usadas em zonas de conflito ou de interesse estratégico. 

A principal é o jamming, um bloqueio de sinal feito com dispositivos que emitem ondas de rádio para neutralizar o sinal original dos satélites.

"O jamning consiste em prejudicar a recepção do sinal do GPS com um transmissor na mesma frequência, mais forte. Para fazer isso para atingir o Brasil, por exemplo, seria necessário estar aqui para criar essa interferência, o que prejudicaria muita gente", diz Tude. "Seria um ato de sabotagem."


Em maio de 2024, a Rússia provocou interrupções em sistemas de navegação por satélite que afetaram milhares de voos civis, segundo especialistas ouvidos pela BBC News.

Naquele ano, um avião da Força Aérea Real britânica que transportava o secretário de Defesa do país chegou a ter seu sinal de GPS bloqueado ao sobrevoar áreas próximas ao território russo.


Na guerra com a Ucrânia, o país tem utilizado sistemas avançados de guerra eletrônica, como o Zhitel and Pole-21, para bloquear sinais de GPS em áreas próximas às áreas de conflito. A tática serve para "cegar" mísseis guiados, neutralizar dorones e dificultar a movimentação de tropas inimigas.

Outra técnica é o spoofing, que consiste em enganar o receptor, substituindo sinais legítimos por falsos, indicando uma localização incorreta.


A engenheira mecânica Luísa Santos, especialista em Indústria e Sistema Aerospaciais pela Universidade de Buenos Aires (UBA), também acredita que a possibilidade de os americanos restringirem ou degradarem o sistema é remota.

"Embora o sinal civil seja fornecido 'gratuitamente' ao mundo (pago indiretamente por impostos), os EUA mantêm a capacidade de negar ou degradar o acesso a dete4minadas regiões. No entanto, particularmente, acredito ser muito difícil devido questões diplomáticas de longo termo que temos com os EUA", afirma.


Alternativas ao GPS


Uma hipotética restrição do GPS afetaria diversos setores civis como transportes, com interrupções na aviação, navegação marítima e logística; telecomunicações e energia, já que as redes precisam do tempo preciso do GPS para sincronização; e até em bancos e finanças - o sistema é usado para fornecer o tempo em transações eletrônicas.

"Em caso de conflito, as forças dos EUA manteriam acesso aos sinais militares criptografados, enquanto civis e possíveis adversários poderiam ser bloqueados. Haveria impacto global, mas existem outras fontes de geoposionamento hoje", afirma Santos.


Como alternativa ao GPS, é possível desenvolver sistemas próprios, como o sistema russo GLONASS, o chinês BeiDou e o Galileo, da União Europeia. Há também sistemas regionais, como indiano NavIC e o QZSS, no Japão.

"Esses sistemas são interoperáveis e, em muitos dispositivos modernos, funcionam em conjunto com o GPS. Há também sistemas de backup terrestres, com o eLoran, Navegação de Longo Alcance Aprimorada, em uso em alguns países, para garantir posicionamento e tempo mesmo sem satélites", explica Santos.


A divulgadora científica Ana Apleiade, mestranda em Astrofísica na Universidade de São Paulo (USP), afirma que, em uma hipotética queda do sistema GPS, seria possível usar outras redes.

"Embora improvável, tecnicamente os Estados Unidos poderiam restringir ou degradar o sinal civil do GPS em determinadas regiões, por motivos militares ou estratégicos", diz.

"Ainda assim, o Brasil e o mundo não ficariam completamente no escuro. Há outros sistemas disponíveis, e a maioria dos celulares, aviões navios e equipamentos modernos já são compatíveis com múltiplas constelações de satélites. Ou seja, o GPS não é o único sistema disponível."

"Mas é um assunto mais delicado do que apertar um botão para desligar", finaliza.

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quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Cientistas alertam para "apocalipse da internet" devido a tempestades solares

Por Bianca Carvalho, em O Essencial: Uma equipe de cientistas da George Mason University, em Virgínia (EUA), vem emitindo alertas sobre o crescente aumento da atividade solar, destacando a possibilidade de uma tempestade solar violenta provocar um "apocalipse da internet". Peter Becker, professor do Departamento de Física e Astronomia da universidade, ressaltou que tempestades solares mais intensas e frequentes são esperadas nos próximos dez anos, alertando para um período crítico entre 2024 e 2028.

www.seuguara.com.br/tempestade solar/calor/internet/apocalipse/

Eles enfatizam que a internet não foi projetada para lidar com tal nível de interferência em em caso de uma tempestade solar intensa, a internet global poderia ficar offline por semanas ou meses.


Com as tempestades solares sendo eventos imprevisíveis e com o ciclo solar atual prevendo uma atividade máxima em 2025, os cientistas alertam para os riscos inerentes a esses fenômenos, ressaltando a necessidade de medidas preventivas e de preparação para possíveis impactos nas infraestruturas tecnológicas e econômicas globais.

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sexta-feira, 11 de junho de 2021

CPI da Covid-19: 'Negacionismo perpetuado pelo governo mata, afirma Natália Pasternak' no Senado federal

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Jornal GGN - O negacionismo do presidente Jair Bolsonaro da pandemia de covid-19 e da ciência por conta de uma agenda política mata, e negacionistas não podem estar em uma posição de poder. A afirmação é da microbiologista Natália Pasternak, em audiência da CPI da Pandemia nesta sexta-feira.
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sexta-feira, 20 de março de 2020

Quanto tempo a pandemia de Coronavírus pode durar?

Reinaldo Zaruvni, no Mega Curioso - O coronavírus continua sendo assunto principal de veículos de comunicação, e a população mundial sente efeitos econômicos, físicos e mentais. Medidas de prevenção são tomadas constantemente, assim como é recomendado o afastamento social devido às previsões alarmantes. Mas quanto tempo essa situação vai durar?
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terça-feira, 4 de junho de 2019

Estudo científico comprova que a solidão nos deixa doentes e pode matar [vídeo]

A solidão pode ter grande impacto sobre a nossa saúde física e mental. De acordo com estudos, pessoas solitárias correm um risco maio de desenvolver hipertensão, câncer e até sofre ataques cardíacos. Nas sociedades modernas, a solidão é considerada um perigo maior que o fumo, o alcoolismo e a obesidade.
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domingo, 13 de novembro de 2016

Maior superlua do século poderá ser observada nesta segunda-feira

Último Segundo - "Nesta segunda-feira (14), será possível observar a maior superlua em quase 70 anos. Neste dia, a lua se encontrará a 48,2 mil quilômetros mais próxima da Terra do que quando esteve recentemente no seu apogeu – que é o ponto mais distante da órbita. O satélite natural do nosso planeta não chegava tão perto assim desde 1948 e não voltará a fazê-lo até 2034.

Superlua
A superlua, contudo, não será no momento do perigeu, que ocorrerá às 9h21 (horário de Brasília). O fenômeno por definição ocorre no momento da lua cheia, que será às 11h54 – nesta hora, o satélite estará a 363.338 km da Terra.

Com exceção do eclipse da superlua de 2015, não houve nem haverá por muito tempo uma lua cheia tão especial, mesmo que curiosamente tenhamos tido três superluas consecutivas em três meses, a anterior ocorreu em 16 de outubro e a última será no dia 14 de dezembro.

Como ocorre

Como em qualquer outra lua cheia, o corpo celeste parece maior e mais brilhante quando aparece no horizonte. E o mesmo ocorre com as superluas. Ainda que elas apareçam 14% maiores e 30% mais luminosas que as luas cheias comuns, são mais surpreendentes quando estão na linha do horizonte e não altas, no céu.

Isso acontece porque a órbita da lua não é um círculo perfeito, então em alguns pontos de sua órbita ela parece estar mais próxima do planeta Terra. “Quando a lua está em seu ponto mais distante isso é conhecido como apogeu e quando está mais perto é chamado de perigeu”, explica o cientista da Nasa Noah Petro.

No perigeu, a lua está cerca de 48 mil quilômetros mais perto da Terra do que no apogeu. Essa proximidade faz com que a lua pareça 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua cheia do apogeu. Por isso, a lua cheia do perigeu ficou conhecida como superlua."

Fonte: Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2016-11-13/superlua-como-observar.html

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domingo, 13 de dezembro de 2015

ONU: conheça os principais pontos do projeto de acordo sobre clima

Representantes de 195 países estiveram presentes à Conferência das Nações Unidas sobre o clima (COP21), neste sábado (12), em Paris, para assinar o primeiro e histórico acordo universal de luta contra as alterações climáticas e o aquecimento global.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

O que é e como se proteger do Zika vírus

Do Science Blogs – Zika vírus e suas complicações – “Em um dos posts mais técnicos que não faço há bastante tempo, vamos dar uma olhada no que é o Zika, tanto a febre quanto o vírus. Para acesso rápido ao tópico, basta clicar na lista abaixo.
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domingo, 10 de agosto de 2014

Superlua acontece neste domingo

Fernanda Dutra* – Portal EBC

- Dois eventos astronômicos disputarão nos próximos dias a atenção daqueles que gostam de observar a movimentação dos astros no céu: a chuva de meteoros Perseídas e a superlua.
Na noite deste domingo (10) a Lua se apresentará até 14% maior e mais brilhante do que o habitual. O fenômeno, conhecido como superlua, ocorre quando a Lua, em sua fase cheia, se encontra no ponto mais próximo da Terra em sua órbita.

De acordo com o professor Antônio Araújo Sobrinho, presidente da Associação Norte-Riograndense de Astronomia (ANRA), a Lua possui uma órbita elíptica pela qual ela gira em torno da Terra, em um ciclo aproximado de 28 dias. “Esse processo é chamado de revolução e conforme ele vai se dando, a distância entre o nosso planeta e seu satélite vai variando.

O ponto mais distante desta órbita em relação à Terra é chamado de apogeu [406 mil quilômetros], enquanto o menor é o perigeu [356,8 mil quilômetros], por qual o satélite passará neste dia 10”, explica ele.

Segundo a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), a ocorrência de luas cheias durante a passagem pelo perígeo acontece a cada três meses e 18 dias. O que torna o fenômeno deste domingo especial, segundo Araújo, é que este será o momento em que a lua passará mais perto de nosso planeta em todo o ano de 2014. 

Ele também aponta que o melhor momento para observar a superlua será no início da noite.

Nos dias 11, 12 e 13 será a vez da chuva de meteoros perseídas ser observada no céu. Ao contrário da chuva de meteoros delta aquarídeas austrais, que ocorreu no final de julho, esta deve ser bastante intensa. Conforme dados da NASA, o pico da chuva de meteoros perseídas deve produzir cerca de 80 meteoros por hora, incluindo bolas de fogo. 

O professor ressalta, porém, que em algumas áreas a lua poderá atrapalhar a observação deste outro fenômeno ao ofuscar com seu brilho intenso a visualização dos meteoros.

* Com informações da Agência Espacial Norte-Americana (NASA)


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terça-feira, 15 de abril de 2014

"Lua sangrenta": veja imagens do eclipse lunar

Tempo nublado na maior parte do país impediu boa visibilidade do eclipse lunar ocorrido na madrugada desta terça-feira (15). O fenômeno denominado "Lua sangrenta", ou "lua de sangue" foi melhor apreciado nas regiões norte e centro-oeste do país. Na fase final, nas localidades mais a Oeste. Veja fotos e vídeo.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O que acontece quando dois macacos são pagos com desigualdade? [vídeo]


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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O egoísmo é o maior inimigo do ser humano

Uma pesquisa científica recente, revelou o que os homens e as mulheres de boa vontade, livres e de bons costumes, já desconfiavam. A evolução não favorece às pessoas egoístas. E que o egoismo poderia ter levado os seres humanos à extinção.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Meteorito cai na Rússia e deixa mais de 500 pessoas feridas

Segundo o Ministério do Interior da Rússia, passa de 500 o número de pessoas feridas com a queda de um meteorito na região de Tcheliabinsk, nos montes Urais. Somente 14 precisaram ser internadas. O meteorito caiu a 80 quilômetros da cidade de Satka, mas os fragmentos causaram danos em pelo menos seis cidades da região. 
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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Controle remoto sem pilhas: uma boa notícia para o meio ambiente [vídeo]


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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Sonda Curiosity pousa em Marte [vídeo]

A Sonda Curiosity (curiosidade, em português) pousou na superfície do planeta Marte neste Domingo. Veja um pequeno vídeo que mostra sequência fotos em miniatura documentando os 2,5 minutos antes do pouso. A Nasa anunciou que este é o primeiro laboratório móvel da ciência enviado a um mundo distante. A Sonda permanecerá por dois anos em solo marciano procurando sinais de que um dia já existiu vida no planeta. 
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sábado, 4 de fevereiro de 2012

“O som do Apocalipse” – Cientistas avaliam o mistério

Desde meados de 2011, um zumbido estranho vem sendo ouvido em várias partes do mundo. Um som que mais parece trilha sonora de filmes de ficção. Foi gravado nos EUA, Costa Rica, Reino Unido, Rússia, Ucrânia, República Checa, Austrália, dentre outros. Geofísicos dizem ter descoberto a origem do misterioso fenômeno, conhecido como “O Som do Apocalipse”, ou “Hum”. Testemunhas afirmam que este zumbido peculiar é ouvido como um rugido, outros como um 'boom' e alguns chegam a compará-lo com o som que faria “Godzilla”. Em qualquer caso, este é um ruído de freqüência muito baixa.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Fim do mundo à luz da Ciência

Uma quantidade crescente de filmes sobre o fim do mundo, e outras fantasias produzidas pela mente humana, revelam certa fascinação do ser humano pelo dia do juízo final, e que estaria bem próximo de acontecer. Há 3.500 milhões de anos a vida apareceu na Terra com toda sua fragilidade diante das catástrofes e e fenômenos naturais, advindos ao longo da história causando de milhões de mortes. Das 4.000 espécies que já existiram no planeta, 99% estão extintas.
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