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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Ministro de Minas e Energia propõe decreto para cortar subsídios da conta de luz

Do Poder 360 - O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, encaminhou nesta quarta-feira (19) uma proposta de decreto para cortar alguns subsídios embutidos na conta de luz. A proposta retira, gradualmente, os benefícios concedidos a empresas de água e saneamento e elimina a sobreposição de descontos para o setor de agricultura e de irrigação, que atualmente podem ser recebidos pelo mesmo beneficiário ao mesmo tempo.
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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Aneel autoriza 15% de aumento na tarifa de energia elétrica da Copel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (19), o reajuste nas tarifas da Companhia Paranaense de Energia (Copel). Um aumento bem acima da inflação para os consumidores paranaenses. Os novos valores vigoram a partir do próximo domingo (24), com reajuste de 15,06% para consumidores residenciais. Para as indústrias, usuários de alta tensão, o percentual de reajuste pode chegar a 17,05%.
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Venda da Eletrobras cria taxa extra na conta de luz por 30 anos

"O projeto de lei enviado ao Congresso por Michel Temer, no último dia 22, para privatizar a Eletrobras também mexe na forma como o consumidor pagará, na conta de luz, uma indenização multibilionária às transmissoras de energia elétrica. E o cliente pode ter que arcar com essa fatura por 30 anos. Medida é distorção das medidas de Dilma Rousseff para reduzir a tarifa energética em 2012. As informações são de Manoel Ventura, de O Globo.
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terça-feira, 29 de março de 2016

Conta de luz tera bandeira verde em abril

Do Jornale - "A partir de 1º de abril, a bandeira tarifária das contas de energia elétrica será a verde e não haverá nenhum acréscimo de valor para os consumidores. A bandeira que vai vigorar no próximo mês foi decidida nesta terça-feira (29) em reunião da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).


Segundo a agência, a mudança da bandeira tarifária foi decidida diante da simulação dos custos de geração e distribuição de energia elétrica e do superávit acumulado nos últimos meses nas contas do sistema de bandeiras.

Desde que foi implementado o sistema de bandeiras tarifárias em janeiro de 2015, até fevereiro de 2016, a bandeira se manteve vermelha. Em março, passou para amarela. O aumento de chuva neste ano, que melhorou o volume dos reservatórios das hidrelétricas, aliado à redução da demanda e à inclusão de novas usinas no sistema elétrico brasileiro, possibilitou a mudança das bandeiras tarifárias nos últimos meses.

A cor da bandeira indica se a energia custa mais ou menos, em função das condições de geração de eletricidade. “Com as bandeiras, a conta de luz fica mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente”, informa a Aneel.

Segundo a agência, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que era incluído na conta de energia, sem acréscimo no reajuste tarifário anual das distribuidoras."

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quinta-feira, 3 de março de 2016

Proteste se posiciona contra as bandeiras tarifárias na conta de luz

“Nada impede que, na estação seca, a bandeira volte a ser amarela ou vermelha, e a conta volte a aumentar. A redução de 6% na conta de luz é irrelevante, diante dos mais de 50% de reajuste no ano passado”, diz a PROTESTE. A Associação de defesa dos direitos dos consumidores mais popular do Brasil, lançou a campanha Quem cala paga mais luz para pressionar as autoridades a acabarem com a cobrança das bandeiras tarifárias, ao invés de apenas suspendê-las.
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terça-feira, 1 de março de 2016

Contas de luz adotam bandeira amarela e ficam mais baratas

EBC (*) - "Começa hoje (1º) o desligamento das 21 usinas termelétricas com preço de geração de energia superior a R$ 250 por megawatt-hora (MWh). Com isso, as contas de luz passarão a adotar a cor amarela, reduzindo o custo extra para R$1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. Essa taxa deixará de ser cobrada a partir de abril, quando será adotada a bandeira verde.


O sistema de bandeiras foi criado com o objetivo de informar mensalmente ao consumidor se a energia consumida por ele está mais cara ou mais barata. Com a melhora da situação dos reservatórios das hidrelétricas e a entrada de energia nova no sistema – caso, por exemplo, da fornecida pelas usinas de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio – foi possível iniciar os desligamentos das termelétricas com custo mais caro de geração.

A decisão levou em conta também o comportamento de carga, influenciado pela redução de consumo. Apesar do cenário mais favorável, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mantém o alerta para que os consumidores façam uso eficiente de energia, de forma a combater os desperdícios e a evitar um futuro retorno às bandeiras vermelha ou amarela – o que implicaria a volta da taxa extra.

Ao fazer, em 25 de abril, o anúncio do desligamento, previsto para abril, das termelétricas com custo acima de R$ 211 por MWh, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que a adoção da bandeira verde deverá resultar em redução média entre 6% e 7% na conta de luz.

Até o final de abril, 5 mil MW gerados pelas térmicas terão sido desligados do sistema, o que representará economia total de R$ 10 bilhões ao ano. Segundo Braga, mantida a previsão positiva da situação hidrológica, mais 2 mil MW gerados em usinas térmicas poderão ser desligados nos próximos meses.

Também entram hoje em vigor as novas regras da resolução que estabelece o Sistema de Compensação de Energia Elétrica. Por meio desse sistema, é possível que o consumidor instale pequenos geradores (painéis solares fotovoltaicos, microturbinas eólicas, entre outras fontes renováveis) em sua unidade consumidora e troque energia com a distribuidora local, de forma a reduzir os gastos com energia elétrica.

Ao simplificar a norma, a Aneel estima que até 2024 mais 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia – o que equivaleria a uma potência instalada de 4,5 gigawatts."

(*) Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil
Edição: Graça Adjuto

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Com bandeira verde conta de energia elétrica pode ficar 6,5% mais barata

O POVO – “O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, anunciou nesta quinta-feira, 25, que a conta de luz trará a bandeira verde a partir de 1º de abril, e as tarifas de energia deixarão de ter a cobrança extra. Com isso, os consumidores terão uma redução de 6% a 6,5% na conta de luz, disse o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino.


O fim da cobrança extra na conta de luz será possível porque o governo decidiu desligar mais 15 usinas térmicas no início de março, o equivalente a 3 mil megawatt (MW). Sem esses empreendimentos, será possível poupar cerca de R$ 8 bilhões por ano.

No início de fevereiro, o governo já havia anunciado o desligamento de sete usinas térmicas, com 2 mil MW, o que permitiu o acionamento da bandeira amarela e uma economia anual de R$ 2 bilhões.

De acordo com Braga, a queda do consumo de energia, a operação de novas usinas e o aumento do nível dos reservatórios das hidrelétricas em todo o País permitiram dispensar o uso das termelétricas, que geram energia mais cara. "A tarifa de energia elétrica está efetivamente em viés de baixa", disse o ministro.”

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Aumento da oferta de energia pode estabilizar tarifas em 2016

Uma das vilãs da inflação em 2015, a tarifa de energia elétrica não deve subir além da inflação em 2016. A falta de chuva que diminuiu o nível da água nos reservatórios das hidrelétricas obrigou o uso da energia produzida pelas usinas termelétricas, foi o principal fator do aumento da conta de luz da maioria dos brasileiros.

Na avaliação do coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, com a entrada em funcionamento de novos empreendimentos de geração, poderá haver um aumento da oferta de energia. O cenário deve melhorar e o aumento do custo final para o consumidor tende a ficar abaixo da inflação.

“Isso parece indicar que não vamos ter grandes aumentos no ano que vem, tendendo a subir dentro dos níveis inflacionários”, afirmou o coordenador.

Há também declarações do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, que a conta de luz deve ficar mais baixa em 2016. No entanto, as bandeiras tarifárias permanecerão hasteadas ao longo do ano, sem previsão de quando serão abaixadas.

As informações são do portal IG, via blog do BG:



“A tarifa de energia elétrica foi uma das vilãs da inflação em 2015, com alta de 49% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre janeiro e outubro. A falta de chuvas, que reduziu o nível de água nos reservatórios das hidrelétricas e obrigou o acionamento de usinas termelétricas, foi um dos principais fatores para o aumento do custo da energia sentido na conta de luz da maioria dos brasileiros.

O cenário deve melhorar para este ano. Na avaliação de Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as tarifas em 2016 tendem a subir em níveis próximos aos da inflação, porque a situação hidrológica deverá ser melhor e poderá haver aumento da oferta de energia, com a entrada em funcionamento de novos empreendimentos de geração.

“Isso parece indicar que não vamos ter grandes aumentos no ano que vem, tendendo a subir dentro dos níveis inflacionários”, afirmou o coordenador.

Apesar disso, o sistema de bandeiras tarifárias, que permite o repasse mensal dos custos extras da geração de energia térmica para as contas de luz do consumidor, deve continuar sendo acionado pelo governo, de modo a evitar que as distribuidoras de energia tenham novamente problemas financeiros. “O governo deve deixar as bandeiras hasteadas”, acrescentou Castro.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que as condições hidrológicas e climáticas previstas para 2016, com previsões de chuvas provocadas pelo fenômeno climático El Niño nas regiões Sul e Centro-Oeste, devem garantir o atendimento à demanda de energia do Brasil.

Segundo o Relatório Trimestral de Inflação divulgado recentemente pelo Banco Central, o El Niño poderá resultar em uma redução nas tarifas de energia elétrica, por causa do aumento do nível dos reservatórios.

O documento constata que uma eventual troca de bandeira vermelha para amarela reduzirá a inflação em 0,18 ponto percentual. Se houver troca de bandeira de vermelha para verde, a redução na inflação será de 0,36 ponto percentual.

Outro fator que pode influenciar positivamente o cenário deste ano é a redução do valor repassado para cobrir a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) . Em 2015, o montante foi calculado em R$ 18,9 bilhões e, para 2016, o repasse deverá ser de R$ 12,1 bilhões, o que, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), poderá gerar um impacto negativo de 4,56% nas tarifas.

Reajustes

Por causa dos custos extras que as distribuidoras tiveram desde o ano passado com a compra de energia termelétrica, a Aneel aprovou, em fevereiro, a revisão tarifária extraordinária, com aumento médio de 23,4%.

Os maiores reajustes foram para as distribuidoras AES Sul (39,5%), Bragantina (38,5%), Uhenpal (36,8%) e Copel (36,4%). Somou-se a isso os reajustes das tarifas que acontecem todos os anos, e são calculados de acordo com a realidade de cada distribuidora.
Além desses aumentos, entrou em vigor, no primeiro dia de 2015, o sistema de bandeiras tarifárias. Em todos os meses do ano, a bandeira acionada foi a vermelha, que indica um custo maior para a geração de energia.

O valor extra cobrado na conta de luz começou em R$ 3 para cada 100 quilowatt-hora consumidos, mas, em março, aumentou para R$ 5,50 para cada 100 kWh. Em setembro, com o desligamento das termelétricas mais caras, o valor passou para R$ 4,50.

Renovação das concessões

Ano passado, o governo prorrogou por 30 anos a concessão de 39 distribuidoras de energia que estavam vencendo entre 2015 e 2017, exigindo como contrapartida o cumprimento de metas de qualidade e de gestão, inclusive econômico-financeira, sem repassar investimentos para tarifas.

Para o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a assinatura dos contratos para prorrogação das concessões representa o início de um novo ciclo tarifário. A expectativa de Braga é que, em 2018, o país consiga chegar a uma tarifa internacionalmente competitiva.”
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Conta de luz deve ficar mais baixa em 2016, afirma ministro

Segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a conta de luz vai ficar mais barata para o consumidor final, em 2016. "Teremos declínio tanto no custo de geração de energia quanto na tarifa de energia elétrica. Não será uma redução abrupta, mas sim planejada e constante", declarou o ministro em entrevista aos Estadão. 

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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Aneel aprova novas taxas e conta de luz vai aumentar em todo o país

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aprovou nesta sexta-feira (27) a revisão tarifária extraordinária para 58 concessionárias de energia elétrica. A partir de segunda-feira (02/03), os consumidores terão um aumento médio de 23,4 % na conta da luz. Para a distribuidora paranaense Copel, o aumento será de 36,4%. 
Além desta revisão extraordinária, neste ano as distribuidoras passarão por reajustes anuais de acordo com a data de aniversário da concessão. 

Na semana que vem também começa a valer os novos valores para as bandeiras tarifárias, que permite a cobrança de um valor extra na conta de luz, de acordo com o custo de geração de energia.


Entre o período de dezembro de 2014 e fevereiro de 2015, várias empresas solicitaram a revisão extraordinária, por causa da falta de chuvas e a maior necessidade de compra de energia de termelétricas, que é mais cara.

Para obter mais informação, siga para a matéria completa sobre o assunto.

(com informações da Agência Brasil)

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sábado, 3 de janeiro de 2015

Sistema de bandeiras tarifárias na conta de luz já está valendo

Novidade de grande interesse do cidadão, pouco divulgada. Desde o dia 1º, está em vigor um sistema de sinalização nas faturas de contas de luz, que avisa sobre a cobrança ou não de um valor extra. Isto é, em consequência do uso da energia produzida pelas termelétricas que é mais cara, as distribuidoras irão repassar os custos extras para os consumidores, cada vez que for preciso usar dessa energia. Entenda o significado do sistema das bandeiras tarifárias, que terão a cor verde, amarela, ou vermelha.
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Falta de chuvas pressiona fundo que financia redução das tarifas de energia

Os R$ 9 bilhões reservados no Orçamento Geral da União para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) em 2014 podem ser insuficientes para cobrir as despesas do fundo, que financia a redução da conta de luz. Segundo especialistas, a falta de chuvas, que aumenta o preço da energia de curto prazo, e o novo modelo do setor elétrico, que privilegia o subsídio às tarifas, pressionam as contas da CDE.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Um trote do governador do Estado


O jornalista e blogueiro Esmael Morais, registrou em seu blog a reclamação de vários de seus leitores dizendo serem vítimas de um trote passado pelo governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB). Diz o blogueiro, que "em campanha pela reeleição, o tucano está ligando para as casas dos paranaenses dizendo que baixou a conta de luz em 18%.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Presidente Dilma Rousseff decide antecipar e ampliar redução na conta de luz

A presidente Dilma Rousseff, em rede nacional anunciou na noite desta Quarta-feira, a antecipação e ampliação na redução das contas de luz. A partir de Quinta-feira as contas residenciais ficam 18% mais baratas, e não 16,2% anunciados anteriormente. Para a indústria e comércio, a redução passa de 28% para 32%.  
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Valor da conta de luz vai diminuir menos que o prometido


O valor da conta de luz dos brasileiros cairá menos do que prometeu o Governo. No mês de Setembro, a presidente Dilma Roussef anunciou que a tarifa de energia elétrica ficaria em torno de 20,2% mais barata para a população, comércio e industria. Entretanto, as companhias Energética de São Paulo (Cesp), Energética de Minas Gerais (Cemig) e Paranaense de Energia (Copel), não aderiram à proposta do Governo. E o percentual de redução teve que ser reajustado para 16,7 %, a ser considerado a partir de Março/2013.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Informação e detalhes sobre a redução das contas de luz anunciada pelo Governo

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou nesta terça-feira (11), alguns pontos importantes sobre as medidas do Governo para reduzir as contas de energia elétrica. Os percentuais de redução serão de 16,2% para o consumidor residencial e de 28% para indústrias e empresas. E passam a valer a partir de 2013, como anunciou a presidente Dilma Rousseff em seu pronunciamento do último dia 7 de setembro.
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