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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Agência Xeque: Globo produz análise fake sobre condenação de Aécio Neves

A Agência Xeque, o mais novo serviço de checagem de fake news criada pelo jornal GGN, sob a responsabilidade e coordenação do jornalista Luis Nassif com a colaboração de leitores e assinantes, analisou o editorial de o Globo de 18/04/2018: "Aécio convertido em réu abala teoria persecutória do PT". Confira o resultado.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Política no Congresso Nacional: ‘Uma conspiração em curso’

- Um editorial sensato do jornal O Estado de S.Paulo, sobre o momento atual do degradante sistema político brasileiro - "A terceira lei de Newton, princípio da Física segundo o qual “toda ação provoca uma reação de igual ou maior intensidade, mesma direção e em sentido contrário”, aplica-se também na política, como se vê pelo movimento silencioso que se articula nos bastidores do Congresso com o objetivo cínico de incluir na pauta das reformas políticas, que começarão a ser decididas após as eleições municipais, a ideia nada sutil de algum tipo de anistia para políticos envolvidos nos casos de corrupção. O fundamento dessa ideia maliciosa – que com certeza será rejeitada pelos brasileiros quando vier a público – é o de que o combate à corrupção simbolizado pela Operação Lava Jato é meritório, mas precisa ser contido dentro de limites que não comprometam o habitual desenvolvimento do jogo político."


"Em resumo, o argumento central dessa reação dos maus políticos aos rigores da Lava Jato é o de que é preciso distinguir entre os que faturam “por fora” para enriquecer e quem o faz “apenas” para se eleger. Essa ideia marota, patrocinada por um time poderoso cuja escalação qualquer pessoa que acompanhe o noticiário político tem em mente, significa estabelecer uma clara distinção entre caixa 2 e propina, descriminalizando o primeiro por meio de algum expediente técnico-jurídico. Afinal, o custo das campanhas eleitorais anda pela hora da morte e se tornou insuportável com a proibição do financiamento eleitoral por pessoas jurídicas.

Os maus políticos embarcam nessa conspiração contra a moralização de suas atividades por uma simples razão: não sabem fazer política de outro jeito. Estão inexoravelmente vinculados ao patrimonialismo que predomina na vida pública. Essa distorção extremamente nociva do trato da coisa pública contamina até mesmo o glamourizado “idealismo da esquerda”. Tornou-se comum, depois da devastadora passagem do lulopetismo pelo poder central, notórios esquerdistas fazerem vista grossa à ladroeira patrocinada pelos poderosos.

Na verdade, é preciso considerar que nas últimas décadas se consolidou o conúbio entre os partidos – todos eles – e o grande capital patrocinador de eleições. E isso se fez ao abrigo da lei – ou seja, não era ilegal receber doações, desde que registradas na Justiça Eleitoral.

Diante desse quadro promíscuo, é razoável supor que os agentes da Lava Jato e congêneres eventualmente se deixem levar pelo entusiasmo ou pelo excesso de zelo e ultrapassem os limites de sua competência. Abusos desse tipo devem ser reprimidos e corrigidos. Mas os fatos demonstram que em dois anos e meio na coordenação da Lava Jato em primeira instância é insignificante a quantidade de despachos do juiz Sergio Moro que foram reformados pelas instâncias superiores.

Assim, é inegável que, felizmente, o bom senso esteja prevalecendo nas decisões judiciais relativas a questões especialmente delicadas como a contribuição de empresas a campanhas eleitorais, agora proibida. E o bom senso mostra que as doações eleitorais por parte de pessoas jurídicas – inclusive grandes empreiteiras – nem sempre foram ilegais, sub-reptícias, destinadas a proporcionar vantagens mútuas condenáveis. É necessário saber distinguir entre doações recebidas de boa-fé e aquelas que foram produto de desvios e ilegalidades diversos. Na espécie, não cabem generalizações injustas.

Essa distinção precisa ser feita até para neutralizar a tentativa de empresários delatores que têm interesse em meter no mesmo saco todos a quem deram dinheiro, inclusive aqueles que receberam a doação de boa-fé, sem oferecer contrapartida ilícita.

Os que conspiram contra a Lava Jato queixam-se de que os agentes federais tendem a pecar por excesso de rigor, exagerando em sua ação. Se existe algum excesso ou exagero é na sem-vergonhice com que maus políticos se entregaram à corrupção, ativa e passiva, sob o argumento despudorado de que essa é a “regra do jogo”. Essa regra foram eles próprios que criaram. Está mais do que na hora de mudá-la, por meio de uma reforma político-partidária que deixe bem claros e separados os campos da militância em favor do interesse público e a mera bandidagem."

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VIA

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sábado, 26 de março de 2016

'Editorial: Quem são os inimigos da democracia'

O DIA - Hoje deve-se observar pelo país tradição tão antiga quanto a Páscoa: a malhação de Judas. A cada ano, no Sábado de Aleluia, elegem-se personagens da República que, no julgamento popular — e com um pouco de galhofa —, merecem uma surra que inclui pauladas, pontapés e até mesmo o fogo.

Inimigos da democracia
Hoje, muitos são os ‘Judas’ no Brasil. Boa parte deles merecedora da ‘homenagem’ de erguer o boneco alusivo nos postes e derrubá-los num linchamento, como numa catarse livradora dos pecados da nação. Mas, como este espaço vem ponderando nas últimas semanas, o ódio e a intolerância vem guiando discursos e ações.

Não é exagero afirmar que a atitude de muitos brasileiros acabará por malhar — no sentido literal ou bíblico — não políticos corruptos ou governantes impopulares, mas a própria democracia. Ao defender com virulência o silêncio do discordante, proibindo-o até de usar dada cor, caminha-se a passos largos para o totalitarismo. E a democracia pode não ressuscitar se a exceção explodir.

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quinta-feira, 10 de março de 2011

Carnaval - Editorial polêmico [vídeo]

Há alguns dias, a jornalista Rachel Sheherazade, âncora da TV Tambaú de João Pessoa-PB, afiliada do SBT, apresentou um editorial em seu programa de notícias, que virou hit no YouTube. É um dos assuntos mais comentados no Twitter. A opinião de Rachel sobre o Carnaval teve repercussão na Web, gerando uma grande polêmica. Dentre muitas afirmativas, a jornalista critica o governo por apoiar a Festa, e diz que o evento traz enorme prejuízo ao país. "milhões de reais são pagos a artistas para garantir o circo a uma população miserável que não tem o pão na mesa"- disse ela. Milhares de internautas opinaram a seu favor, e boa parte foi contra seus critérios de avaliação.
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