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terça-feira, 21 de julho de 2020

Política: Roberto Jefferson ataca ministros do STF em entrevista para canal bolsonarista

www.seuguara.com.br/Roberto Jefferson/PDT/governo Bolsonaro/
O ex-deputado federal e atual presidente do PTB, Roberto Jefferson, em entrevista concedida nesta segunda-feira (20) a um canal do YouTube conhecido por apoiar o governo do presidente Jair Bolsonaro, atacou ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O político fez graves ofensas a componentes da Corte em uma série de comentários homofóbicos, e diz que dois magistrados "são sodomitas" e que "usam saia pela opção sexual".
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sábado, 2 de maio de 2020

Concedi entrevista à Veja para me defender de fake news, diz Sergio Moro

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro afirmou em sua conta oficial no Twitter que concedeu entrevista à revista Veja para se defender de "fake news" e para explicar sua saída do governo do presidente Jair Bolsonaro. "Concedi entrevista à Revista Veja com a intenção exclusiva de me defender das fakes news (sic) e ofensas e explicar minha saída do Governo, nem mais nem menos, tuitou.
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segunda-feira, 13 de abril de 2020

'Brasileiro não sabe se escuta o ministro ou o presidente', diz Mandetta em entrevista ao Fantástico

Em entrevista ao programa Fantástico da TV Globo na noite deste domingo (12), o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou que espera uma "fala unificada" do governo federal para o combate ao novo coronavírus. O ministro da Saúde também pediu ao Brasil "que não desista do isolamento social".
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sábado, 28 de março de 2020

Isolamento vertical proposto por Bolsonaro se mostrou ineficaz e arriscado, como aconteceu em outros países

Giulia Afiune, na Agência Pùblica - Em entrevista exclusiva para a Agência Pública, a médica pneumologista, pesquisadora e docente da Fundação Oswaldo Cruz Margareth Dalcolmo disse que a flexibilização no isolamento social, proposta por Bolsonaro, foi uma medida ineficaz e perigosa para combater o coronavírus em outros países. Segundo a médica, quebrar o isolamento social agora pode levar a mortes que poderiam ser evitadas.
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Veríssimo: 'O nosso lado está com a razão mas o lado deles está armado'

Publicado originalmente no Brasil de Fato - Porque o maior cronista brasileiro vivo aceitou esta entrevista? Não oferecemos grana nem glória - que glória, aliás, poderíamos oferecer a quem acaba de ter o romance O Clube dos Anjos traduzido para o Mandarim? Aceitou pelo combate, o melhor deles, o combate à estupidez.
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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Política: cientista político faz alerta sobre efeitos da polarização no país

O tema polarização na política está entre as preocupações da sociedade como um todo, principalmente, de empresários, executivos, profissionais liberais e trabalhadores. Por conta das forças políticas que se contrapõem o risco de acirramento poderia levar o país a um impasse para o crescimento? Confira a questão na entrevista que o historiador e cientista político concedeu ao site Bem Paraná.
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domingo, 15 de dezembro de 2019

Entrevista de Marcelo Odebrecht isenta Lula, expõe erros da Lava Jato e reguarda BNDES

Lula não privilegiava a Odebrecht em suas viagens internacionais. O pedido para que a empresa entrasse em Cuba era próprio dos interesses geopolíticos e comerciais de um País. A Odebrecht, aliás, mantinha com o petista a mesma relação que teve com FHC, intocado na Lava Jato. E a doação eleitoral que a empresa fez ao PT, em contrapartida a uma linha de crédito em Angola, saiu da margem de seu lucro, não de acertos espúrios.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Política: ex-secretário geral da Presidência diz que, Bolsonaro "cercou-se de loucos" e vai tentar um golpe

O advogado Gustavo Bebianno, que no comando do PSL foi o principal condutor da vitoriosa campanha de Jair Bolsonaro e demitido a pouco mais de um mês após assumir a Secretaria-Geral da Presidência, diz que o presidente eleito "cercou-se de loucos" e tentará uma ruptura institucional, ou seja um golpe de Estado.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

'Se não defendemos a democracia de forma sistemática, ela se perde', diz jurista que mandou prender Pinochet

Publicado originalmente na Rede Brasil (RBA), por Eduardo Maretti - Conhecido como o juiz que emitiu ordem de prisão contra o ex-presidente chileno Pinochet, o espanhol Baltasar Garzón se define como internacionalista e universalista. "Para mim, as fronteiras não têm sentido, e muito menos as fronteiras que impedem a solidariedade entre os povos.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Em entrevista ao Roda Viva, Michel Temer admite que impeachment de Dilma Rousseff foi golpe

O ex-presidente Michel Temer (MDB), em entrevista ao programa Roda Viva da TV Cultura, nesta segunda-feira (16), admitiu que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff foi um golpe. "Eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe", afirmou Temer, que assumiu a presidência da República depois de consumado o processo de impedimento de Dilma, em 2016.
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sábado, 27 de abril de 2019

Política: 'um filho é para internar, o outro está deslumbrado', diz o presidente da Câmara dos deputados sobre o clã Bolsonaro em entrevista

O presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia, avaliou nesta sexta-feira (26, a relação do presidente Jair Bolsonaro com os filhos e as consequências para a agenda política do país. Em entrevista ao site BuzzFeed News, Rodrigo Mais diz que o vereador Carlos Bolsonaro pode ser "doido à vontade", mas age em uma estratégia definida pelo próprio presidente nas redes sociais.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Política: Dilma Rousseff desmente fake news sobre ela dita por Bolsonaro em entrevista à TV italiana

A ex-presidente Dilma Rousseff divulgou, na noite desta segunda-feira (21), nota desmentindo uma fake news de Jair Bolsonaro dita em uma entrevista à TV estatal italiana, a RAI. Como de praxe, seus apoiadores vêm disseminando a fake news há bastante tempo, desde a campanha eleitoral de 2010. Bolsonaro concedeu a entrevista na última quarta-feira (16), e mais uma vez insistiu com a notícia falsa. 
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Bolsonaro diz em entrevista que estuda acabar com a Justiça do Trabalho

O presidente Jair Bolsonaro afirmou em entrevista ao SBT, nesta quinta-feira(03), que estuda acabar com a Justiça do Trabalho. Disse também que quer aprofundar a reforma da legislação trabalhista. "Isso daí, a gente poderia até fazer, está sendo estudado, em havendo clima, nós poderemos discutir essa proposta e mandar pra frente", disse Bolsonaro ao responder pergunta sobre sua pretensão de enviar uma proposta para acabar com a Justiça Trabalhista.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Entrevista: governo Bolsonaro e imprensa - 'Autorreflexão será importante para a mídia brasileira'

Depois do período da ditadura militar, o Brasil passou um longo tempo sem que a extrema direita assumisse o Poder Central do país. A mudança radical que acontece a partir de agora, no alto comando do governo brasileiro, impõe novos desafios à imprensa. Diante desta nova realidade, o jornalismo terá que se reinventar num contexto de descrédito geral, diz a cientista política Paula Diehl, docente nas Universidades Humboldt de Berlim e de Bielefeld, em entrevista à DW/Brasil. 
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Política: Perguntas a Fabrício Queiroz depois de sua obscura entrevista ao SBT

A entrevista de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, pego pela Coaf por uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão, levou o jornalista Juca Kfouri à elaboração de 11 perguntas pertinentes sobre o que disse e o que não disse Queiroz à repórter da TV de Sílvio Santos.
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sábado, 3 de novembro de 2018

Política: confira a entrevista do diretor da Oxford sobre a ascensão e eleição de Jair Bolsonaro [vídeo]

Em entrevista à BBC News Brasil, Timothy J. Power, professor de ciência política e diretor da  Universidade de Oxford School of Global and Area Studies, disse que a ascensão e eleição de Jair Bolsonaro retirou "das salas de jantar" e trouxe a Público um pensamento conservador, que vinha fermentando no Brasil e encontrou no candidato do PSL seu porta-voz.
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O maior problema do Brasil não é a corrupção, mas a desigualdade social

"Na semana em que a ong Oxfam Brasil divulgou o relatório "A distância que nos une: um retrato das desigualdades brasileiras", revelando que seis bilionários ganham o mesmo que os 100 milhões de brasileiros mais pobres, a agência Saiba Mais publicou um levantamento de cortes em programas sociais previstos na Lei Orçamentária Anual 2018 enviada ao Congresso pelo governo Temer. Há cortes em programas que chegam a 97%, como gastos na pasta de desenvolvimento social. 

É importante destacar que esse é o primeiro orçamento após a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 95, a popular PEC do Teto dos Gastos, que congelou investimentos em gastos sociais por 20 anos. 

Nesta entrevista, o sociólogo e pró-reitor de Planejamento da UFRN, João Emanuel Evangelista, analisa alguns pontos do relatório da Oxfam Brasil e as origens e desdobramentos da desigualdade social no país."

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sábado, 17 de junho de 2017

Temer é o chefe de uma organização criminosa, diz Joesley Batista


O empresário Joesley Batista, sócio do frupo J&F, delator da Lava Jato, afirmou em entrevista à revista Época, que " O presidente atual Michel Temer, é o chefe da Organização Criminosa da Câmara." "Temer, Eduardo, Geddel, Henrique [Alves], [Eliseu] Padilha e Moreira [Franco]. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muito perigosa. Não pode brigar com eles", disse o empresário.
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terça-feira, 13 de junho de 2017

"Brasil ainda faz política com afeto, não com a cabeça"

"Em entrevista à DW Brasil, historiador diz que é preciso combater uma sociabilidade que se baseia em tratar o público como o privado: "Há uma elite que se considera realmente superior ao restante da população." 
Há pouco mais de 80 anos do lançamento do clássico Raízes do Brasil, o "homem cordial" de Sérgio Buarque de Holanda, que não distingue o público do privado, parece ainda presente na sociedade brasileira, apesar das previsões do intelectual que a cordialidade desapareceria com a industrialização.

Em 1936, Sérgio Buarque de Holanda apresentou pela primeira vez o conceito, resultado de uma sociedade rural autoritária caracterizada pela família patriarcal. Segundo o intelectual, esse homem cordial dominou as estruturas públicas do país, usando-as em benefício próprio.

No entanto, não foi exatamente isso o que ocorreu. Para o historiador João Cezar de Castro Rocha, a cordialidade é uma característica de sociedades hierárquicas e desiguais. Em entrevista à DW Brasil, o autor dos livros Literatura e cordialidade: O público e o privado na cultura brasileira e Cordialidade à brasileira: mito ou realidade? debate o conceito de homem cordial e sua ligação com a corrupção.

 "O problema da corrupção endêmica no Brasil só terá solução quando efetivamente constituirmos uma nação, quando em lugar de homem cordiais e elites que se consideram superior aos outros, nós formos de fato todos cidadãos", destaca Castro Rocha.

DW Brasil: O conceito de "homem cordial" parece mais atual do nunca. Mas Sérgio Buarque de Holanda previa que ele desapareceria com a industrialização e o fim da sociedade rural. Na sua opinião, por que ele não desapareceu?

João Cezar de Castro Rocha: Eu proponho que, na verdade, o homem cordial não é apenas fruto de uma sociedade agrária, mas característico de uma sociedade hierárquica e desigual, como a sociedade brasileira, que foi fundada sobre o trabalho escravo e que ainda hoje mantém a consequência do longo período de escravidão. Então, o homem e a mulher cordiais não apenas permaneceram, como pelo contrário, cresceram e estão muito fortes.

E isso é visível também na política?

A atual política brasileira, marcada por uma polaridade radical, por intransigência inédita e por uma intolerância completa é absolutamente cordial no sentido próprio do termo, ou seja, é uma política que se faz com afetos, com estômago e não com a cabeça.

A corrupção seria característica própria do "homem cordial"?

Seria ingenuidade imaginar que o homem cordial é por vocação mais corrupto do que a seriedade alemã ou puritanismo anglo-saxão. A corrupção faz parte de toda e qualquer estrutura de poder, mas a questão central de uma corrupção que pode ser caracterizada como cordial é a sua associação com a ideia da hierarquia e da desigualdade.

No Brasil, historicamente, há uma elite que se considera realmente superior ao restante da população e que, por isso, considera ter direito a saquear a coisa pública. Nós não temos um Estado no sentido próprio do termo, temos é um aparato estatal apropriado pelas elites.

O senhor fala da corrupção nas elites, mas é possível afirmar que ela ocorre também nas camadas mais baixas, que é algo generalizado?

É preciso diferenciar a corrupção de uma sociedade que tem um cotidiano esquizofrênico. Em 1808, quando a família real veio para o Brasil, não havia casas suficientes, e o rei mandou pintar nas portas de algumas a inscrição "Propriedade Real”, PR, obrigando os donos a deixá-las para os nobres portugueses. O povo traduziu PR como "ponha-se na rua”. A história da cultura brasileira é uma oscilação constante entre propriedade real e ponha-se na rua.

Existe uma lei e sabemos que ela não é cumprida porque não há as condições práticas para cumpri-la, ao mesmo tempo, não podemos verbalizar o caráter vazio da lei, então, desenvolvemos uma sociedade profundamente esquizofrênica no sentido próprio do termo. Dizemos A sabendo que precisamos fazer B. Eu faria uma diferença entre o princípio esquizofrênico e a corrupção.

Qual seria essa diferença?

Há um princípio de maleabilidade que pode levar a uma corrupção, mas eu diria que corrupção hoje no Brasil é a apropriação privada dos recursos públicos. Não dá para comparar o senhor Emilio Odebrecht, roubando bilhões de dólares, com o pobrezinho do brasileiro que no serviço público oferece um cafezinho para o atendente. Se dissermos que tudo é a mesma corrupção é mais um meio que a elite tem de se desculpar.

Mas o jeitinho, esse desvio do cotidiano, não legitimaria de alguma forma a corrupção nas grandes esferas?

Acho isso é um equívoco, pois o que está à disposição da elite brasileira, das empreiteiras, dos partidos políticos e de políticos não é um jeitinho, é um tremendo jeitão, não tem comparação. Além disso, a sociedade foi organizada de uma forma esquizofrênica, o Estado sempre impôs ao povo inúmeros PR e o jeitinho é uma estratégia, em alguns casos, para driblar a impossibilidade de cumprir o PR.

Mas se simplesmente legitimarmos o jeitinho, nós estaremos favorecendo a corrupção. Acho importante que, no cotidiano, o brasileiro comece, por exemplo, a apenas atravessar o sinal quando ele estiver aberto para pedestres. É muito importante uma mudança de cultura.

Como seria possível acabar com esse ciclo desta corrupção generalizada?

Do ponto de vista do Estado brasileiro é preciso acabar com esse discurso tolo de que tem muito Estado no Brasil, pois não tem. O Brasil tem Estado de menos para o que de fato importa. É preciso ainda implementar mecanismos eficientes de controle que tenham como base a transparência. Do ponto de vista da sociedade é começar uma discussão a longo prazo que necessariamente deve passar pela educação e, sobretudo, por uma consciência crescente para mudarmos nossa forma de agir no trato diário. Por exemplo, não posso defender a universidade pública e não dar minhas aulas.

O problema da corrupção endêmica no Brasil só terá solução quando efetivamente constituirmos uma nação, quando em lugar de homem cordiais e elites que se consideram superior aos outros, nós formos de fato todos cidadãos.

O que é preciso combater?

É preciso combater uma sociabilidade que se baseia em tratar o público como o privado, e isso são o homem ou a mulher cordial. A sociabilidade cordial é movida pelo coração, tanto ama quanto odeia, tanto pode ser autoritária quanto afetiva, mas impõe fundamentalmente a ordem pública a lógica do privado.

Sem dúvida para superar esse tipo de corrupção precisamos fazer que o Estado brasileiro finalmente seja público e deixe de ser um parque de diversões para que as elites econômicas, políticas e financeiras deste país continuem tirando os recursos públicos como se fossem privados."

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sexta-feira, 17 de março de 2017

'Dilma: o que Cunha diz é que quem roubava era o Temer'


Por Fernando Brito, em seu blog – "Sensacional, sob todos os aspectos, a entrevista da ótima repórter Maria Cristina Fernandes, do Valor, com Dilma Rousseff. Feita com delicadeza e honestidade, descortina a austeridade com que vive uma mulher espartana. Recomendo a todos a leitura, mas dela retiro o que é explosivo.

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