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sábado, 28 de julho de 2018

Política: 'estratégia do PT faz o país dançar na beira do abismo', diz Ciro Gomes

De Lauriberto Brasil, no site Poder360 - Via DCM - O candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes disse, nesta 6ª feira (27.jul.2018), que "o PT está fazendo uma estratégia que faz o país dançar na beira do abismo". A declaração refere-se à decisão do partido de manter o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como pré-candidato ao Planalto mesmo enquanto está preso em Curitiba (PR.
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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Política: O xadrez das tacadas financeiras

Por Luís Nassif, no Jornal GGN - Como era de se esperar, há uma corrida do grupo de Temer para dar o maior número possível de tacadas antes de ser apeado do poder. "Tacadas" é o termo utilizado pelo jovem cunhado de Rui Barbosa para definir as jogadas feitas com o erário público e o mercado.



A jogada consiste em aprovar um limite de déficit orçamentário muito além do necessário para ser administrado pelos Ministros.

A estratégia está posta na mesa:

1. Amplia-se o déficit este ano, disponibilizam-se recursos para os Ministros financiarem as eleições municipais para contentar a base de Temer.

2. Mantem-se a Selic no espaço, apesar da economia entrar no segundo ano de recessão profunda, para contentar o mercado.

3. Com as duas frentes pacificadas, montam-se as “tacadas”.

Há as tacadas grosseiras, de uso do orçamento para manobras políticas. E as tacadas sofisticadas, que passam léguas além do conhecimento da Justiça.

Há quatro tipos dessas "tacadas":

Tacada 1 - a venda de ativos.

Tacada 2 - as legislativas, que precisam passar pela Câmara e Senado.

Tacada 3 - as regulatórias, que dependem da caneta do Executivo, mas que, por vezes, precisa o aval do Congresso.

Tacada 4 – as arbitragens entre juros e câmbio.´

Vamos a alguns exemplos de tacadas tradicionais que deverão ser repetidas no interinato e que fazem parte do enorme espólio de ações deletérias contra o orçamento e o país.

Tacada 1 – as tacadas com juros e ativos


A tacada com juros é simples. O preço dos ativos varia de acordo com a taxa de retorno (ou rentabilidade esperada). E essa taxa de retorno se baseia no nível da taxa Selic, fixada arbitrariamente pelo Banco Central.

A lógica é mais ou menos essa:

1.     Quero um rendimento de R$ 1.000,00 por ano por dez anos.
2.     A taxa de juros é de 10% ao ano.
3.     Quanto preciso investir para ter esse rendimento? R$ 6.145.

Se a taxa de juros subir para 15% ao ano, com mais juros será necessário investir menos para se ter o mesmo rendimento. No exemplo, o investimento cai para R$ 5.019,00.

Essa lógica vale para os preços dos ativos. Quanto maior a taxa de juros, menor o preço do ativo. E a taxa de juros referencial é a Selic.

Exemplo 1 – o preço de empresas

Suponha uma empresa que tenha um resultado anual de R$ 10.000.000,00.
Com a Selic a 8% ao ano, seu valor de mercado será de R$ 67.100.813,99.

Basta a Selic saltar para 14,5% para o valor da mesma empresa, com o mesmo resultado anual, cair para R$ 51.159.076.00 – uma queda de 25%.

Quem ganha – o comprador capitalizado.


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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Políticos - estratégias para enfrentar escândalos

Isso não é verdade! Certamente você já ouviu esta frase de algum político quando acusado de má conduta, procedimento inadequado, comportamento anti-ético, malversação do erário público. Em fim qualquer ação suspeita que o leve a indícios de corrupção. Pois saiba que a Negação é o carro chefe do rol das estratégias usadas por homens públicos para enfrentar a opinião pública. Negar a todo o custo, mesmo que comprovado o desvio de conduta, a fim de manter o ambiente amistoso, ou ludibrioso, para que o eleitor possa ouvi-lo.

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O dilema dos pinguins - cada um do seu jeito.

Para superar um obstáculo comum normalmente obedecemos a um plano previamente definido. Há uma revisão de conceitos e normas. Discutem-se as melhores estratégias e partimos para a execução deste plano. Certo? Nem sempre. Na hora "H", por egoísmo, cada um faz do seu jeito. O que prevalece no mundo corporativo, muitas vezes, é o individualismo. Apesar do atingimento das metas, negligenciamos o trabalho em equipe por pura vaidade pessoal. Tomemos como exemplo ilustrativo, a atitude e o dilema dos dois pinguins. Após superado o obstáculo, seguem juntos, lado a lado. Porém, separados por princípios individuais. Este também é um dos dilemas do relacionamento humano nas organizações. Frequentemente perdemos o foco do objetivo principal do grupo. Assista o vídeo, com bom humor, e pense nisso.
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