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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Uma mensagem subliminar da Globo ao governo Bolsonaro?

O internauta Weden Alves captou com muita propriedade, o que poderia ser uma mensagem subliminar que a Rede Globo quis sutilmente passar ao governo e à família Bolsonaro. As últimas reportagens da emissora, levadas ao ar em seus principais jornais televisivos nos últimos dias, dedicaram especial atenção ao caso Queiroz, que atinge em cheio a família do presidente eleito.
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sábado, 8 de setembro de 2018

A sangue frio: atentado, eleições e TV. Por Gilberto Maringoni

Por Gilberto Maringoni, no DCM - Jair Bolsonaro foi o assunto no primeiro bloco do Jornal Nacional desta quinta-feira (6), com quase 15 minutos de duração. A exposição adentrou parte do segundo, com várias chamadas ao vivo no decorrer do noticiário que, excepcionalmente se prolongou por uma hora e oito minutos.
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domingo, 21 de maio de 2017

Notícia é um produto

Em tempos de atribulações na política, delações premiadas, grampos, gravações "clandestinas" e sobretudo de golpes, é de fundamental importância o uso do bom senso com o maior critério possível diante dessa realidade. Jornais (nacionais), revistas, a mídia em geral, vendem notícias como um produto a ser consumido. Cabe a cada um de nós definir o valor intrínseco desse produto e se ele atende plenamente nossa necessidade de conhecimento da verdade.

Depois da divulgação de uma notícia aos quatro ventos, não verdadeiramente comprovada como um fato real, fica muto difícil concertar o estrago que foi feito. Imprecisão também é um erro.  

JN admite que não há conta de Lula e Dilma, só alegação de Joesley. Assista


Fernando Britto, no Tijolaço

"Depois de martelar anteontem, minutos a fio, que o delator Joesley Batista havia dito que havia contas de Lula e Dilma no exterior, somando US$ 150 milhões de dólares, o Jornal Nacional se “corrigiu” ontem em alguns segundos.

O apresentador William Waack reconheceu que não há conta dos ex-presidentes, mas apenas a alegação do dono da JBS de que teria mantido contas com finalidade de fazer frentes a gastos políticos.

Depois de espalhada a mentira, é “moleza” dizer que “não era bem assim”.

Assista vídeo do minuto em que o desmentido é feito."



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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Das providenciais omissões jotaênicas*

Dodó Macedo, em seu blog - "Contrariando a opinião de muitos, há, sim, razões pelas quais é válido assistir ao Jornal Nacional. Uma delas é identificar omissões providenciais. Não me refiro às notícias que simplesmente são desprezadas, a exemplo de depoimentos substanciosos oferecidos à Comissão Permanente do Impeachment por testemunhas de defesa (óbvio!), mas a detalhes sobre matérias veiculadas pelo citado Jornal, cuidadosamente sonegados ao telespectador.



Dois deles, identificados na edição de ontem, 28:

1. O escândalo dos golpes perpetrados contra o erário via Lei Rouanet.
 
O JN discorreu razoavelmente sobre a operação policial e a própria lei, sendo até didático ao informar como se dá o processo de concessão de benefícios. No ar, porém, ficou a pairar a 'deixa' para que se concluísse: 'Pô, mais um escândalo do governo afastado!'. As malfeitorias são mesmo abjetas, mas o JN sonegou aos telespectadores a seguinte particularidade: o grupo de meliantes "fraudava a Rouanet desde 2001, durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Na época, o ministro era Francisco Weffort" (Folha de São Paulo - AQUI);
 
2. Medidas anticorrupção
 
O JN destacou a presença no Brasil do presidente da ong Transparência Internacional, exibindo na tela as medidas por ele preconizadas para o eficaz combate à corrupção, as quais devem ser implementadas de imediato. Foi então que Bonner mandou às favas a informação de que...
"Apesar das juras de amor à Lava Jato, o Planalto estuda retirar a urgência de parte das medidas anticorrupção propostas pelo Ministério Público. Motivo: elas trancarão a pauta da Câmara a partir desta terça-feira e, segundo ministros, ainda não estariam maduras para apreciação. (...)." - Coluna Painel, Folha, edição de 28.6 - AQUI.
 
Conclusão: É válido acompanhar o Jornal Nacional - desde que você já esteja devidamente inteirado por outras fontes dos assuntos a serem abordados.

* (Neologismo:  Jotaênico = diz-se do que é relativo ao Jornal Nacional)."

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Adendo
 
Dica de leitura:  Aqui: "Lei Rouanet e os segredos da Globo", por Altamiro Borges.

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Graça, no JN, é equilibrada e séria. O problema é que não há equilíbrio mais…

Fernando Brito, no Tijolaço

 - Em qualquer parte do mundo civilizado, acusação, para ser levada a sério, tem dois requisitos: lógica e provas. Na entrevista que deu ontem ao Jornal Nacional, na falta de provas – que não foram e não são apresentadas – Graça Foster tentou mostrar a falta de lógica das acusações da ex-gerente Venina Velosa da Fonseca, de que a presidente da empresa sabia dos esquemas de corrupção de Paulo Roberto Costa, seu chefe por quase uma década.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Caso da merendeira - Globo se retrata, mas não corrige seu erro [vídeo]

Na edição do último sábado do Jornal Nacional da Globo, Fátima Bernardes, ao noticiar sobre o caso da merendeira, afirmou que: "está foragida a merendeira que pôs veneno de rato na comida de crianças e professores de uma escola pública de Porto Alegre". Afirma como fato uma suspeita de crime em que a acusada é a merendeira.  A redação do Jornal não ouviu o outro lado. Um erro crasso que contraria a ética do jornalismo e o descompromisso com a informação legítima, deixando evidente a intenção da emissora em produzir o sensacionalismo.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Vinheta do Jornal Nacional em várias partes do mundo.

A atual vinheta do Jornal Nacional está no ar desde 31 de Agosto de 2009. Foi baseada na peça musical The Fuzz, composta por Frank DeVol para o filme The Happening em 1967. Foi usada pela primeira vez no Arizona (EUA) em 1968, por um telejornal da emissora Kool-TV, hoje Ksaz-TV, de Phoenix. Um jovem artista, chamado Lord Vinheteiro, criou várias versões da vinheta para piano e acordeon, e como seriam tocadas em várias partes do Brasil e do mundo. Confira o vídeo.
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