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terça-feira, 11 de agosto de 2020

'O Brasil obscurantista de 2020'

Por Jean Menezes de Aguiar* - O obscurantismo sempre interessou a pensadores e estudiosos. Jürgen Habermas escreveu o livro 'A Nova Obscuridade' em que analisa algumas fronteiras culturais e suas viradas de 'épocas' ao longo da história recente. Outros, como Adorno e Horkheimer, dedicando-se ao 'esclarecimento' não deixaram de combater formas de obscurantismo.
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quinta-feira, 23 de julho de 2020

O obscurantismo medieval está de volta e torna o Brasil ingovernável. Por Luiza Eluf

www.seuguara.com.br/obscurantismo/governo Bolsonaro/Brasil/política/
A jurista Luiza Eluf, conhecida pela defesa dos direitos humanos, publicou artigo no jornal O Estado de S. Paulo: "Começamos como colônia de Portugal. Antes disso, nosso território era ocupado por tribos indígenas, que viviam bem, dentro de seus padrões étnicos. Depois da chegada de Pedro Álvares Cabral, em 1500, instalou-se o caos que perdura até os tempos de hoje.
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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Parlamentares comemoram vitória da Educação na aprovação do Fundeb: 'contra o obscurantismo e o atraso'

www.seuguara.com.br/Câmara dos deputados/fundeb/educação/
Parlamentares da oposição comemoram mais uma derrota do governo com a aprovação, em primeiro turno, do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica, o Fundeb, na noite desta terça-feira (21). Nesta tarde, apesar de já haver consenso para aprovação da proposta relatada pela deputada Professora Dorinha (DEM-TO), deputados do chamado Centrão apresentaram um requerimento para tentar retirar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da pauta de apreciação da Câmara.
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sábado, 12 de janeiro de 2019

Vive-se no Brasil uma confusão entre conservadorismo e obscurantismo

Por Fábio Romeu Canton Filho*, no Conjur - Avanços civilizatórios não têm bandeiras, mas há quem os veja como peças de proselitismo ideológico. Laicidade do Estado, presunção de inocência, direito de defesa a todos, respeito às diferenças de gênero, raça e credo e liberdade de imprensa são conquistas da humanidade, mesmo que identificadas como estandartes da esquerda. No caso brasileiro, tal impressão não será desconstruída enquanto os representantes de uma dita direita não pararem de negá-las e até de combatê-las.
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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Problema da CBF não é de comunicação, mas de obscurantismo


Por Augusto Diniz, em seu blog – “A CBF troca a área de comunicação para se defender das acusações de corrupção. Com a imprensa esportiva comendo em suas mãos, com raras exceções, o problema maior da entidade, porém, é como deixar de ser vista como obscurantista.



Tirando uma declaração ali e outra acolá de um cronista esportivo contra a corrupção no futebol, a mídia não consegue se aprofundar nas matérias sobre os escândalos recentes na FIFA envolvendo a CBF e seus aliados. O fato é que ela não tem interesse nisso.

Com vínculos em competições promovidas pela entidade, seja em direitos de transmissão ou em cotas de patrocínio já negociadas a partir do calendário proposto pela CBF, a imprensa tradicional acha que atua contra si quando fere a confederação – sua parceira (direta ou indireta) nos eventos voltados ao futebol que ela mesma cobre.

Com isso, a mídia fica no aguardo dos passos da entidade para sair do atoleiro. Porém, mexer no obscurantismo antigo da entidade é tarefa mais complexa do que deixar como está.

Isso significa que o reforço da área de comunicação que a entidade está fazendo, representa apenas se proteger de possíveis pedradas fora de seu controle. Profissionais para exercer esse papel são pagos a peso de ouro – a área de gestão de crises de assessorias de imprensa é a mais bem remunerada dessa atividade, e costuma enriquecer rapidamente o sujeito que submete a essa função.

A CBF sempre esteve na vanguarda da comunicação institucional de suas atividades. Foi uma das primeiras no País a usar seu portal como ferramenta de contato com jornalistas, disponibilizando dados de competições e acervo. Também criou canais digitais de relacionamento com a mídia no padrão das grandes corporações globais.

Ainda estabeleceu o modelo de coletiva de imprensa-show, utilizando astros da seleção, onde se fala o que quer e ouve-se pouco de útil. Além disso, organizou a disponibilização farta de fotos e imagens às editorias de esporte, embora convenientemente tratada para promover seus parceiros.

Toda essa estrutura amarrada e voltada essencialmente a dar visibilidade a seus patrocinadores e a valorização da marca CBF, funcionou muito bem durante anos, a despeito do pouco que isso represente como resultado jornalístico – mas é o modelo padrão adotado pelo futebol europeu, embora a imprensa de lá seja menos influenciada a este tipo de aparato do que a daqui.

Mas, por outro lado, toda essa exposição, feita desse jeito, encobriu as metas e projetos da entidade, criando um raso conhecimento da CBF no que tange a sua relevância e missão enquanto entidade esportiva, e de seus reais objetivos no desenvolvimento do esporte.

Com os escândalos recentes, não há um plano de comunicação que consiga fazer com que a credibilidade ainda existente conquiste alguma importância. O mergulho antigo no obscurantismo tira qualquer possibilidade de uma ação eficaz visando reverter esse quadro – é muita informação para ser revirada para se gerar uma percepção de transparência na entidade no curto prazo.


A CBF é boa de comunicação-espetáculo. Mas ruim de comunicação preponderante – talvez por que isso nunca tenha sido de seu interesse. Agora vai penar para mudar essa situação.”

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

O avanço do obscurantismo e da perda da generosidade

"O Brasil atravessa um momento complicado, de perda de rumo. Nos últimos anos, a orquestração da opinião pública dependeu de dois discursos polarizadores: o da presidência da República e o da chamada velha mídia (os quatro grupos jornalísticos do eixo Rio-São Paulo que dominaram o mercado de opinião nas últimas décadas, assumindo o papel da oposição).
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