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domingo, 10 de maio de 2015

Paulo Nogueira: Que pecado o cidadão de Itajaí cometeu para ter que pagar 60 mil reais por uma hora de Joaquim Barbosa?


“E então temos o seguinte: o cidadão de Itajaí foi obrigado a pagar 60 mil reais por uma palestra de uma hora de Joaquim Barbosa.
Este é o Batman, o campeão da ética, “o garoto pobre que mudou o Brasil”, segundo a Veja, naquela que foi uma das mais idiotas chamadas de capa já produzidas por uma revista em toda a história em qualquer lugar do mundo.



Mil reais por minuto. Este, ficamos sabendo, é o preço de Barbosa. Vazou de alguma forma, porque segundo o contrato o valor era sigiloso.

Seria um assalto ao contribuinte de Itajaí de qualquer forma. Mesmo que a palestra fosse em praça pública, aberta a todos os interessados, há outras maneiras mais inteligentes de gastar 60 mil reais em 60 minutos, você há de convir.

Mas este é Joaquim Barbosa, o paladino que não hesitou em queimar 90 mil reais de dinheiro público numa reforma dos banheiros do apartamento funcional que utilizou por tão pouco tempo.
Repito: mas este é Joaquim Barbosa, o incorruptível que inventou uma empresa para sonegar impostos na compra de um apartamento em Miami.

Quando você prega moralidade e na sombra faz coisas impublicáveis, isso quer dizer que você é um demagogo.

Pois é exatamente este o título que deveria estar hoje no cartão de visitas de JB, ou nas propagandas de suas palestras: demagogo.

No STF, ele foi um péssimo exemplo para a sociedade. Deslumbrado com as lantejoulas cínicas da mídia, ele presidiu o julgamento mais iníquo do Brasil.

Joaquim Barbosa levou às culminâncias o conceito de justiça partidária, em que você julga alguém não pelo que fez ou deixou de fazer, mas pelo partido a que pertence.

Enquanto teve poder, foi mesquinho, intolerante – repulsivo. Não surpreende que seja admirado exatamente por pessoas com aquelas características, e abominado por progressistas de toda ordem.

Saiu do STF porque, com a chegada de novos ministros, ficou em minoria. Não teve sequer a coragem de defender suas ideias conservadoras e pró-1% em ambiente não controlado.

Estava na cara que ia fazer palestras.

A direita se defende e se protege: arruma palestras milionárias para aqueles que vão fazer pregações contra qualquer coisa parecida com a esquerda, e sobretudo contra Lula e o PT.

Mau exemplo no STF, Joaquim Barbosa continua a ser mau exemplo fora dele.

Entre palestras, arrumou tempo para fazer uma bajulação abjeta à Globo por seus 50 anos.
A emissora que foi a voz da ditadura se converteu, nas palavras de JB, na empresa generosa à qual os brasileiros devemos, pausa para gargalhada, a integração.

A emissora que é um símbolo da hegemonia branca, e que advoga ferozmente contra políticas de afirmação, foi colocada num patamar de referência em seu universo na inclusão de negros.

Joaquim Barbosa foi uma calamidade para o Brasil no STF, e longe dele, arrecadando moedas em palestras, continua a projetar sombras nada inspiradoras.

É, como Moro hoje, o falso herói, condição fatal de todos aqueles que a plutocracia, para perpetuar sua predação, tenta transformar em ídolo popular.”

 

VIA

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terça-feira, 12 de junho de 2012

TED realiza evento no Brasil

Entidade sem fins lucrativos a TED (Tecnologia, Entretenimento e Design, em tradução livre), realiza nesta Terça-feira no teatro da Vila, na Vila Madalena em São Paulo, a partir das 18 horas, novo ciclo de palestras. O evento reunirá 21 novos palestrantes brasileiros das variadas áreas do conhecimento. O ciclo de palestras muito conhecido por apresentações rápidas disponíveis na Internet, foi criado em 1984 nos Estados Unidos, e com o tempo foram incluídos novos temas como o Negócios, Ciências e Assuntos Globais.
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ted Talk - A verdade sobre o que nos motiva [vídeo]

Uma palestra rápida, porém imperdível, sobre fatores motivacionais. Dan Pink, autor do livro, Drive -The surprising truth about what motivates us (Unidade - A surpreendente verdade sobre o que nos motiva), ressalta que os ditos fatores extrínsecos, já não correspondem às necessidades das pessoas no trabalho. Antigos conceitos de recompensa e castigo, limitam a capacidade criativa dos colaboradores, e influem diretamente nos resultados da organização. A filosofia do morde e assopra torna-se obsoleta, dando lugar a importância dos valores intrínsecos. O foco, agora, é a autonomia, o domínio, o propósito final. Oferecidos às pessoas enquanto estas realizam as tarefas sob sua responsabilidade.

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