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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Pesquisa do IBGE revela: há 4 anos extrema pobreza e desigualdade crescem no Brasil

Por Akemi Nitahara, repórter da Agência Brasil - A leve recuperação econômica observada nos últimos dois anos no Brasil não refletiu de forma igual entre os diversos segmentos sociais. Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todas as riquezas produzidas no país) cresceu 1,1 % em 2017 e 2018, após as quedas de 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016, o rendimento dos 10% mais ricos da população subiu 4,1% em 2018 e o rendimento dos 40% mais pobres caiu 0,8%, na comparação com 2017.
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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Política: para 4 em 5 brasileiros, fake news influenciaram eleições, aponta pesquisa

Por Talita Marchao, Folha Press (SP) - Quatro em cada cinco brasileiros acreditam que notícias falsas foram disseminadas para influenciar eleições, segundo uma pesquisa realizada pela Transparência Internacional. Os números constam no Barômetro Global da Corrupção: América Latina e Caribe, divulgado nesta segunda-feira (23) no mundo todo. No Brasil, a pesquisa foi realizada nos primeiros meses do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Pesquisa: Brasil tem a população que mais acredita em fake news no mundo

Por Maria Fernanda Garcia, no Observatório do Terceiro Setor - Segundo dados de uma pesquisa divulgada no fim do ano passado pelo Instituto Ipsos, os brasileiros são os que mais acreditam em fake news (notícias falsas) no mundo. De acordo com o estudo, no Brasil, 62% dos entrevistados admitiram já ter acreditado em alguma notícia falsa.
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Governo Bolsonaro: 'pesquisa CNI/Ibope foi feita antes do escândalo Coaf'

Via: O Essencial, publicado em 13/12/2018 - Segundo informações do Terra, a pesquisa CNI/Ibope sobre a expectativa dos brasileiros em relação ao governo Jair Bolsonaro foi realizada entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro, ou seja, antes de vir à tona o caso do ex-motorista do senador eleito Flávio Bolsonaro. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira, 13.
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terça-feira, 27 de março de 2018

Jurista e jornalista fazem fake news sobre presunção de inocência!

Por Lenio Luiz Streck, no Conjur - Para adoçar o gosto de quem costuma ler apenas o título ou o início de textos, aviso: o texto é sobre um advogado (José Cavalcanti Filho) e um jornalista (Merval Pereira), que publicaram fake news. Para usar a palavra da moda: horrível.
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Política: Pesquisa Ibope aponta que 90% não votariam em candidatos que apoiam o governo de Temer

Uma pesquisa realizada entre 09 e 17 de dezembro com usuários da internet das classes A, B e C, nas principais capitais brasileiras, e divulgada somente agora, revela que 90% dos eleitores não votariam em um candidato que defenda o governo Temer. Apenas 5% responderam que votariam em um defensor do presidente.
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sábado, 30 de dezembro de 2017

Pesquisa pública aponta as melhores séries de TV em 2017

O site IGN Brasil, um dos maiores da internet especializado em entretenimento, selecionou 40 opções de séries de TV e elaborou uma enquete junto aos seus fãs e leitores. A votação foi aberta no dia 13 e encerrou no dia 18 dese mês. Confira as 10 melhores de acordo com o resultado da pesquisa, que apontou também outras dez séries com obtiveram menção honrosa. Dentre elas, Dark, Sherlock, The Handmanid's Tale
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Brasil é o país com pior noção da própria realidade

Uma pesquisa realizada pelo instituto britânico Ipsos Mori em 38 países, que confrontou dados oficiais com a percepção dos entrevistados em temas como criminalidade e saúde, os brasileiros só ficaram à frente dos sul-africanos. O país com maior noção da realidade é a Suécia.
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sábado, 4 de novembro de 2017

Para mais e para menos - charge do Amarildo

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domingo, 4 de junho de 2017

Pesquisa mostra campeões na divulgação de fake news da semana: G1 e O Globo

Por Antonio Mello, em seu blog - O Monitor do Debate Político no Meio Digital é um projeto que mapeia as redes analisando e medindo o compartilhamento de notícias. Eles recolhem todas as matérias de política brasileira de 118 fontes de 82 veículos de comunicação. 
Esta semana monitoraram a divulgação das principais “fake news”.

Foram dois os boatos que tomaram as redes nos últimos dias:

1. “Delegado que investigava morte de Teori Zavascki é assassinado”

2.  “Irmão de Suzane Richthofen é retirado da Cracolândia” Quem foram os campeões na divulgação desses boatos?

O do delegado da PF: G1 (das Organizações Globo) com 14 mil compartilhamentos.O do irmão de Suzane: O Globo, com 47 mil compartilhamentos. Números completos:

Dois boatos divulgados inclusive pela grande mídia nos últimos dias. O primeiro é sobre a morte do delegado Adriano Antonio Soares que a imprensa erroneamente noticiou estar investigando a morte de Teori.

O segundo é sobre o irmão de Suzane Richthofen que foi detido na Zona Sul, mas grande parte dos veículos noticiou que ele fora encontrado na Cracolândia. Veículos que noticiaram o primeiro boato com variações da manchete: “Delegado que investigava morte de Teori Zavascki é assassinado”

1) Notícias Brasil Online: 14 mil compartilhamentos
2) G1: 14 mil compartilhamentos
3) Yahoo: 13 mil compartilhamentos
4) EM: 10 mil compartilhamentos
5) Veja: 10 mil compartilhamentos
6) Debate Progressista: 10 mil compartilhamentos
7) DCM: 9 mil compartilhamentos
8) Plantão Brasil: 8 mil compartilhamentos
9) Papo TV: 7 mil compartilhamentos
10) O Globo: 7 mil compartilhamentos
11) Infomoney: 7 mil compartilhamentos
12) Exame: 5 mil compartilhamentos
13) Diário do Brasil: 4 mil compartilhamentos
14) Folha Política: 4 mil compartilhamentos
15) Esquerda Valente: 3 mil compartilhamentos

Veículos que noticiaram o segundo boato com variações da manchete: “Irmão de Suzane Richthofen é retirado da Cracolândia”

1) O Globo: 47 mil compartilhamentos
2) IstoÉ: 20 mil compartilhamentos
3) Fernando Francischini: 17 mil compartilhamentos
4) Papo TV: 8 mil compartilhamentos
5) Diário de Pernambuco: 5 mil compartilhamentos
6) Notícias Brasil Online: 3 mil compartilhamentos
7) O Dia: 3 mil compartilhamentos
8) Extra: 3 mil compartilhamentos
9) JC Online: 1 mil compartilhamentos

Cabe esclarecer que muitos desses veículos publicaram notas de retratação, corrigiram a matéria e/ou a tiraram do ar.

Já está na hora de atualizar o refrão: O Povo não é bobo / Abaixo as Organizações Globo.

Fonte: Monitor do debate político no meio digital

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quinta-feira, 21 de julho de 2016

A Folha, Greenwald, e o acaso que fez o Tijolaço desmontar a farsa da pesquisa

Por Fernando Brito, no Tijolaço - "Não vou tirar “onda” de “jornalismo investigativo”. Até ontem, os resultados incongruentes do Datafolha, a mim e em muitos, provocavam estranhamento, mas não tínhamos de  onde puxar o fio. Quem “peitou” mesmo os resultados da pesquisa foram o Glenn Greenwald e o Erick Dau, que publicaram, sem meias palavras, que a pesquisa Datafolha estava sendo usada de forma fraudulenta.



E quando um jornalista lê algo corajoso assim deve – ou deveria – ficar com todas as antenas ligadas.

Foi o que aconteceu hoje, quando um amigo enviou-me o link dos questionários do Datafolha, enfim publicados no site do instituto.

Aparentemente, nenhuma novidade, números iguais.

Mas havia a frase perdida: 60% são favoráveis a nova eleição.

E o nome do arquivo, que terminava com um ‘V2.PDF’.

Lógico, segunda versão.

Então, conversando com um colega que havia acessado, mas não percebera a frase solta, a curiosidade, que matou o gato mas salvou o repórter, fez experimentar: V1.PDF; V0.pdf e só vo nome, sem versão.

E pronto, apareceram os parágrafos eliminados, as perguntas abduzidas, as tabelas sonegadas.
Perdoem-me os mais jovens, por terem de ir ao Google descobrir o que isso , não houve nada de Dick Tracy na história.

Sorte, um pouco  de palpite e, sim, mais ainda de “estar ligado” e ainda mais de não aceitar o que não faz sentido.

Quando se denunciou aqui a extensão do vazamento do poço da Chevron, na Bacia de Campos, também foi assim: nenhuma “inside information”, apenas o estranhamento da explicação da multinacional de que havia ocorrido uma “exsudação natural” de petróleo.

Daí em diante, trabalho: descobrir onde exatamente era o poço e ousar escrever para um “doido” que monitora as imagens dos satélites dando as coordenadas do local acidentado e receber de volta a foto da imensa mancha de óleo.

A Folha acabou por borrar-se e dar uma explicação que não convence nem mesmo crianças de cinco anos de idade.

Não há razão para louvor em boca própria que, ensinou Cervantes no D. Quixote, é vitupério, embora seja mentira se eu disser que a pouca vaidade não se excita ao ver El País registrar que o jornalão “pediu penico” sobre a maioria apoiar uma nova eleição admitindo que “a existência desta e de uma outra pergunta, a respeito da percepção popular sobre os procedimentos do impeachment, foram reveladas pelo site Tijolaço“.

Não seria verdadeiro e sincero nega-lo, mas seria igualmente falso não reconhecer que tive nisso a ajuda da Letícia Sallorenzo, que pacientemente listou, ontem, as perguntas “sumidas” do questionário do Datafolha, a Maria, que me avisou da matéria do The Intercept,  do Olímpio Cruz, que me mandou os links , do Fernando Molica, que não podia acreditar no que estava se passando e, sobretudo, a do Glenn Greenwald que “botou a cara” de um Prêmio Pulitzer à mercê dos problemas que enfrenta um jornalista que não se conforma em virar porta-voz dos poderosos.

E chega disso, porque  a gente aprendeu que “jornalista não é notícia”, assim como não é uma criatura especial, apenas outro trabalhador.

Mas é algo extraordinário o que nos permite um blog, uma publicação independente, sem preço de capa e sem patrocínio de quem quer que seja, exceto o chapéu estendido aos anônimos, quando a gente pode dividir cada hora, cada ato, cada acerto e cada erro com quem nos lê.

E reconhecer que o que a gente faz, afinal, pode ter alguma importância para a consciência coletiva."

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Como duas pesquisadoras estão derrubando clichês sobre a política no Brasil

Por Thiago Guimarães - da BBC Brasil, em Londres - "O brasileiro é racista e privilegia candidatos brancos ao votar. Políticos corruptos se mantêm no poder porque o eleitor é ignorante. Quem recebe Bolsa Família é conivente com o governo. ONGs são um ralo de dinheiro público no Brasil. Será?
A julgar pelos estudos de duas jovens pesquisadoras brasileiras em ciência política, não."

clichês da Política no Brasil

"Natália Bueno e Nara Pavão, ambas de 32 anos, se destacam no meio acadêmico no exterior com pesquisas robustas que desmistificam chavões da política brasileira que alimentam debates em redes sociais e discussões de botequim.

Natural de Belo Horizonte (MG), Natália faz doutorado em Yale (EUA), uma das principais universidades do mundo. Em pouco mais de oito anos de carreira, acumula 13 distinções acadêmicas, entre prêmios e bolsas.

A pernambucana Nara é pesquisadora de pós-doutorado na Universidade Vanderbilt (EUA). Soma um doutorado (Notre Dame, EUA), dois mestrados em ciência política (Notre Dame e USP), 16 distinções.

Em comum, além da amizade e da paixão pela ciência política, está o interesse das duas em passar a limpo "verdades absolutas" sobre corrupção, comportamento do eleitor e políticas públicas no Brasil.

Eleitor é racista?


O Brasil é um país de desigualdades raciais - no mercado de trabalho, no acesso à educação e à saúde. Atraída pelo tema desde a graduação, Natália Bueno verificou se isso ocorre também na representação política.

O primeiro passo foi confirmar o que o senso comum já sugeria: há, proporcionalmente, mais brancos eleitos do que na população, e os negros são subrepresentados. Por exemplo, embora 45% da população brasileira (segundo o IBGE) se declare branca, na Câmara dos Deputados esse índice é de 80%.

E como a diferença foi mínima na comparação entre população e o grupo dos candidatos que não se elegeram, a conclusão mais rasteira seria: o brasileiro é racista e privilegia brancos ao votar.

Congresso-Abertura

Para tentar verificar essa questão de forma científica, Natália montou um megaexperimento em parceria com Thad Dunning, da Universidade da Califórnia (Berkeley). Selecionou oito atores (quatro brancos e quatro negros), que gravaram um trecho semelhante ao horário eleitoral. Expôs 1.200 pessoas a essas mensagens, que só variavam no quesito raça.

Resultado: candidatos brancos não tiveram melhor avaliação nem respondentes privilegiaram concorrentes da própria raça nas escolhas.

Mas se a discrepância entre população e eleitos é real, onde está a resposta? No dinheiro, concluiu Natália - ela descobriu que candidatos brancos são mais ricos e recebem fatia maior da verba pública distribuída por partidos e também das doações privadas.

Políticos brancos também receberam, em média, R$ 369 mil a mais em contribuições de campanha do que não brancos. A análise incluiu dados das eleições de 2008, 2010 e 2014.

"Se a discriminação tem um papel (na desigualdade racial na representação política), ela passa principalmente pelas inequidades de renda e riqueza entre brancos e negros que afetam a habilidade dos candidatos negros de financiar suas campanhas", diz.

Corruptos estão no poder por que o eleitor é ignorante?


A corrupção é um tema central no debate político atual no Brasil. E se tantos brasileiros percebem a corrupção como problema (98% da população pensa assim, segundo pesquisa de 2014), porque tantos políticos corruptos continuam no poder?

A partir de dados de diferentes pesquisas de opinião - entre elas, dois levantamentos nacionais, com 2 mil e 1,5 mil entrevistados -, a recifense Nara Pavão foi buscar respostas para além do que a ciência política já discutiu sobre o tema.

Ato contra corrupção

Muitos estudos já mostraram que a falta de informação política é comum entre a população, e que o eleitor costuma fazer uma troca: ignora a corrupção quando, por exemplo, a economia vai bem.

"Mas para mim a questão não é apenas se o eleitor possui ou não informação sobre políticos corruptos, mas, sim, o que ele vai decidir fazer com essa informação e como essa informação vai afetar a decisão do voto", afirma a cientista política.

A pesquisa de Nara identificou um fator chave a perpetuar corruptos no poder: o chamado cinismo político - quando a corrupção é recorrente, ela passa ser vista pelo eleitor como um fator constante, e se torna inútil como critério de diferenciação entre candidatos.

Consequência: o principal fator que torna os eleitores brasileiros tolerantes à corrupção é a crença de que a corrupção é generalizada.

"Se você acha que todos os políticos são incapazes de lidar com a corrupção, a corrupção se torna um elemento vazio para você na escolha do voto", afirma Nara, para quem o Brasil está preso numa espécie de armadilha da corrupção: quão maior é a percepção do problema, menos as eleições servem para resolvê-lo.

Quem recebe Bolsa Família não critica o governo?


O programa Bolsa Família beneficia quase 50 milhões de pessoas e é uma das principais bandeiras das gestões do PT no Planalto. Até por isso, sempre foi vitrine - e também vidraça - do petismo.
Uma das críticas recorrentes pressupõe que o programa, para usar a linguagem da economia política, altera os incentivos que eleitores têm para criticar o governo.

Famílias beneficiadas não se preocupariam, por exemplo, em punir um mau desempenho econômico ou a corrupção, importando-se apenas com o auxílio no começo do mês.

Material de campanha

Deste modo, governos que mantivessem programas massivos de transferência de renda estariam blindados contra eventuais performances medíocres. Seria, nesse sentido, um arranjo clientelista - troca de bens (dinheiro ou outra coisa) por voto.

Um estudo de Nara analisou dados do Brasil e de 15 países da América Latina que possuem programas como o Bolsa Família e não encontrou provas de que isso seja verdade.
"Em geral, o peso eleitoral atribuído à performance econômica e à corrupção do governo é relativamente igual entre aqueles que recebem transferências de renda e aqueles que não recebem", afirma.

A conclusão é que, embora esses programas proporcionem retornos eleitorais para os governantes de plantão, eles não representam - desde que sigam regras rígidas - incentivo para eleitores ignorarem aspectos ddo desempenho do governo.


ONGs são ralo de dinheiro público?

Organizações de sociedade civil funcionam como um importante instrumento para o Estado fornecer, por meio de parcerias e convênios, serviços à população.

Diferentes governos (federal, estaduais e municipais) transferem recursos a essas entidades para executar programas diversos, de construção de cisternas e atividades culturais.
Apenas em nível federal, essas transferências quase dobraram no período 1999-2010: de RS$ 2,2 bilhões para R$ 4,1 bilhões.

Cisterna

Esse protagonismo enseja questionamentos sobre a integridade dessas parcerias - não seriam apenas um meio de canalizar dinheiro público para as mãos de ONGs simpáticas aos governos de plantão?
Com o papel dessas organizações entre seus principais de interesses de pesquisa, Natália Bueno mergulhou no tema. Unindo métodos quantitativos e qualitativos, analisou extensas bases de dados, visitou organizações e construiu modelos estatísticos.

Concluiu que o governo federal (ao menos no período analisado, de 2003 a 2011) faz, sim, uma distribuição estratégica desses recursos, de olho na disputa política.

"A pesquisa sugere que governos transferem recursos para entidades para evitar que prefeitos de oposição tenham acesso a repasses de recursos federais. Outros fatores, como implementação de políticas públicas para as quais as organizações tem expertise e capacidade únicas, também tem um papel importante."

Ela não encontrou provas, porém, de eventual corrupção ou clientelismo por trás desses critérios de escolha - o uso das ONGs seria principalmente parte de uma estratégia político-eleitoral, e não um meio de enriquecimento ilícito.

"Esse tipo de distribuição estratégica de recursos é próprio da política e encontramos padrões de distribuição semelhantes em outros países, como EUA, Argentina e México", diz Natália.

Corrupção é difícil de verificar, mas a pesquisadora usou a seguinte estratégia: comparou ONGs presentes em cidades com disputas eleitorais apertadas, checou a proporção delas no cadastro de entidades impedidas de fechar parcerias com a União e fez uma busca sistemática por notícias e denúncias públicas de corrupção.

De 281 ONGs analisadas, 10% estavam no cadastro de impedidas, e apenas uma por suspeita de corrupção."


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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Pesquisa: o perfil do manifestante da Avenida Paulista

O resultado da pesquisa realizada sob a orientação do filósofo Pablo Ortellado, da USP, e da socióloga Esther Solano da Unifesp, que reuniu dezenas de pesquisadores do núcleo de debates Matilha Cultural de São Paulo, você não verá nos principais jornais do país. Muito menos nas versões televisivas dos tradicionais canais de TV, como o Jornal Nacional da Globo, por exemplo.
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Protestos: pesquisa da USP mostra força da desinformação

Há muita gente que não dá credibilidade às pesquisas, principalmente se elas são encomendados por determinados institutos, cada qual com parâmetros próprios e diferentes pontos de localização dos entrevistados. Normalmente, essas pesquisas são conduzidas ao sabor do momento político, ou de acontecimentos que mobilizem a opinião de parte da sociedade, com algum manifesto público. No entanto, dizem os especialistas, elas dão suporte científico aos fatos e revelam questões particularmente importantes.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Celular: o inimigo noturno dos jovens e adolescentes

Um aliado durante o dia, à noite o celular pode se tornar um inimigo oculto para muitos jovens e adolescentes, roubando-lhes preciosos minutos de descanso. Sempre conectados, a maioria atrasa o sono usando o aparelho até tarde da noite. Prática que resulta em dificuldade de aprendizado e alterações de comportamento. Dormir mal continuamente, também é porta de entrada para outros males como gripes e resfriados constantes.
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sábado, 19 de julho de 2014

Os números, a realidade e a fantasia do último Datafolha

Paulo Nogueira, no DCM 

- Pesquisa é uma coisa interessante. Você interpreta os números como quer.
A última da Datafolha, por exemplo.
Vi, nos sites das grandes empresas de mídia, o absoluto destaque não para o primeiro turno, que é certo, mas para o segundo, que é incerto.

Por quê?



Porque, de acordo com simulações, tanto Aécio quanto Eduardo Campos diminuem num eventual segundo turno a distância que os separa de Dilma.

Aécio, especificamente, ficaria a 4 pontos percentuais: 44% a 40%. Como a margem de erro é de dois pontos para cima ou para baixo, isso configuraria um empate técnico.

Até Campos, que tem se arrastado na casa de um dígito, vira um candidato poderoso num segundo turno, conforme o Datafolha. Não chega a empate técnico, mas não está tão longe assim.

As simulações de segundo turno trouxeram euforia aos suspeitos de sempre. Praticamente foi esquecido o primeiro turno nos títulos. As chamadas eram variações em torno disso: “Dilma e Aécio tecnicamente empatados no segundo turno”.

De volta ao mundo real, as notícias relativas ao primeiro turno não são auspiciosas assim para os interessados na remoção de Dilma e do PT.

Os três principais candidatos ficaram mais ou menos onde estavam no Datafolha anterior.
Dilma apareceu com 36% das intenções. Aécio continuou com 20% e Campos com 8%.

Os dois somados não levariam a disputa para uma segunda rodada, portanto. Para chegar aos 36% necessários para isso, entraram diversos nanicos.

Até Emayel, que não pontuara em nenhum outro levantamento, contribuiu com seu 1% para que o total ficasse em 36% a 36%.

Vocês podem imaginar a alegria de certos comentaristas ao analisar – ou torcer, ou massagear – os números.

Revi, depois de longa data, Merval Pereira na Globonews. Acho que a última vez que o vira fora nas eleições municipais de 2002.

Terminado o jogo do Corinthians, ontem, zapeei, e fui dar numa reportagem da Globonews sobre a pesquisa.

Quem ouviu Merval saiu com a quase certeza de que Dilma está frita. A situação dela, disse Merval, não é apenas grave, no que diz respeito à tentativa de reeleição. É muito grave. É bastante grave.

O espectador crédulo poderia pegar suas reservas, depois de ouvir Merval, e apostar numa casa de jogo londrina contra Dilma. Faria um bom dinheiro.

O que você vê na mídia, a cada pesquisa, é algo muito mais ligado a torcida e vontade do que a jornalismo e realidade.

A real notícia por trás do último Datafolha é que ainda não está claro se haverá segundo turno.
Existe uma possibilidade grande que as coisas acabem no primeiro, até porque o tempo de Dilma no programa eleitoral é bem superior ao dos demais candidatos, e Lula no papel de cabo eleitoral pode fazer muita diferença.

Mas, mesmo tudo isso considerado, qualquer, é claro, pode acontecer. Aécio pode dar uma arrancada triunfal, e mesmo Eduardo Campos pode conseguir o milagre da multiplicação de votos.
Dilma, nestas circunstâncias, seria varrida.

Só que os números do Datafolha mostram outra coisa, por mais que sejam manuseados e apresentados de uma maneira peculiar para as pessoas.

Por ora, o que se tem não passa disso: não está claro se haverá segundo turno.

Fonte: DCM

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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Pesquisa Datafolha revela cenário estabilizado para a eleição presidencial

Pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quarta-feira (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” indica que a presidente Dilma Rousseff (PT) tem 38% das intenções de voto. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece com 20% das intenções de voto e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), com 9%.

política: Pesquisa eleições 2014-Guara
Dilma lidera em nova pesquisa Datafolha para eleição presidencial (ilustração; Pragmatismo)
No levantamento anterior do Datafolha, realizado no início de junho, Dilma tinha 34% das intenções de voto, Aécio, 19%, e Campos, 7%.

O percentual de entrevistados que disseram não saber em quem votar ou que não responderam passou de 13% para 11% entre a pesquisa de junho e a deste mês. Brancos e nulos eram 17%; agora são 13%.

O quarto colocado, pastor Everaldo (PSC), se manteve com 4% das intenções de voto, mesmo índice da pesquisa de junho.

Confira os números:

- Dilma Rousseff (PT): 38%
- Aécio Neves (PSDB): 20%
- Eduardo Campos (PSB): 9%
- Pastor Everaldo (PSC): 4%
- José Maria (PSTU): 2%
- Eduardo Jorge (PV): 1%
- Mauro Iasi (PCB): 1%
- Luciana Genro (PSOL): 1%
- Eymael (PSDC): 0%
- Levy Fidelix (PRTB): 0%
- Brancos/nulos/nenhum: 13%
- Não sabe: 11%


Informação: Redação Pragmatismo
Imagem; reprodução


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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Pesquisa revela rejeição ao voto obrigatório

Uma pesquisa do instituto DataFolha divulgada no domingo (11) pelo jornal Folha de São Paulo, revela que 61% dos eleitores brasileiros rejeitam o voto obrigatório previsto na Constituição. De acordo com informação do Jornal, nunca tantos foram contra esta obrigação. Atualmente o voto é facultativo só para os analfabetos, pessoas com idade acima de 70 anos e aquelas que tem entre 16 e 17 anos.
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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

CGU lança pesquisa para avaliar Portal da Transparência do Governo Federal

"Objetivo é verificar pontos fortes e fracos do Portal e mapear a prática do controle social, a participação política e o perfil dos usuários que o utilizam. A Controladoria-Geral da União (CGU) lança, nesta segunda-feira (09), pesquisa para avaliar o Portal da Transparência do Governo Federal."
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sábado, 14 de setembro de 2013

Os números não mentem: maioria quer democracia na mídia

"Pesquisa revela que não é a qualidade que define a audiência das TVs, mas a falta de opção. E que, apesar da propaganda contrária da imprensa, a maioria quer a democratização da mídia. - O debate em torno da democratização da comunicação acaba de ganhar um reforço importante.
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