sábado, 7 de julho de 2012

Duas regras de ouro para você lidar bem com o Dinheiro

Antes de mais nada, é bom lembrar que basta uma pequena pesquisa na grande rede para encontrarmos alguns cursinhos práticos que podem nos ajudar a lidar melhor com o vil metal. Deixo a dica logo a seguir. Antes, vamos considerar duas questões sobre finanças pessoais e como lidar com o dinheiro, ou a falta dele. De um modo que não resulte em traumas e dores de cabeça, no presente e no futuro.
Vamos pensar através do universo das pessoas que produzem dinheiro com o fruto do seu próprio trabalho. Pois não se conhece ainda outra forma de se juntar dinheiro. A não ser que a sorte venha bater a nossa porta com um prêmio na loteira, ou uma herança inesperada de uma fortuna de algum parente rico. Dizem que há outras hipóteses. Como casar com mulher (homem) rica, fazer sucesso na carreira política, ou lançar-se no mundo dos negócios. Porém, não cabe considerá-las, posto que para a grande maioria são hipóteses com remotas chances de acontecerem.
        
A primeira questão vem de longa data, desde o início das lides com pequenas mas importantes consultorias financeiras, uma das múltiplas funções que exerci na profissão de bancário. Trata-se de uma questão comportamental, que diz respeito a nossa atitude em relação ao dinheiro. Se resume em determinar quem é o senhor e quem é o escravo nessa história. Algo tão sério que tem levado a maioria das pessoas a uma existência sem sentido. Tanto que muitas religiões costumam arrebanhar ovelhas com base na teoria da prosperidade financeira. O que na realidade não conduz ao verdadeiro estado pleno de felicidade, pois o dinheiro é um meio e não um fim. Mensurar a felicidade apenas em relação a quantidade de  dinheiro que podemos dispor é perigoso e temerário. Há coisas que o dinheiro não pode comprar, e que certamente são imprescindíveis para sermos felizes de verdade. Entretanto, esse aspecto depende dos princípios de cada pessoa, portanto merece um pouco mais de reflexão.

A segunda questão, é relativa ao poder aquisitivo de cada um no presente momento. Na verdade uma lição conhecidíssima. Nunca gastar um dinheiro que não existe, isto é, aquele que não se ganhou ainda. E podemos acrescentar, se esforçar para poupar, sempre que houver possibilidade. De uma forma que isso se torne uma hábito tão normal quanto o ato de escovar os dentes, por exemplo. Mas, tudo dentro do limite, sem comprometer o orçamento doméstico. Onde são previstas despesas inadiáveis, como alimentação, vestuário, moradia, transporte, e outros gastos básicos necessários a sobrevivência. Esta, é uma regra geral difundida pela maioria dos especialistas em finanças pessoais. Poupar pelo menos 10% daquilo que se ganha, deveria se tornar uma ação corriqueira, muitas vezes negligenciada pela maioria das pessoas que percebem uma quantia "x" periodicamente. 

Dessas duas questões podemos retirar duas regras de ouro. Fundamentais para se dar bem com o dinheiro e viver com mais tranquilidade. Primeira: nunca gastar além do que se ganha. Segunda: Poupar. Repito, uma quantia pequena que seja, pois o que importa é adquirir o hábito constante, deixando em segundo plano os gastos com supérfluos. É importante definir o que é necessidade e o que pode ser descartado. A primeira regra exige disciplina e sacrifício. Nada cai do céu de graça. Só a chuva. E às vezes, quando é demais causa desgraça. A segunda, exige a consciência de que aquilo que se planta no presente, colhe-se no futuro. O prazo somos nós que determinamos. Simples assim.


Quando o assunto é dinheiro, não existe mágica. É preciso estar preparado para as batalhas comuns que se apresentam no cotidiano. A começar por fazer um curso básico sobre finanças pessoais. Uma boa dica está na página de cursos gratuitos da FGV, e outras em Cursos24horas, com várias opções para o auto-desenvolvimento pessoal, com o pagamento de uma pequena taxa, mas que vale a pena (lembre-se do que foi dito acima). No mais, mire-se no exemplo de pessoas que buscaram transformar um sonho em realidade e conseguiram. Elas foram à luta, passo a passo, até chegar ao ponto onde determinaram chegar. Ou você acha que se conquista a independência e a glória sem luta?    

Imagens: Getyy Images 
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