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Sábado, 11 de Julho de 2009

A historia real e virtual do dinheiro.

Dizem as boas e más línguas que o atual sistema bancário teve origem em um tempo muito distante. Mais precisamente lá na idade média, nos tempos das cruzadas que foram criadas pela Igreja católica visando resgatar o poder da religião como legítimos representantes do
cristianismo. Foi durante este período que surgiram os Templários, e com eles a lenda que teriam sido eles os precursores do sistema de empréstimos com cobrança de juros em moeda corrente, com caução de bens como garantia emitindo recibos, que no futuro viriam a ser chamados de cheques.
Daí em diante os chamados "pobres cavaleiros de Cristo" ou monges guerreiros do Templo tornaram-se ricos e poderosos dominando o poder através de grandes riquezas quer em moeda, quer em bens imóveis representados pelas terras conquistadas em batalhas. Pois bem, entre Reis e papados estava instalado um terceiro poder: o dinheiro.
Interessante notar como reza a história, muitos Reis já haviam tomado empréstimos junto àquela que se tornara a mais importante organização depois do Estado representado pelos Reis, e a Igreja representada pelos papas cujo poder teria origem na fé do povo através da religião mais precisamente do cristianismo, e como disse, proclamava-se seu verdadeiro representante.
Como os grandes bancos em nossos dias, àquela ordem de guerreiros surge como detentora do monopólio da moeda ou do dinheiro, como queiram.
Ressalvadas as lendas relativas ao poder, de lá pra cá o "vil metal" como já fora chamado, o dinheiro como poder de compra e formas de adquirí-lo passou por várias transformações. Após a época da simples troca de produtos ou mercadorias na forma chamada de "escambo", passou a forma de papel, como ainda o é nos dias de hoje, em substituição às pesadas moedas de metal (ouro, prata ou cobre) difíceis de guardar e carregar.

A verdade é que em dias incertos como os que vivemos hoje nossa relação com o dinheiro passa pela real necessidade de administrá-lo, conscientes da quantia real que temos em mãos. Isto é, definir nossas reais necessidades, e gastar bem o valor real que dispomos e não gastar o dinheiro que não temos lançando mão de um empréstimo que irá beneficiar somente a quem empresta. Pelo qual você irá pagar um valor maior do que àquele que realmente é, pela inclusão dos juros exigidos na tomada desse empréstimo.
Pensando bem. Se você economizar, digamos metade da parcela que você julga que pode pagar durante um certo período, então em muito menos tempo você terá a quantia exata para comprar o bem que você quer adquirir. Lógico, não é?
A história do dinheiro através dos tempos é realmente interessante. Quanta informação que ignoramos para que possamos definir racionalmente o valor real do dinheiro sem se deixar envolver emocionalmente pelo consumismo que é a praga que destrói a moeda seja ela qual for.

Tanto para quem tem e para quem não tem a preocupação é a mesma. Como conservar o valor que ele representa? Como conquistar uma quantia maior para quem só trabalha para ganhá-lo? Quem na verdade controla a soma indecifrável e volátil do grande bolo de dinheiro que existe?

Veja neste artigo de Newton Freitas, mais sobre a história e quem na verdade controla o poder do dinheiro.

Leia também no Portal da Economia, a evolução da história e também sobre, cartão de crédito, cheques, reformas monetárias, etc.

Pra ajudar no raciocínio, veja o quanto é perverso o sistema monetário para quem toma dinheiro emprestado e quem manipula a circulação da moeda.
Pense duas vezes em contrair uma dívida. Seja dono do seu próprio nariz em relação à suas posses.
Assista as duas primeiras partes deste vídeo esclarecedor que irá ajudá-lo a formar melhor uma opinião mais verdadeira.







Segue os links das outras partes:

http://www.youtube.com/watch?v=DmZMzzlAAqk
http://www.youtube.com/watch?v=dJ6DqWIt-B4
http://www.youtube.com/watch?v=7kpSbkaD4tM

Canal: Amhiro.

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O guru de Bill Gates.
Planejamento financeiro pessoal.

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Alterações na Lista dos Pecados capitais.

Na verdade eu estava procurando subsídios e ensinamentos para tornar o Blog do Guara um Blog original e autêntico. Buscando informação sobre regras de bom comportamento na Blogosfera encontrei um importantíssimo post no Viamão Lotado, um metablog de peso que faz jus ao seu próprio subtítulo. Este trás informações relevantes quanto ao ato de "criar" postagens cometendo pecados capitais que nem a mais rigorosa penitência poderia demover o perdão e a legitimidade de um blog perante a conduta exigida pela grande rede, e notadamente pelo soberano Google principal controlador de conhecimento, informações e idéias colocadas na WEB relativas a veracidade, a originalidade e a duplicidade de matéria ou conteúdo.

Mas, como se diz comummente, "mirei no que vi e acertei no que não vi".
Me deparei com a notícia de que a lista dos sete pecados capitais preconizados pela Igreja Católica, sofreria uma alteração em virtude da globalização e do próprio comportamento moral da humanidade diante das transformações criadas com novas descobertas da ciência, do descaso do homem pela natureza, do desrespeito a conceitos fundamentais voltados à própria consciência humana como aborto, eutanásia, pedofilia, a proliferação do uso de drogas, o enriquecimento ilícito, e a poluição ambiental.
Na verdade, o que me chamou a atenção é que não houve uma alteração e nem sequer uma ampliação nesta lista. O que houve sim foi uma interpretação errónea da mídia em geral até mesmo da BBC e de vários blogueiros ao divulgar ou comentar o que seria pior que citar a fonte da informação de uma entrevista concedida pelo Monsenhor Gianfranco Girotti ao Jornal do Vaticano chamado Osservatore Romano. Isto ocorreu em março de 2008, portanto há mais de um ano. Mas como mencionei, o que chamou atenção é que não existe uma nova lista dos consagrados pecados. Girotti apenas tomou como base esses que seriam a cabeça de novos comportamentos iníquos dos homens atentando contra a sociedade, contra o planeta, contra si mesmo e seu semelhante. Veja a íntrega da entrevista e tire suas conclusões.

Quero dizer que sou contra qualquer forma de doutrinação e muito mais a divulgação de forma inequívoca de qualquer informação que gere em vez de luz, escuridão.
Portanto, creio que a Igreja católica como instituição religiosa ao determinar fórmulas ou práticas voltadas ao espírito ético e comportamental das pessoas, age levando em conta o ideal de educar pela virtude da fé, esperança e caridade. Salvo o ponto de vista de outras instituições religiosas.

Com sinceridade, eu não lembrava dos sete: gula, luxuria, avareza, ira, soberba, vaidade, e preguiça.
E aí conheci os outros, na interpretação da mídia: fazer modificação genética, poluir o meio ambiente, causar injustiça social, causar pobreza, tornar-se extremamente rico, usar drogas.

Então, levante a cabeça. Pense nas pessoas que você conhece. Pense nas instituições e no governos do mundo.

Há muita gente condenada a arder no mármore do inferno! Ou, a ser esquecido no limbo da
da Blogosfera.

Veja uma opinião de quem é do ramo: prof. Felipe Aquino.

Postagens relacionadas: Acídia: você sabe o que é isso?

Domingo, 5 de Julho de 2009

A internet no futuro e a Realidade aumentada.

Fatos que poderão acorrer no mundo da tecnologia e o que já está acontecendo.
É espantosa a rapidez da evolução da inteligência humana, utilizando-se do instrumental da computação gráfica que acrescenta elementos virtuais ao mundo real. É a chamada realidade aumentada.
Não tem saída. Grandes corporações irão desaparecer sendo absorvidas por outras maiores.
Conhecimentos se tornarão obsoletos dando lugar a novos métodos de inter-relacionamento entre as pessoas.
Veja os vídeos e tire suas próprias conclusões.







Veja também: Animação da Disney Pixar no topo.
Acontecimentos em tempo real.

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Receita de um Bar com nome pra lá de criativo.

Não fosse pelo nome, o Bar da Dona Onça não faria tanto sucesso quanto à receita do picadinho que ele serve.
Verifique os ingredientes utilizados para o preparo deste magnífico prato. Me chamou atenção e despertou minha curiosidade, alguns termos utilizados no preparo desta iguaria.
Confesso recolhido a minha humilde insignificância que não conhecia termos como Tartar, que eu pensei ser uma coisa, e é outra.
Dado aos inescrutáveis significados das palavras da língua portuguesa com relação àquilo que realmente representam, cá pra nós sem uma precisa informação, "Dona onça" é o termo ou codinome pejorativo usado para se referir àquela pessoa que espera em casa, quando se resolve participar do happy-hour da sexta-feira com os colegas do trabalho. Trata-se nada mais nada menos do que a digníssima esposa de cada um. Não só "Dona onça", na verdade a Dona de tudo. Àquela que é verdadeiramente a merecedora de atenção, carinho, afeto, e respeito não obstante o termo bem humorado em referência, e que certamente poderia poderia ser aplicado genericamente como "Dom Onço" ou "Dom Tigre", como queiram já que o happy-hour diz respeito a ambos os sexos. Nos dias de hoje, é essa minha opinião.
Segue a receita, ressalvados termos reservados aos grandes gourmets, que eu desconhecia como: tomate concassé, glace de carne, flor de sal, pimenta biquinho, bowl...

Picadinho do Bar do Onça.

Janaína Rueda, chef do restaurante Bar da Dona Onça -que fica no Edifício Copan, em SP- ensina a receita do picadinho servido na casa.

200g de filé mignon cortado na ponta da faca
2 colheres de sopa de ervilha fresca
2 colheres de sopa de tomate concassé
1 cebola pequena
um pouco de caldo de frango
glace de carne (pode substituir por caldo de carne dissolvido em 1/2 copo de água)
cebolinha e cheiro verde a gosto
2 colheres de sopa de azeite

Preparo: Refogar a carne no azeite, cebola e flor de sal. Acrescentar a glace de carne e o caldo de frango, a ervilha, o tomate, salsinha e cebolinha a gosto.

Tartar de banana
Em um bowl, colocar 1 banana nanica cortada em quadradinhos bem pequenos. Acrescentar uma cebola roxa pequena, algumas gotas de vinagre branco, 1 colher de azeite e pimenta biquinho cortada. Misture bem os ingredientes. Tempere com flor de sal, cheiro verde e cebolinha.

Sirva o picadinho com arroz branco, caldo de feijão, farofa, ovo frito e o tartar.

Siga o video para mais informação. Verifique o o tal "tartar", tal qual o ovo frito são acompanhantes que podemos apreciar sem dúvida nenhuma.







Fonte: TV uol.

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Por que o queijo light é mais caro.

Para iniciar com bom humor este frio mes de julho.



Via: Dzaí.