terça-feira, 2 de setembro de 2014

Eleições 2014: Resumo do segundo debate com os candidatos à Presidência no SBT

No começo da noite desta segunda-feira (01), nos estúdios do SBT (Sistema Brasileira de Televisão) foi realizado o segundo debate entre os candidatos à Presidência das eleições de 2014. Presentes: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB). Confira abaixo os principais destaques do debate. 


19:36 – Pastor Everaldo volta a dar indiretas em Marina Silva ao fazer suas considerações finais: “Sou contra o aborto, sem necessidade de plebiscito. Sou contra a legalização das drogas. Sou a favor do casamento entre homem e mulher. Sou a favor da redução da maioridade penal. Sou a favor da liberdade de imprensa sem marco regulatório”.

19:35 – Luciana Genro faz suas considerações finais: “As lutas das juventude e do povo mostram que o povo quer seus direitos, que o povo não quer mais casos como o do Amarildo e da Claudia. Por isso peço seu voto e peço oportunidade para uma esquerda coerente. Direitos humanos não se entregam, não se negociam”.

19:34 - Aécio Neves faz suas considerações finais: “O governismo fracassou e irá entregar um país pior do que o de quatro anos atrás. Não abro mão de repetir e reiterar que acredito nas boas intenções da candidata Marina, mas ela não consegue sustentar as incongruências em seu projeto, que defende teses que ela combatia anos atrás.”

19:33 - Dilma Rousseff faz suas considerações finais: “Quando defendo com ênfase as realizações do meu governo, pode parecer que estou plenamente satisfeita. E não estou. Há avanços a ser feitos. Fui eleita para dar continuidade aos avanços do governo Lula. Preparamos um Brasil mais moderno, competitivo, com mais oportunidades de gerar empregos de maior qualidade. Fui eleita para garantir saúde, educação e segurança, e quero ser reeleita por isso.”

19:32 - “Não estou aqui para ganhar nada, seu Kennedy Alencar. Estou para defender o povo”, afirma Levy Fidelix, ainda incomodado com a pergunta do jornalista.

19:30 – Marina Silva faz suas considerações finais: “Quem vai ganhar não são as novas estruturas, mas uma nova postura de estar aberta ao diálogo, não fazendo só o embate político. É fundamental que os brasileiros não percam a esperança. Há um esforço de fazer com que você se encolha de medo.”

19:25 - Termina o terceiro bloco.

19:24 - Levy (foto): “Sei que não tenho condições de ganhar, mas posso colocar o dedo na ferida”.


19:20 - Pastor Everaldo dirige-se a Levy Fidelix: “Vivemos um câncer na sociedade que é a corrupção. Lamentavelmente, ouvimos a frase: nunca se prendeu tanto no Brasil. Na verdade, nunca se prendeu tanto porque nunca houve tanta corrupção”.

19:20 - "O senhor vai baixar os juros para 5% ou 6%? Vai redistribuir esse dinheiro para os trabalhadores?", provoca Eduardo Jorge, dirigindo-se a Everaldo.

19:19 - Aécio: "Quero que os juros praticados pelo BNDES possam ser praticados por toda a economia. Existe uma proposta oficial que fracassou, e mais de 70% da população quer mudanças. Eu não estou me convertendo a teses que eu combatia no passado".

19:18 - Eduardo Jorge pergunta para Aécio: "O senhor defende baixar os juros, assim como o PV?"

19:16 - “O senhor tem memória fraca”, replica Dilma. “O governo federal deu apoio financeiro a Minas Gerais para a construção de presídios e, no caso do transporte público, o senhor se esquece de que temos parceria com o estado de Minas em todas as obras de mobilidade urbana. O metrô de Belo Horizonte e o monotrilho de São Paulo só foram realizados graças ao financiamento do governo federal.”

19:12 - Aécio: "O mais valioso da política é o tempo. O PT perdeu um longo período em que poderia fazer investimentos, mas o marco regulatório do setor ferroviário nem sequer foi aprovado".

19:10 - "É essencial fazer parceria com estados e municípios. O governo atrasou as parcerias e repasses. Os transportes só habitam o programa eleitoral do PT. Depois de 12 anos, a maioria das obras de mobilidade não está pronta. Temos que pensar em sustentabilidade, e a mobilidade sobre trilhos é um caminho", afirma Aécio.

19:09 – Levy pergunta sobre mobilidade para Aécio Neves e chama o jornalista Kennedy Alencar de “língua de trapo”.

19:08 – Dilma dirige comentário para Marina: “O maior risco que uma pessoa pode correr é não se comprometer com nada. Ter só frases de efeito e frases genéricas. O que ocorre quando se é presidente da República é que você tem que explicar como vai fazer, porque terá de fazer já no dia seguinte. Não basta dar uma lista de coisas do que se pretende. E eu acredito que ainda falta muita coisa para fazer no Brasil. Sei disso porque tentei fazer todos os programas de educação, saúde, mobilidade”.

19:07 - "Nós defendemos a autonomia do Banco Central", explica Marina Silva (foto).


19:06 – “Não somos nós, os presidentes, que escolhem os bons. Quem escolhe é o povo brasileiro, por eleição direta”, afirma Dilma.

19:04 – “Quanto à mudança, foi em função a um erro que a equipe fez no processo. Nós defendemos os direitos humanos”, defende-se Marina.

19:04 – “O que eu falo, falo pelas minhas convicções. Há uma visão equivocada de que as convicções são porque você está deste ou daquele lado. Aliás, você tem a mesma visão da polarização do PT e do PSDB. Eu tenho as convicções de que preciso manter as conquistas e corrigir os erros", afirma Marina.

19:03 - “Marina, não se pode governar para o povo e para o capital. Não se pode fazer nova política cedendo aos banqueiros, propondo autonomia do Banco Central. Não durou nem 24 horas e quatro tuítes do Malafaia o seu compromisso com o casamento igualitário e com a política de combate à homofobia nas escolas.”

19:02 - Marina Silva afirma: "Teremos uma atitude de reconhecer os ganhos históricos da realidade brasileira. Reconhecemos que a estabilidade econômica foi uma conquista. Queremos recuperar sim o tripé da política macroeconômica, algo que digo desde 2010. Vamos manter as conquistas da política econômica do governo Fernando Henrique e as conquistas da política social do governo Lula, que estão sendo destruídas pelo governo Dilma".

19:01 – Luciana Genro (foto) pergunta para Marina Silva: “A receita do PT deixou o País doente, entramos em recessão. A dos tucanos não é melhor. E a sua parece muito com a deles. A senhora é a segunda via do PSDB?”


18:59 – “A Petrobras hoje paga caro pela escolhas que fez. Empresas que foram compradas por valores que a sociedade conhece e hoje estão sendo investigadas”, diz Marina, referindo-se à refinaria de Pasadena", diz Marina.

18:58 - Dilma: "O pré-sal é um dos maiores patrimônios do povo brasileiro. Outras riquezas existem, mas o pré-sal deve ser explorado para termos educação e saúde de qualidade. Isso só o pré-sal, em termos de riqueza, pode dar ao Brasil. É mais de R$ 1 trilhão do qual não podemos abrir mão. No ano que vem seremos o País com a segunda maior produção eólica do mundo. O petróleo não pode ser demonizado como a senhora faz”.

18:57 - “Além do pré-sal, que é uma riqueza necessária, que deve ser explorada com todo o cuidado, não podemos ter uma visão de ficar apenas onde a bola está. É preciso ir para onde a bola vai estar, buscar novas fontes de energia. E o Brasil tem grande potencial de biomassa, de energia eólica. Queremos combinar as duas coisas. O Brasil já é gigante pela própria natureza”, afirma Marina.
18:56 - Dilma pergunta para Marina: “Seu programa de governo tem apenas uma linha para o pré-sal, e a senhora disse que ele é uma estratégia errada. Por que esse desprezo com o tema?”
18:55 - Começa o penúltimo bloco do debate, em que candidatos perguntam uns aos outros.

18:51 - Carlos Nascimento termina o segundo bloco dizendo que o debate entrou para os assuntos mais comentados do Twitter mundial.

18:49 - Eduardo Jorge (foto), que deveria comentar a resposta, começa sua tréplica com: "Não tenho nada a ver com isso".


18:48 – Kennedy Alencar cita as dez candidaturas de Levy Fidelix no passado e pergunta sobre acusações de que seu partido seja oportunista. “Esse é um ponto fora da curva. E uma perseguição aos partidos tidos como pequenos”, responde o candidato.

18:47 - Luciana Genro: “É claro que o candidato Aécio vai dizer que desconfia de quem diz que vai governar para o povo, porque o PSDB só governa para as elites. Estamos hoje com uma situação em que os ativos dos maiores brancos são 74% maiores que os ativos das maiores empresas”.

18:45 – “Desconfio de quem diz que defenderá o povo e proponho um projeto que vai permitir o encerramento deste ciclo de governo que fracassou. A recuperação da nossa indústria. Um projeto que substitua o aparelhamento da máquina pública pela meritocracia, como fizemos em Minas Gerais. Todos os compromissos que assumi são factíveis”, comenta Aécio.

18:45 - Luciana Genro: "Sempre respondo que, para defender os interesses do capital de bancos, já temos Dilma, Aécio e Marina. Eu defendo os interesses do povo, que está endividado".

18:45 - Fernando Canzian pergunta a Luciana Genro: "Suas propostas são populistas?"

18:43 - Luciana Genro volta a se referir a Dilma, Marina e Aécio como "os três irmãos siameses".

18:42 - "Nossas famílias dependem do casamento entre homem e mulher. Sou contra o aborto, sem necessidade de plebiscito. Isso é o que defendo com coerência. Eu sou claro e coerente nas minhas defesas", afirma o Pastor Everaldo (foto), referindo-se à fala anterior de Marina Silva.

18:41 - Aécio comenta citando a aprovação da Lei Maria da Penha e muda de assunto para falar de penitenciárias.

18:40 - "Nunca agredi ninguém", reafirma Pastor Everaldo (foto), sobre acusações de ex-namorada.


18:40 - Fernando Rodrigues pergunta a Pastor Everaldo sobre acusações de agressão a ex-namorada. “Eu, como todos que casam, desejo manter o casamento. Fui casado por 22 anos com a mãe dos meus filhos, mas não tive o êxito dos meus pais que ficaram casados por anos. Depois do meu casamento, tive um relacionamento com a pessoa citada e, por unanimidade, o Tribunal de Justiça julgou totalmente procedente essas alternativas. Hoje sou bem casado com a cantora Ester que está aqui na audiência. Minha política será sempre em favor da família, que é um bem maravilhoso.”

18:37 – “Isso é covardia dos governantes brasileiros”, comenta Eduardo Jorge.

18:36 – Marina responde: “Quando entrei no PV, pedi que se fizesse uma cláusula de consciência em relação a alguns temas que eu pessoalmente não defendo, como a questão do aborto. O que eu defendo é que esse debate seja feito com cuidado e responsabilidade. Não é fácil, pois envolve questões éticas, morais e filosóficas. Em vez de discutir o mérito, vai para o rótulo. Eu não satanizo ninguém que defenda a legalização das drogas ou o aborto. O que eu quero é, através de um plebiscito, chegar a uma conclusão sobre esses temas”.

18:34 – Patrick Santos pergunta a Eduardo Jorge sobre a legalização das drogas e o aborto e menciona a diferença dada aos temas nas campanhas de 2010 e 2014. “Era uma coligação entre o PV e a Marina Silva. Naquela época, para podermos fazer a coligação com a Marina, não foi possível incluirmos esses temas, mas eles continuaram no plano do PV. Sempre estiveram nos nossos planos, e agora puderam surgir. Como médico da saúde pública, defendo isso e sempre defendi. Fui o deputado que apresentou o projeto de legalização e regulamentação. Fui o primeiro a discutir que mulheres que interrompessem a gravidez não poderiam ser consideradas criminosas”.

18:33 – Aécio: “Nenhum desses instrumentos funcionou para nenhuma dessas denúncias.
Todas foram apresentadas ou pela imprensa ou pela polícia federal. O governo da candidata Dilma em vez de permitir que as CPIs corressem de forma adequada, tenta manipular as informações e agora um dirigente de empresa deixa seu cargo quase como uma confissão”.

18:31 – Dilma comenta: “É importante lembrar que no meu governo e no de Lula nós fortalecemos a Polícia Federal, que conduziu 600 investigações contra a corrupção. Criamos a comissão de combate à lavagem de dinheiro. Respeitamos a autonomia da Procuradoria Geral da República, e não fizemos a prática errada de esconder processos. Além disso, quero dizer que a corrupção jamais foi varrida para baixo do tapete no meu governo”.

18:30 - Kennedy Alencar pergunta a Aécio (foto) se o PSDB é conivente com a corrupção. “No caso do PT, houve uma condenação da maior corte brasileira, mas a reação do PT não ajuda no sentimento e no entendimento das novas gerações de que existe uma mesma justiça para todos. Tenho dito que vamos construir um novo círculo de governança que valorize a meritocracia, em que todas as denúncias sejam investigadas. Eu tenho absoluta segurança de que o Brasil, a partir de janeiro, vai viver um novo ciclo em que as denúncia sucessivas que acometem o governo serão superadas.”


18:29 – “Propor a privatização do Banco Central só dificultará o controle dos índices econômicos”, replica Dilma, referindo-se às propostas econômicas de Marina. “Lembro daqueles que disseram que a Copa iria dar errado. Ela pode ter dado errado dentro do campo, mas não fora, porque o governo e os brasileiros garantiram seu sucesso. O pessimismo não é forma de começar, porque você começa desistindo.”

18:28 – Marina comenta: “Dilma se elegeu dizendo que ia controlar a inflação, aumentar o crescimento. Hoje a população paga um preço muito alto pela péssima qualidade dos serviços prestados. É só ver as manifestações que aconteceram em junho. Quando vai bem, os louros vão para o seu governo. Quando vai mal, a culpa é da crise internacional.”

18:26 – Dilma Rousseff responde a Fernando Canzian, que associa a queda na atividade econômica e às pesquisas eleitorais: “A inflação hoje está próxima de zero e, ao mesmo tempo, o crédito está sendo ampliado. A Bolsa se valoriza em sete meses consecutivos e o Brasil está entre os que mais recebem investimentos. Mas a economia internacional ainda não se recuperou da crise: os EUA tiveram crescimento negativo, assim como Japão e Alemanha. Isso demonstra que a crise não acabou. Eu considero que enfrentamos a crise sem desempregar nem arroxar salários.”

18:24 – Marina: “A Receita Federal é testemunha de que pago todos os meus impostos com transparência. O que poderia ter sido feito é um comparativo com outras lideranças políticas que fazem palestras, assim como eu, de forma legal, como é o caso de Lula e FHC. Vamos comparar as palestras que dei com outras lideranças para não termos duas medidas. Busco a transparência e eles deveriam estar também nos R$ 500 bilhões destinados ao BNDES sem estar no orçamento público”.

18:23 – Dilma comenta: “Quando se assume um cargo público, a transparência é uma necessidade, tanto que divulgamos nosso Imposto de Renda. É uma exigência nova na política brasileira e muito bem vinda. A questão da governabilidade inclui transparência. Nenhum exercício de democracia se torna problemático”.

18:21 - Marina se defende: “É preciso separar minha vida privada do exercício da minha atividade profissional. Um contrato de confidencialidade é uma exigência das pessoas que contratam o meu trabalho. Eu não tenho nenhum problema em que sejam reveladas as empresas que me contratam. Todo mundo sabe que dou palestras para levar a mensagem do desenvolvimento sustentável pelo Brasil. É porque quero renovar a política que nunca me submeti à lógica de buscar cargos públicos para sobreviver. A vida toda trabalhei como professora.” “Se as empresas que me contrataram quiserem revelar esses dados, eu não terei nenhum problema com isso."

18:20 – Pergunta Fernando Rodrigues para Marina Silva: “A senhora recebeu cerca de R$ 1,6 milhão por conta de palestras proferidas e não revela as empresas que pagaram esse dinheiro. Nesse período, tentou criar a Rede e não conseguiu. Esse tipo de transparência se enquadra na nova política que a senhora defende?”

18:19 - No segundo bloco, jornalistas fazem perguntas aos candidatos e escolhem outro para comentar.

18:15 - Fim do primeiro bloco.

18:14 - “Os três irmãos siameses não vão e não querem auditar a dívida pública. Esse dinheiro está indo pra enriquecer um punhado de milionários”, afirma Luciana Genro.

18:13 - Luciana Genro defende auditoria da dívida pública: “O problema da política econômica é o que unifica os três candidatos do sistema: Dilma, Aécio e Marina. A conta de juros é o grande fator de desequilíbrio. Nós temos uma situação em que 40% do orçamento do Brasil vão para sustentar as 5 mil famílias mais ricas, as credoras dessa dívida pública junto com os bancos. O Brasil faz há 20 anos superávit primário, o que significa que o dinheiro pago em impostos é economizado para atender aos interesses dessas famílias e dos bancos. Enquanto isso, a saúde não recebe sequer 5% do orçamento do Brasil. O PSOL defende uma auditoria da dívida pública para averiguar tudo o que compõe este sistema”.

18:12 - "Temos aqui uma candidata que anda muito com sonegadores", acusa Levy Fidelix.

18:11 - "Devemos privatizar as penitenciárias, reduzir a maioridade penal, melhorar o policiamento das fronteiras, melhorar a educação. Os que praticam a morte com apenas 16 anos, devem ser punidos com a maioridade penal reduzida", afirma Levy.

18:09 - "É um absurdo o policial ganhar pouco mais de mil reais e ter de esperar anos para conseguir alcançar certa situação econômica. Temos de resolver essa questão dando mais dinheiro para melhorar as penitenciárias e combater o narcotráfico", diz Levy, enfim falando do assunto questionado.

18:08 - Pastor Everaldo pergunta a Levy sobre suas propostas para a segurança pública, mas o candidato muda o assunto para a privatização da Petrobrás.

18:05 – “Nós sabemos que o Pacto Federativo está destruído. A família brasileira tem não só essa carência de saneamento, nós vamos lutar para que esses recursos cheguem nas prefeituras para que possam ser tomadas providências. A família vem sido atacada não só por saneamento, mas na esquina o cidadão não pode andar, porque o bandido está solto. Hoje temos o problema da maioridade penal, assassinos e estrupadores, e a família fica à mercê da violência neste país. A família tem sido atacada em todos os sentidos. E ela tem de ser preservada”, afirma o Pastor.

18:04 - Marina Silva dirige sua pergunta ao Pastor Everaldo: "Temos uma triste realidade em que metade dos municípios não têm saneamento básico, e as crianças até 14 anos vivem em casa que não têm tratamento de esgoto. Como o senhor pretende enfrentar o problema grave da falta de saneamento básico?"

18:02 - "Fico surpreso que o Aécio concorde comigo sobre a celic", diz Eduardo Jorge. "O PSDB foram bastante generosos com os 10 bancos que controlam o Brasil, que deixaram a míngua a indústria, o agronegócio e o trabalhador brasileiro."

18:00 - Aécio fala em recessão técnica em pergunta a Eduardo Jorge. "O senhor se preocupa com a condução da economia no Brasil?" “Sim, esse será o legado que ficará para quem for substitui-lo. Na visão do PV, não concordamos com o que esse controle da inflação seja feita pela bolsa celic", afirma ele, referindo-se a Marina, Dilma e Aécio como o “G3”

17:58 – Luciana Genro: “As propostas do PSDB são migalhas para os aposentados. Aécio, Dilma e Marina privilegiam os interesses dos bancos e dos milionários em detrimento do povo. É preciso valorizar aqueles que trabalharam pelo Brasil”

17:57 – Aécio responde: “A senhora concordará comigo que o Brasil de hoje é melhor do que o de 15 ou 20 anos atrás. Ele vem sido construído com a capacidade de vários homens públicos e partidos. Se não tivesse havido o governo FHC, e a estabilidade da moeda, outros avanços não teriam vindo. Ele foi crucial, o último grande governo reformulador que tivemos nas últimas décadas no Brasil. Em relação aos aposentados, estamos discutindo formas de garantir um reajuste mais digno.”

17:55 - Luciana Genro pergunta a Aécio sobre o fator previdenciário criado por FHC e acusa os tucanos de terem maldade com aposentados.


17:53 - “De fato nós temos de mudar toda a estratégia penitenciária. Recuperar presos é algo imprescindível. É preciso criar linhas de educação para a recuperação de presos, o Pronatec terá uma parcela para isso. No caso dos presos sem culpa, temos de acelerar os processos penais que evitam que o preso saia. Eu acredito que uma política agressiva no que se refere à recuperação de presos é essencial”, completa Dilma.

17:52 - Dilma responde: “A situação carcerária no Brasil é uma barbárie. Por isso colocamos R$ 1 bilhão para novas penitenciárias. Há uma série de problemas, os governos estaduais têm encontrado dificuldade em instalar penitenciárias, às vezes por conta de resistência dos municípios. É por isso que meu governo investiu R$ 17  bilhões, o dobro do gasto em governos anteriores, como os anos do governo tucano. Quero que o governo federal atue junto com os estaduais. A polícia fragmentada beneficia o crime. Vamos fazer o que fizemos com a integração nos centros de controle, nas fronteiras.”

17:53 - Eduardo Jorge pergunta a Dilma sobre as penitenciárias. "Elas parecem campos de concentração. Como isso acontece?"

17:50 – “A senhora não respondeu à pergunta de como vai conseguir o dinheiro. Quem governa tem que responder”, replica Dilma.

17:49 – Marina afirma: “A partir dos esforços que iremos fazer para que o País volte a ter eficiência no gasto público. Temos desperdício muito grande em projetos desencontrados. Para conseguir recursos, vamos também fazer com que orçamento possa ser acrescido a partir da eficiência que teremos em relação aos tributos recolhidos da sociedade. A sociedade paga muito alta para que as escolhas sejam feitas na direção errada. Quando é para subsidiar os juros dos bancos, como dizia Eduardo Campos, as pessoas não se preocupam de onde virá o dinheiro. Mas, quando se trata de educação, passe livre, aí vem essa pergunta.”

17:47 - Dilma faz a primeira pergunta, direcionada a Marina: “A senhora diz que vai antecipar 10% do PIB para educação, 10% da receita união para a saúde e passe livre para estudantes. São R$ 140 milhões. De onde vai tirar os recursos?”

17:47 - No primeiro bloco, os candidatos farão perguntas um ao outro. Cada um só poderá ser escolhido uma vez.

17:40 - Pastor Everaldo aparece no levantamento com 2% das intenções de voto. O número de brancos e nulos baixou de 8% para 7% e os entrevistados que não sabem ou não quiseram responder agora representam 7%. Os candidatos Zé Maria (PSTU), Eduardo Jorge (PV), José Maria Eymael (PSDC), Luciana Genro (PSOL), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) não alcançaram 1%.


17:35 – De acordo com a última pesquisa Datafolha, divulgada na última sexta-feira, 30, as candidatas Marina Silva (PSB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatadas com 34% das intenções de voto. Aécio Neves (PSDB), tem 15%. 

Fonte: Carta Capital
Imagem: reprodução/CC/SBT

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