quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Dilma e Aécio se enfrentam em debate na Rede Bandeirantes


- Os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) participaram, na noite desta terça-feira (14), do primeiro debate visando ao segundo turno das eleições.
O confronto entre os candidatos foi promovido pela Rede Bandeirantes. Este foi o primeiro debate após as pesquisas divulgadas depois do primeiro turno, que apontam empate técnico entre os concorrentes. A mediação foi de Ricardo Boechat.

No início do primeiro bloco, os candidatos tiveram dois minutos para apresentar suas propostas. Dilma destacou dois projetos e "duas visões de Brasil". "Fizemos o maior avanço com a distribuição de riqueza. Criamos um consumo de massa que beneficiou todo mundo. Mas quem mais ganhou foram os mais pobres." Dilma destacou o "novo ciclo de desenvolvimento, de um Brasil moderno" e afirmou que num futuro governo haverá prioridade na educação: "o centro de tudo". "Daremos muito importância à saúde e à segurança pública".  Dilma falou ainda em "igualdade de oportunidades na saúde e na educação" e no combate à corrupção.

Aécio  destacou que o que estava em jogo é "uma mudança". "O Brasil avançou muito nas últimas décadas. O governo avançou desde a gestão do PSDB. Foi a partir desta estabilidade, da privatização dos setores que precisavam ser privatizados. Mas nos últimos quatro anos, o Brasil parou de melhorar. Quem quer que seja o próximo presidente, terá uma inflação saindo de controle, a piora de todos os nossos indicadores sociais. Vim aqui representar não um partido, mas um sentimento crescente de um governo reconciliado com a nossa gente, um governo que seja generoso, que não divida o Brasil em Norte e Sul. Eu me preparei nesses 30 anos para tirar o país disso. Estou aqui para apresentar nossas propostas".

Na sequência, Dilma perguntou para Aécio: "Na oposição, vocês votaram contra a CPMF e a saúde perdeu R$ 260 bilhões. Quando o senhor dirigiu o governo de Minas, não cumpriu o que está Constituição, a meta de destinar verba para saúde. O que o senhor acha da minha proposta do programa Mais Especialidades?"
Aécio destacou que as  contas de Minas foram aprovadas pelo TCU. "O que eu quero no Brasil é mais saúde. A proposta que a senhora apresenta é a nossa proposta. Pena que a senhora cuide disso no momento que o seu governo termina. Me parece que nós temos dois candidatos de oposição, parece que a senhora não governou nos últimos quatro anos." 

Em sua tréplica, Dilma destacou: "Quem vê agora a sua proposta, acha que o senhor é o candidato da situação. Suas propostas sociais são só a continuidade dos meus projetos.  Em Minas, vocês têm o terceiro pior desempenho do Samu, um sistema de transporte de urgência para os hospitais. Como posso acreditar que o senhor vai fazer o programa Mais Especialidades?"

Aécio questionou a veracidade dos números: "Não falar a verdade se tornou uma tônica da sua campanha desde o primeiro turno. Nós temos propostas debatidas no Brasil afora. O ministério do seu governo é que diz que Minas Gerais tem o melhor atendimento em saúde da Região Sudeste."
Em seguida, Aécio perguntou a Dilma: "Desde o primeiro turno a sua campanha tem sido marcada por ofensas e inverdades. A senhora diz que vou acabar com o Bolsa Família e com os bancos públicos. A A senhora não se arrepende de ter feito uma campanha com ataques tão cruéis quanto os feitos no primeiro turno?"

Dilma retrucou: "Quem faz ataques cruéis é o senhor. E distorce todos os fatos e a realidade. Vocês fizeram e dizem que são os pais do Bolsa Família, quando não é compatível com o tamanho do Brasil. O Bolsa Escola tratava de 5 milhões de pessoas, o Bolsa Família são 50 milhões. Quem fala mal dos bancos não sou eu, mas seu futuro ministro da Fazenda. E colocam um conjunto de mentiras sobre os bancos públicos. O BNDES é o 3º maior Banco público do mundo, atrás só do alemão e do chinês. O (BNDES) é o banco que faz toda a política para o setor agrícola. São R$ 180 bilhões. Quem faz a maior parte do crédito é o Banco do Brasil. A Caixa , eu fico impressionada, vocês quererem reduzir o papel da Caixa no setor habitacional, primordial no minha casa, minha vida. Nunca fizeram programas sociais quando puderam."

Na réplica, Aécio afirmou que Dilma  "falta com a verdade". "Nós temos a melhor saúde da Região Sudeste, segundo o Ministério da Saúde, do seu governo. O maior programa de combate à desigualdade não foi o Bolsa Família. Foi o Plano Real".

Dilma ponderou: "Acho fantástico sua forma de colocar questões. Não coloca no meu governo questão do governo de Minas. É estranha a terceira maior economia do país ter a terceira maior dívida na saúde. Quando o seu candidato a ministro da Fazenda entrou no governo, vocês estavam com uma dívida em torno de 28%, e ele saiu com uma dívida de cerca de 60%. (Minas Gerais) tem a maior dívida dos estados e é de um estado governado pelo senhor".

Em seguida, foi a vez de Aécio perguntar: "Há mais de um ano venho alertando sobre a volta da inflação e a senhora disse que era conversa de pessimista. Seu secretário de política econômica, Márcio Holland, disse que a pessoa deveria parar de comer carne e comer ovo. Será que é essa a política econômica ideal?" 
Dilma frisou: "Candidato, proponho que a gente pare de discutir quem está mentindo. E peço à pessoa que nos assiste que entre no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais e olhe quem está falando a verdade e quem está mentindo. O meu governo garantiu uma inflação controlada dentro dos limites da meta. O senhor esqueceu o governo FCH. O senhor indicou para ser ministro da Fazenda um presidente do Banco Central que deixou duas vezes a inflação escapar do limite da meta.

"Na réplica, o candidato tucano afirmou que quando Fernando Henrique Cardoso assumiu, a inflação era de 916% ao ano, chegou a 7% e aumentou para 12% na eleição do governo Lula. "A senhora disse no último debate que a inflação está sob controle, e não está."

Na tréplica, a petista destacou: "Vocês gostam de cortar. Gostam de cortar empregos e salário. O senhor não fale em 916%. Quando ele (Arminio) entrou no governo, a inflação estava sob controle, e quando ele saiu, antes da eleição do presidente Lula, estava em 7,7%."

Em seguida, Dilma perguntou sobre educação: "O que o senhor acha do Pronatec? Vocês proibiram a construção de escolas técnicas. Fizemos 1600% mais de escolas técnicas do que o governo Fernando Henrique."

Aécio frisou que  levou a Minas a "melhor educação básica do país". "O Pronatec é um bom programa, mas precisa ser aperfeiçoado, precisa ter carga horária mais forte. Muitos que se formam no Pronatec não encontram emprego adequado. O Pronatec é uma inspiração dos programas do PSDB de São Paulo e do meu programa em Mimas Gerais."

Dilma destacou que o Pronatec tem 8 milhões de matrículas realizadas. "Os seus programas são pequenos, programas pilotos". "E mais: os seus programas, muitos não eram gratuitos"

Aécio retrucou: "Candidata, tire os olhos do retrovisor, olhe para o futuro. Para um Brasil que pode crescer mais do que está crescendo. Estamos crescendo menos que a Venezuela."

Aécio perguntou sobre corrupção. "Vi somente um momento de indignação da candidata com os vazamentos. Esse diretor que desviou e devolveu R$ 70 milhões aos cofres públicos, que assume que roubou, disse que distribuía esse dinheiro aos partidos. Quais foram os bons serviços prestados por esse diretor a que a senhora se referiu na carta?"

Dilma destacou que sua indignação em "relação a tudo que acontece inclusive no caso da Petrobras é a mesma de todos os brasileiros". A candidata destacou que sua determinação de punir os culpados é "total". "Duas leis aprovadas no meu governo são fundamentais para isso. Uma é a lei 12.830, que garante a independência do delegado. Antes, por exemplo, na Pasta Rosa, o delegado começava a investigar, era mandado para um exílio dourado. A outra, a lei 12.850, que regulamentou a delação premiada. Além disso eu me pergunto: onde estão os envolvidos com o caso Sivam? Todos soltos. Os envolvidos com a compra de votos da reeleição? Todos soltos. Os envolvidos na Pasta Rosa? Todos soltos. Os envolvidos no caso do mensalão tucano? Todos soltos. O que eu não quero é isso. Eu quero todos aqueles culpados presos." Dilma citou os casos do escândalo do Banco Econômico, de Ângelo Calmon de Sá (Pasta Rosa), das acusações de corrupção e tráfico de influência no contrato de US$ 1,4 bilhão para a criação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), das denúncias de compra de voto para a aprovação da reeleição de FHC (reeleição), e das denúncias de peculato e lavagem de dinheiro na campanha para a eleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

Na réplica, Aécio evitou comparar os casos enumerados por Dilma com as denúncias contra a Petrobras. "O que acontece é algo extremamente grave. Estou aqui com a ata em que Paulo Roberto renuncia. Ao contrário do que a senhora disse, a senhora não o demitiu. Ele renunciou."

Dilma retrucou: "Tenho uma vida toda de absoluta combate à corrupção e de nenhum envolvimento com malfeitos. Gostaria que o senhor explicasse por que tudo que elenquei é outra coisa. E também que o senhor explicasse o que aconteceu em Cláudio, onde o senhor construiu um aeroporto em terreno particular de um familiar e entregou a chave a ele."

Em seguida, a candidata do PT pergunto para o tucano: "Vou continuar nessa questão de aeroportos. Como o senhor construiu um aeroporto no terreno de sua família, e a chave fica com o seu tio? Também queria saber sobre a obra no Aeroporto de Montezuma. Não acho isso nada moral e nada ético".

Aécio, exaltado, retrucou: "Quero responder olhando nos seus olhos. A senhora está sendo leviana. O MPF atestou a regularidade dessa obra. Fiz milhares de obras, todas atestadas como obras corretas. Essa obra de Claudio, a senhora está tratando de forma leviana. Tanto que o TSE retirou do ar uma propaganda feita numa área de um tio. Fiz o aeroporto numa região próspera, onde tem mais de 150 indústrias. Esse senhor de mais de 90 anos de idade reivindica R$ 9 milhões por esse terreno. "

Na réplica, Dilma afirmou: "O senhor está extremamente enganado com a decisão do Ministério Público. O Ministério Público mandou investigar a obra no que se refere à improbidade administrativa. Isso é a verdade. É só ver a decisão do Ministério Público. Eu quero dizer que o nepotismo é crime. O senhor teve uma irmã, três tios e três primos no seu governo."

Em sua pergunta, Dilma destacou: "Leviano, neste último caso, foi o senhor", para depois perguntar: "Como o senhor vê a questão do combate à violência contra a mulher?  Qual o seu projeto?"

Aécio respondeu afirmando que na questão da segurança, o governo Dilma "fracassou" porque apenas 13% dos recursos vêm da União, "o resto é dos estados e municípios."

Dilma retrucou afirmando: "Estou falando de violência contra a mulher. Priorizamos a proteção da mulher vítima de agressão. Bolsa Família prioriza a mulher, no Pronatec as mulheres são maioria e em toda a política com mulheres empreendedoras".

Na sequência, Aécio questionou: "Por que é secreto o empréstimo para financiar o porto de Cuba (de Mariel)? A senhora não acha que é preciso outros programas para superar a pobreza no Brasil?"
Dilma destacou a importância da transparência: "É uma leviandade tratar dessa questão de Cuba desta forma. Aliás, no governo Fernando Henrique vocês fizeram o mesmo financiamento do BNDES para vender ônibus. Nós fizemos o mesmo beneficiamento a empresas brasileiras, e disputamos esse financiamento porque é uma área estratégica no mundo, que é vender essa tecnologia para o mundo. Quem não exporta, não ganha.  Nos programas sociais, não condicionamos a medidas anti-populares, reajustes fiscais e choque de gestão. Nós não fizemos o programa Bolsa Família para 5 milhões, mas para 50 milhões. Com o "Minha casa, Minha Vida" chegamos a mais de 350 mil moradias. O maior programa habitacional do Brasil até hoje. Fizemos o Pronatec, são 8 milhões de vagas, e serão mais 12".

Na sua réplica, Aécio afirmou que, com relação ao Bolsa Família, "o presidente Fernando Henrique e a mãe, Ruth Cardoso". "Será que esses investimentos não serão reconhecidos?"
"Você me dizer que o pai do Bolsa Família é o Fernando Henrique é algo completamente distorcido. Vocês jamais aplicaram nenhum recurso em qualquer programa social. Vocês impediram a construção de escolas técnicas federais."

Em seguida, Dilma perguntou a Aécio sobre Minas Gerais: "O conselho do Ministério Público, em 2009, disse que o índice de solução de inquéritos em Minas era o pior. Só 2,9% dos inquéritos eram resolvidos. Isso é perigoso porque é o início da impunidade. As taxas de homicídio cresceram 52%. Segundo a Constituição, é dever do estado a segurança pública. O que o senhor acha disso?"

Aécio criticou a forma "confusa" com que Dilma elaborou a pergunta, e afirmou que ela estava enganada "ou mentindo". "Em meu governo, os crimes de homicídio em Belo Horizonte diminuíram 37%, os crimes violentos diminuíram 47%. O Ministério da Justiça mostrou que o estado de Minas Gerais foi o que mais investiu em segurança em todo o país. No meu governo, vou assumir o comando de um plano de segurança pública, dando à Polícia Federal a estrutura que ela precisa ter."

"Confuso é o senhor, porque os 52% do aumento dos homicídios está no mapa da violência, são dados oficiais", disse Dilma. "O senhor tem que responder uma pergunta que a imprensa está fazendo: por que não se tem noção do que é investido na propaganda nas redes de emissoras que vocês possuem em Minas Gerais? "

"A senhora perdeu em Minas", retrucou Aécio. "As campanhas de oposição tiveram percentual maior de votação."

Depois, foi a vez de Aécio perguntar: "O que a senhora vai fazer para melhorar a educação do país?"
Dilma respondeu afirmando que seu governo fez o Pronatec. "Fizemos para tratar do ensino médio também como questão de formação profissional. Garantir o ensino profissionalizante de um ano e meio. (Minha proposta) não é refazer o currículo do ensino fundamental, mas do ensino médio. Nós multiplicamos por dois o número de estudantes universitários. Crescemos um programa de creches, que já entregou mais de 2 mil e vai entregar mais de 4 mil (creches) em parceria com os municípios. E demos formação científica e tecnológica com o Ciência sem Fronteiras, levando os estudantes a se especializarem nos melhores lugares do mundo".

Aécio retrucou: "Nossas propostas para a educação começam por cumprir a proposta que a presidente não cumpriu: construir as 6 mil creches que prometeu. O grande desafio é enfrentar as dificuldades no Ensino Médio. E é uma proposta que não foi cumprida em 12 anos de governo do PT".
"O senhor não sabe que se faz creche em parceria com os municípíos, dando o dinheiro para os municípios pelo Fundeb. Mas vocês não sabem disso, nunca fizeram creche em seus governos", retrucou Dilma.
Em seguida, Aécio falou da meritocracia". "Por que o governo não resolveu privilegiar a meritocracia?"

Dilma respondeu afirmando que recentemente Aécio teve uma condenação no STF que julgou inconstitucional ter contratado sem concurso um conjunto de funcionários públicos, e determinou que eles fossem retirados de suas funções. "Esses funcionários são importantes na área de educação." Dilma também lembrou do desempenho do PSDB em Minas. " O senhor perdeu nas urnas em Minas. O senhor pode fazer qualquer outra sofisma, mas o senhor perdeu. Isso é fato. Eu não saí de Minas a passeio, eu sai de Minas Gerais porque fui perseguida pela ditadura militar", afirmou, respondeu as críticas de Aécio sobre não ter conhecimento sobre Minas Gerais."

Depois, foi a vez de Dilma perguntar. Ela destacou os avanços do governo PT com relação aos percentuais de emprego. "O que o senhor fez ou fará para criar empregos?"

Aécio criticou a pergunta: "A senhora volta com o o discurso do medo. De fato, há medo hoje na sociedade, medo de o PT governar mais quatro anos. Os empregos estão indo embora, por uma questão muito simples: país que não cresce não gera emprego. A indústria participa hoje da economia com menos do que participava com Juscelino. É o pior desempenho dos últimos 50 anos. Vou atrair investimentos [de empresas], que vão ser nossos parceiros. Abro aspas: 'É preciso um pouco de generosidade", disse o presidente Lula. "Faço justiça ao companheiro Marconi Perillo, do estado com a melhor distribuição de renda do país'. Não sei se foi ele também que sugeriu o Fome Zero. Generosidade não faz mal à ninguém."
Dilma destacou: "o presidente Lula é generoso. Mas o senhor está fabulando, está criando uma história que não existe. O Bolsa Família não tem nenhum parentesco com o governo Fernando Henrique."

No último bloco, os candidatos fizeram suas considerações finais:

"Agradeço aos organizadores da Band, ao candidato, a todos que nos assistiram até agora. A campanha, a eleição é momento decisivo para refletir sobre o futuro do Brasil. Você, que está para se decidir, deve se perguntar quem tem mais capacidade, experiência para avançar nas mudanças, quem tem um compromisso verdadeiro com trabalhadores para avançar em ganhos e protegê-los nos tempos difíceis, quanto nos tempos fáceis. Quem tem firmeza para garantir projeção do Brasil no cenário internacional, gerar novo ciclo de desenvolvimento para o país, mais inclusivo, mais competitivo. Quero um tempo novo, como todos os brasileiros. O fundamento desse novo tempo é educação, garantindo melhores empregos, melhores salários. Quero programa de Mais Especialidades, quero avançar mais na educação. Peço, humildemente, o voto de vocês", disse Dilma.

"Quero cumprimentar a candidata e me dirigir a você que está nos acompanhando até agora. Os últimos dias foram de muita emoção para mim e minha família. Há nove dias, mais de 30 milhões de brasileiros confiaram nas nossa proposta de mudança, acreditaram que temos condições de reconciliar o Brasil com seu futuro. E, de lá para cá, várias forças políticas se juntaram a nós e eu agradeço a eles, representados aqui nas figuras de companheiros como Beto Albuquerque do PSB e Walter Feldman, da Rede. Mas quero agradecer a todo o apoio que recebo do povo por meio de duas mulheres. A você, Renata Campos, pela singeleza, pela maneira leve e corajosa que declarou seu apoio. E a você, Marina, eu saberei nos próximos quatro anos honrar os compromissos que juntos assumimos. Me preparei para dar aos brasileiros um governo honrado, que melhore a qualidade da saúde e da educação, que combata à violência. Não permitirei que o país seja dividido. Quero fazer o governo da solidariedade, da generosidade. Que respeite a obras de outros governos. É para isso que me preparei e vou honrar cada apoio que tive", finalizou Aécio Neves.

Imagem: reprodução/Band

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