quinta-feira, 9 de maio de 2019

Justiça determina que Michel Temer e Coronel Lima voltem à prisão

A 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu nesta quarta-feira (08) pela revogação do habeas corpus do ex-presidente Michel Temer e do seu amigo, João Baptista Lima Filho, o Coronel Lima. Os dois terão que voltar à prisão, e a pedido das defesas poderão se apresentar em locais a serem determinados.
O ex-ministro e ex-governador do Rio Moreira Franco e outros cinco acusados tiveram o habeas corpus mantidos. São eles: Maria Rita Fratezi, arquiteta e mulher do coronel Lima, Carlos Alberto Costa, sócio do coronel Lima na empresa Argeplan, Vanderlei de Natale, sócio da Construbase, e Carlos Alberto Montenegro Gallo, administrador da CG IMPEX.

O ex-presidente Michel Temer (MDB) disse que irá se apresentar "voluntariamente" à Justiça nesta quinta-feira. "Em primeiro lugar, decisão da Justiça se cumpre. Segundo ponto, claro, eu considero inteiramente equivocada sob o foco jurídico. Eu sempre sustentei que nessas questões todas não há prova. Para mim, foi uma surpresa desagradável, mas eu amanhã me apresento voluntariamente", disse ele a jornalistas na porta de sua casa, em Alto Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo.

***

[Consta que o ex-presidente Michel Temer vem sendo investigado pela Justiça há muito tempo, por suspeita de corrupção e diversos outros crimes. Muito antes de ter arquitetado o golpe de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff, enquanto exercia o cargo de vice-presidente da República. Juntamente com seu companheiro de Partido, Eduardo Cunha, na época presidente da Câmara dos deputados. Cunha, foi o principal articulador do afastamento da presidente. Depois de tudo, foi condenado a vários anos de prisão, agora se encontra cumprindo pena atrás das grades.]

[Talvez, se a Justiça tivesse agido com maior celeridade e eficácia, no momento oportuno, em relação à punição dos crimes cometidos pelo vice-presidente Michel Temer, o impeachment de Dilma Rousseff jamais teria ocorrido. Conduzido na Câmara e no Senado de forma obscura e tendenciosa, o processo  que condenou a presidente da República apontava o crime da chamada "Pedaladas fiscais". O mesmo crime que cometeria Michel Temer, tão logo assumiu a presidência no lugar da primeira gestora. Provavelmente, se não tivesse ocorrido o golpe político impeachment, o país não teria a sequência da crise política, econômica e social, na qual o Brasil foi atirado. E que persiste até os dias de hoje].

VIA: O Essencial
Imagem: reprodução/Foto: AFP

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