terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Ministro da Saúde prevê início de vacinação contra Covid-19 no final de fevereiro

www.seuguara.com.br/Eduardo Pazuello/ministro da saúde/vacina/covid-19/

O ministro da saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o início da vacinação contra Covid-19 no Brasil vai ocorrer após o registro efetivo do imunizante da farmacêutica AstraZeneca no final de fevereiro, "se tudo estiver redondo". O comunicado foi feito depois do encontro do ministro com governadores, no qual foi discutido um Plano Nacional de Imunizações (PNI).
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"A Anvisa vai precisar de um tempo cumprindo essa missão. Segundo a nota do Ministério da Saúde, diz o ministro, que o registro gira em torno de 60 dias. Se tudo estiver redondo, teremos o registro efetivo da AstraZeneca no final de fevereiro, dando início à vacinação".

Governadores pressionam o governo federal para que acelere o planejamento para a vacinação contra o coronavírus. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou na véspera um plano de vacinação para o Estado com início previsto para começar em 25 de janeiro, com a vacina CoronaVac, da chinesa Sinovac, que ainda não tem pedido de registro feito junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 


No encontro com governadores, Pazuello disse que todas as vacinas que tiverem eficácia e registro da Anvisa serão adquiridas. O ministro da Saúde reforçou o compromisso na aquisição das vacinas e destacou a necessidade de apenas um plano nacional.


"O PNI é nacional. Não pode ser paralelo. A gente tem que falar a mesma linguagem. Nós só temos um inimigo: o vírus. Temos que nos unir", disse o ministro.


Até o momento, nenhuma vacina contra a Covid-19 foi aprovada pela Anvisa. 


Fonte: Reuters

Imagem: reprodução/Foto: Adriano Machado/Reuters


[Governo Bolsonaro ainda não definiu compras de seringas e agulhas para vacinação contra Covid-19: " (...) A inação da pasta gerou alerta na indústria de produção de equipamentos para a área de saúde, que teme não ter tempo hábil para atender a demanda da pasta, já que a falta de detalhamento sobre a estratégia de imunização tem prejudicado o planejamento das empresas. Uma encomenda desse tipo de produto poderia levar até 90 dias para fiar pronta, o que atrasaria a campanha de vacinação. 

- Esta é uma campanha de vacinação que nunca ocorreu antes, numa dimensão nacional e simultânea, se imaginarmos que existe aprovação de até quatro vacinas, vai ter um período muito concentrado. Isso faz com que a indústria necessite de uma programação diferenciada daquela para o atendimento regular de abastecimento - afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed), Fernando Silveira." (...)

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