7 de setembro: Policiais militares falam em "revolta devastadora"
De acordo com o Poder 360, que vem monitorando grupos de WhatsApp dos policiais militares, não há uma "pauta fechada" sobre os atos.
Uma parte dos militares fala em se vestir com as cores da bandeira nacional e manifestar-se pela democracia, outra parte ameaça "cacete, bala e bomba nesses esquerdas".
Em um dos grupos, chamado de "Legião de Idealistas", usuários criticam o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, e dizem que em "setembro até morte vai ter, pode esperar".
Já no grupo "Linha de Frente Rio", um PM bolsonarista afirma que Bolsonaro "vai acabar com o Supremo" e precisaria do apoio das polícias militares nas ruas. "Esse para mim é o ponto fundamental, o STF é o câncer que corrói o Brasil", diz o apoiador.
No grupo "Mike", uma fake news compartilhada diz que Moraes e os outros ministros estariam trabalhando para impugnar a candidatura de Bolsonaro. O texto fala em "revolta popular devastadora".
Procurada, a Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro disse que não há uma orientação formal de conduta para policiais da ativa em manifestações.
Já a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que os policiais podem se manifestar, desde que estejam de folga e sem uso da farda.
Imagem: reprodução/Facebook

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