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quinta-feira, 13 de julho de 2017

A mídia monopolizada também condenou Lula


Por Renata Mielli, no site Mídia Ninja: "Já não é necessário que os fins justifiquem os meios. Agora os meios, os meios massivos de comunicação, justificam os fins de um sistema de poder que impõem seus valores em escalda planetária". (Eduardo Galeano).
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Os negócios milionários da Globo com a EBC. Por Kiko Nogueira*

"Um levantamento do grupo Pequena Mídia, enviado ao DCM, mostra o quanto a Globo faturou com a EBC, Empresa Brasil de Comunicação, entre 2015 e 2016. Foram cerca de 3,8 milhões de reais, a maior parte destinados à transmissão de eventos na área de esportes, sobre os quais a emissora detém os direitos exclusivos.


“As transmissões esportivas deveriam ser franqueadas ao público”, diz Ricardo Mello, ex-presidente da EBC. “Ou se compra dela, ou de ninguém. Não tem cabimento o monopólio. Esse ‘mercado’ resulta em escândalos como o da Fifa, por exemplo”.

Em 2014, o governo Kirchner adquiriu a Copa do Mundo na Argentina para a TV estatal. Foi acusada pelos suspeitos de sempre de transformar o futebol em “ferramenta política” — como se o normal fosse um governo fazer negócios com a mesma empresa eternamente e essa não fosse uma ferramenta política.

Em editorial, o Globo denunciou o “caso exemplar de aparelhamento da EBC”, que havia sido “convertida em instrumento de propaganda lulopetista”. Diversas matérias tinham o mesmo teor acusatório.

Com a ascensão de Michel Temer, a EBC sumiu do noticiário. Tudo como dantes no quartel de Abrantes, sem qualquer risco.

Os dados estão no Portal da Transparência, da extinta CGU. Hoje, para acessá-lo, você precisa caminhar por 4 telas, dentro do site do novo Ministério da Transparência. Não está na página inicial.

O custo anual de todos os serviços públicos prestados pela EBC é ligeiramente inferior à despesa anual da União somente com veiculação de mídia na TV Globo. Ou seja, descontando-se os demais veículos e empresas do grupo — e olha que são muitos.

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Empresas do grupo Globo aparecem dentro do “contas a pagar” da EBC.
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Matérias como estas abaixo devem ser vistas pelo prisma da reserva de mercado e não ideológico. Sumiram no pós-golpe.



Mergulhando no destrinchamento das linhas de pagamento ao favorecido, vê-se muita compra de serviço noticioso, conteúdo audiovisual e assinaturas de jornais e revistas.

A despesa com publicidade das estatais (BB, BNDES, CEF, EBCT, ELETROBRAS, PETROBRAS, entre muitas outras) não está presente no Portal da Transparência, que responde apenas pela execução orçamentária e financeira do Governo Federal (presidência e ministérios, por exemplo).

Abaixo, os recursos públicos transferidos pela União.

EBC -> TVGLOBO: 2 MILHÕES, 175 MIL, 930 REAIS E 37 CENTAVOS



Referentes à compra dos direitos de transmissão das Copas do Mundo Sub20, Sub17, Feminina e de Areia.


EBC -> TVGLOBO: 678 MIL, 697 REAIS E 50 CENTAVOS



Compra dos direitos de transmissão via rádio dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

EBC -> GLOBOSAT: 165 MIL, 289 REAIS

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Referentes à 1ª de 3 parcelas da compra dos direitos de transmissão dos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

EBC -> INFOGLOBO: 110 MIL, 040 REAIS E 48 CENTAVOS

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Referentes à compra de conteúdo jornalístico por 12 meses.

EBC -> RBS: 739 MIL, 185 REAIS E 22 CENTAVOS

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Referentes à locação de imóveis no sul do Brasil, por 1 ano, para instalação de retransmissoras de TV.

A “austeridade” do governo Temer não se aplica a esses contratos. Esse dinheiro não foi incluído na conta do déficit primário de R$ 170 bilhões. A conta deve aumentar porque Temer deve a seus patrocinadores e você vai pagar.

Os negócios dos Marinhos no Brasil necessitam de um choque de capitalismo."


* Kiko nogueira é Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Política: Bloomberg publica reportagem ligando a Globo ao golpe

Do GGN - "A Agência Bloomberg, uma das maiores agências financeiras do planeta, acaba de publicar reportagem crítica sobre as Organizações Globo (http://migre.me/uQ44H). De autoria do repórter Blake Schmidt, a reportagem começa lembrando a fortuna da família Marinho, a dimensão da Globo frente a concorrência e o fato dos Marinhos ocuparem 3 das dez posições do Índice Bloomberg de Bilionários para o Brasil.


Diz que a história da Globo se confunde com as trevas do regime militar brasileiro e esse legado ainda assombra os Marinho. A reportagem cita partidários de Dilma afirmando que a cobertura de notícias pela Globo ajudou a preparer o processo de impeachment.

Entrevistado, o historiador João Braga informa que o “Globo foi um dos grupos empresariais qiue se beneficiaram da era da ditadura militar”. Diz mais: “Há grupos hoje que enxergam na Globo nào apenas um adversário de Dilma, mas um agente do golpe”.

A reportagem menciona a reação contra a Globo nos piquetes e manifestações contra o impeachment e o lema “o povo não é bobo, abaixo a rede Globo”.

Cita um artigo do Guardian em abril lembrando o golpe militar e mencionando que a Globo atua hoje em dia de forma semelhante para agitar para o brasileiro rico. João Roberto Marinho, presidente do grupo, enviou uma carta para o Guardian, mas recusou-se a comentar o artigo da Bloomberg.

A reportagem vai além. Diz que além do império de mídia, a fundação dos Marinhos também projetou seis museus, “dando à família o domínio na formação da narrativa histórica e cultural da Nação”.

A reportagem diz que a Globo é mencionada 40 vezes em um relatório de 229 páginas publicado em dezembro pela Comissão da Verdade do Rio de Janeiro, descrevendo as relações comerciais entre Roberto Marinho e a ditadura. Menciona o embaixador norte-americano descrevendo-o como o articulador principal do regime militar.

Diz que essa relação com os militares permitiu à Globo montar a parceria com a Time-Life, que aportou US$ 6 milhões entre 1962 e 1966, 30 vezes o capital do grupo brasileiro na época.
A reportagem lembra o documentário “O Cidadão Kane” sobre Roberto Marinho, mostrando os laços do grupo com a ditadura."

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Faltava imundice - agora sobra

Por Alberto Dines, no Observatório da Imprensa em 23/02/2016, na edição nº 891 - "O espetáculo protagonizado pela jornalista Mirian Dutra desde o dia 19 de Fevereiro desvenda uma imprensa mais mambembe, avacalhada e vulnerável do que as demais instituições, órgãos e poderes da república.

No auge do mais corrosivo e demorado escândalo da história brasileira, o episódio deveria merecer no máximo 30 segundos num programa pornográfico da madrugada ou 20 linhas num palpitante blog nos confins catarinenses.

Deu-se o contrário: o assunto foi minuciosamente exposto durante cerca de cinco preciosos minutos nos mais prestigiados telejornais noturnos (“Jornal Nacional” da Rede Globo e “Jornal das 10” da GloboNews) e nos dias seguintes vomitado em diferentes segmentos e horários das emissoras de rádio do mesmo grupo midiático (um dos maiores do mundo), também em seu semanário.

Motivo: na edição da Folha de S. Paulo daquele dia, assinada pela responsável da página de frivolidades, amizades & afinidades, a jornalista Dutra denunciou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ex-namorado e pai do seu filho (hoje com 24 anos), por ter usado uma multinacional brasileira para complementar suas despesas primeiro em Lisboa e depois em Barcelona onde serviu sempre como funcionária da Rede Globo. Em dezembro passado, a Globo rompeu o contrato e agora, dois meses depois, pelo telefone a jornalista pergunta indignada: “Por que ninguém nunca investigou as contas que Fernando Henrique tem aqui fora”?

Primeira Pergunta: o que levou o Grupo Globo a fazer tamanho escarcéu sempre citando a matéria da Folha (sua sócia no jornal Valor Econômico), como causadora do insólito quiproquó?

Resposta: Arrufos entre acionistas, óbvio. A matéria da Folha é visivelmente confusa, apressada. Não faz jus às responsabilidades de um jornalão que completa 95 anos de gloriosos serviços prestados ao país: mal escrita, mal apurada e mal editada, deixa claro que a Globo sempre bancou a manutenção da profissional no exterior ao longo de quase três décadas.

Não é inédita: reaproveita uma entrevista da jornalista Dutra concedida em Madri a 19 de janeiro ao mensário ilustrado Brazil com Z destinado a promover as relações Brasil-Espanha. A edição de fevereiro com a jornalista na capa começou a circular no dia 14 (ver reprodução)


O Grupo Globo sentiu-se traído pelos parceiros graças a uma exposição que considera injusta e perniciosa à sua imagem de veículo independente. A bem da verdade, convém acrescentar que a própria jornalista Dutra — pelo menos no período em que residiu e circulou em Lisboa — jamais se importou com o papel secundário a que foi relegada pela empresa. Não muito diferente, aliás, daquele que desempenhou antes do affaire com o ex-presidente.

Segunda pergunta: por que razão a “Folha” insiste em manter um distanciamento majestático, como se nada tivesse a ver com o pepino que produziu? Não chamou a atenção dos responsáveis da redação a proximidade entre a data do desligamento da jornalista Dutra da Rede Globo e sua quase imediata indignação cívica ante as supostas contas do ex-presidente no exterior? Não examinaram o material da revista espanhola que serviu de referência e fonte? Não cabe a um jornal investigar o que se esconde atrás das denúncias que veicula?

Primeira Resposta: na sua coluna de domingo, 21/2, com chamada na capa , o jornalista Helio Schwartsman, da Pagina Dois, vai fundo, inequívoco: “ o timing das novas suspeitas levantadas contra FHC é obviamente suspeito. Elas surgem num momento em que o líder petista [Lula] vinha tendo dificuldades para explicar seu relacionamento com empreiteiras. A possibilidade, porém, de que a história contra FHC tenha sido desenterrada por encomenda não muda o fato de que precisa ser explicada.”

Também a Folha deve explicações aos leitores sobre sua decantada obsessão em fazer barulho e a precariedade de suas apurações. Se o fizer que seja com profissionais habilitados a cobrir assuntos relevantes."

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Folião xinga diretor da Globo ao vivo. Veja o comentário inusitado da repórter

Do jornal O DIA, via DCM – “O domingo de Carnaval foi de saia justa nos estúdios da GloboNews. Logo pela manhã, a repórter Cecília Flesch estava ao vivo cobrindo o bloco do Cordão do Boitatá, no Centro doRio de Janeiro, quando foi surpreendida por um folião exaltado.


Ao questionar um rapaz que usava um véu sobre sua fantasia, a repórter ganhou uma respostaatravessada. “Ali Kamel é nazista! Não falo com a Rede Globo”, bradou o entrevistado, em referência ao diretor-geral de Jornalismo da TV Globo.

Desestabilizada com a negativa do jovem, a jornalista fez um comentário inusitado ao encerrar a externa de Carnaval. “Ihh! O pessoal não gosta de Rede Globo, daí fica um pouco difícil. Vou arrumar outros entrevistados“, finalizou Cecília.

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domingo, 10 de janeiro de 2016

Globo obriga MA, PB, PI e RN a ver futebol carioca

Por Felipe Bianchi, no Barão de Itararé – "O monopólio da Rede Globo sobre os direitos de transmissão do futebol brasileiro tem gerado revolta nos torcedores de clubes do Nordeste. Após o lançamento da campanha Jogo 10 da Noite Não, levada a cabo pelo coletivo Futebol Mídia e Democracia e que denuncia a arbitrariedade da emissora ao determinar o horário das partidas de acordo com seus interesses comerciais, as torcidas expressam indignação pelo fato de a emissora 'esquecer' determinadas regiões do país, obrigando-as a assistir o Campeonato Carioca.

Clubes do Nordeste-Globo
Conforme denuncia a postagem da página Lampions League nas redes sociais, apenas cinco das nove afiliadas da Globo no Nordeste transmitirão seus campeonatos regionais. Enquanto isso, Maranhão, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte – todos os estados com clubes tradicionais e de torcidas numerosas – terão de acompanhar os jogos de equipes cariocas.

A página comemora o fato de que, pela primeira vez desde 2009, todos os nove estados nordestinos terão representantes nas séries A, B ou C do Campeonato Brasileiro, fruto do fortalecimento do futebol e dos campeonatos da região – o maior exemplo é o sucesso da Copa do Nordeste (apelidada 'Lampions League' em referência à glamourosa e bilionáriaChampions League europeia).

O recado dos torcedores à Globo é claro: “Já chegou o momento dessas emissoras passarem a respeitar mais nossos clubes”. A postagem exige a valorização do futebol regional, afirmando ser “notório que jogos como ABC x América, Sampaio Correa x Moto Club, River x Flamengo e Treze x Campinense dariam mais audiência que jogos como, por exemplo, Boa Vista x Botafogo ou Cabofriense x Fluminense”.

O coletivo Futebol, Mídia e Democracia, que congrega torcedores, jornalistas e movimentos sociais, já encampou a luta. #QueroVerMeuTimeTB é a palavra de ordem nas redes e que promete, no retorno do calendário do futebol brasileiro, chegar também aos estádios.

Curta a página do Coletivo Futebol Mídia e Democracia no Facebook:
http://bit.ly/coletivofmd"
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domingo, 15 de novembro de 2015

O último texto de Rezende antes de ser demitido pela Globo

Integrante do grupo de jornalistas da Globo News há 18 anos, na véspera de sua demissão, Sidney Rezende escreveu seu último texto intitulado: "Chega de notícias ruins". No texto, publicado em seu perfil no Facebook e em seu blog pessoal, Rezende faz duras críticas ao jornalismo praticado no Brasil, como escreveu Maurício Stycer em seu blog no Uol, ao comentar sobre o que disse o jornalista.

"Poderia ser endereçada a praticamente todo o time de articulistas da Globo", comentou o jornalista Kiko Nogueira ao replicar o texto no DCM.

Abaixo, transcrevo o texto de Rezende, na íntegra.

Chega de notícias ruins

Por Sidney Rezende

"Em todos os lugares que compareço para realizar minhas palestras, eu sou questionado: “Por que vocês da imprensa só dão ‘notícia ruim’?”

O questionamento por si só, tantas vezes repetido, e em lugares tão diferentes no território nacional, já deveria ser motivo de profunda reflexão por nossa categoria. Não serve a resposta padrão de que “é o que temos para hoje”. Não é verdade. Há cinismo no jornalismo, também. Embora achemos que isto só exista na profissão dos outros.
Os médicos se acham deuses. Nós temos certeza!

Há uma má vontade dos colegas que se especializaram em política e economia. A obsessão em ver no Governo o demônio, a materialização do mal, ou o porto da incompetência, está sufocando a sociedade e engessando o setor produtivo.

O “ministro” Delfim Netto, um dos mais bem humorados frasistas do Brasil, disse há poucas semanas que todos estamos tão focados em sermos “líquidos” que acabaremos “morrendo afogados”. Ele está certo.

Outro dia, Delfim estava com o braço na tipoia e eu perguntei: “o que houve?”. Ele respondeu: “está cada vez mais difícil defender o governo”.

Uma trupe de jornalistas parece tão certa de que o impedimento da presidente Dilma Rousseff é o único caminho possível para a redenção nacional que se esquece do nosso dever principal, que é noticiar o fato, perseguir a verdade, ser fiel ao ocorrido e refletir sobre o real e não sobre o que pode vir a ser o nosso desejo interior. Essa turma tem suas neuroses loucas e querem nos enlouquecer também.

O Governo acumula trapalhadas e elas precisam ser noticiadas na dimensão precisa. Da mesma forma que os acertos também devem ser publicados. E não são. Eles são escondidos. Para nós, jornalistas, não nos cabe juízo de valor do que seria o certo no cumprimento do dever.

Se pesquisarmos a quantidade de boçalidades escritas por jornalistas e “soluções” que quando adotadas deram errado daria para construir um monumento maior do que as pirâmides do Egito. Nós erramos. E não é pouco. Erramos muito.

Reconheço a importância dos comentaristas. Tudo bem que escrevam e digam o que pensam. Mas nem por isso devem cultivar a “má vontade” e o “ódio” como princípio do seu trabalho. Tem um grupo grande que, para ser aceito, simplesmente se inscreve na “igrejinha”, ganha carteirinha da banda de música e passa a rezar na mesma cartilha. Todos iguaizinhos.

Certa vez, um homem público disse sobre a imprensa: “será que não tem uma noticiazinha de nada que seja boa? Será que ninguém neste país fez nada de bom hoje?”. Se depender da imprensa brasileira, está muito difícil achar algo positivo. A má vontade reina na pátria.

É hora de mudar. O povo já percebeu que esta “nossa vibe” é só nossa e das forças que ganham dinheiro e querem mais poder no Brasil. Não temos compromisso com o governo anterior, com este e nem com o próximo. Temos responsabilidade diante da nação.

Nós devemos defender princípios permanentes e não transitórios.

Para não perder viagem: por que a gente não dá também notícias boas?"

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PS do blog: Diria que, vários outros jornalistas de outras emissoras, também poderiam perfeitamente serem destinatários do referido texto.
   
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

TV Record bate a Globo com novo recorde de audiência em "Os Dez Mandamentos" [vídeo]

Nesta terça-feira (10), a TV Record bateu a Rede Globo com novo recorde de audiência junto ao público brasileiro, com a exibição do capítulo 167 da novela bíblica "Os Dez Mandamentos". Segundo dados do Ibope, a emissora alcançou 28,1 pontos de média, pico de 31 pontos e share (participação no número de televisores ligados) de 38,9, contra 20,8 pontos da concorrente. Assista ao vídeo com a cena mais esperada, logo abaixo.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Jornalista Paulo Henrique Amorim comenta 'O Quarto Poder' [vídeo]

O jornalista e repórter Paulo Henrique Amorim, apresentador da TV Record e responsável pelo site de política e informações, Conversa Afiada, proferiu palestra de quase duas horas na 61ª Feira do Livro de Porto Alegre, nesta segunda-feira. PHA, falou sobre a relação da imprensa com o poder, no lançamento do seu livro O Quarto Poder - Uma Outra História. Leia abaixo, a reportagem de Alexandre Lucchese publicada no jornal Zero Hora.
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domingo, 25 de outubro de 2015

Zelotes: RBS, afiliada da Globo, pagou R$ 11,7 milhões para conselheiro do CARF


Por Najla Passos, no Carta Maior – “Documentos sigilosos vazados nesta quinta (22) comprovam que o Grupo RBS, o conglomerado de mídia líder no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, pagou R$ 11,7 milhões à SGR Consultoria Empresarial, uma das empresas de fachada apontadas pela Operação Zelotes como responsáveis por operar o esquema de tráfico de influência, manipulação de sentenças e corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), o órgão vinculado ao Ministério da Fazenda que julga administrativamente os recursos das empresas multadas pela Receita Federal.

A SCR Consultoria Empresarial é umas das empresas do advogado e ex-conselheiro do CARF, José Ricardo da Silva, indicado para compor o órgão pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) e apontado pela Polícia Federal (PF) como o principal mentor do esquema. Os documentos integram o Inquérito 4150, admitido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na  última segunda (19), que corre em segredo de justiça, sob a relatoria da ministra Carmem Silva, vice-presidente da corte.

Conduzida em parceria pela PF, Ministério Público Federal (MPF), Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda e Receita Federal, a Operação Zelotes, deflagrada em março, apurou o envolvimento de funcionários públicos e empresas no esquema de fraude fiscal e venda de decisões do CARF que pode ter causado um prejuízo de R$ 19,6 bilhões aos cofres públicos. Segundo o MPF, 74 julgamentos realizados entre 2005 e 2013 estão sob suspeição.

As investigações apontam pelo menos doze empresas beneficiadas pelo esquema. Entre elas a RBS, que era devedora em processo que tramitava no CARF em 2009. O então conselheiro José Ricardo da Silva se declarou impedido de participar do julgamento e, em junho de 2013, o conglomerado de mídia saiu vitorioso. Antes disso, porém, a RBS transferiu de sua conta no Banco do Rio Grande do Sul, entre setembro de 2011 e janeiro de 2012, quatro parcelas de R$ 2.992.641,87 para a conta da SGR Consultoria Empresarial no Bradesco.

Dentre os documentos que integram o Inquérito 4150 conta também a transcrição de uma conversa telefônica entre outro ex-conselheiro do Carf, Paulo Roberto Cortez, e o presidente do órgão entre 1999 e 2005, Edison Pereira Rodrigues, na qual o primeiro afirmava que José Ricardo da Silva recebeu R$ 13 milhões da RBS. “Ele me prometeu uma migalha no êxito. Só da RBS ele recebeu R$ 13 milhões. Me prometeu R$ 150 mil”, reclamou Cortez com o então presidente do Carf.
 
Suspeitos ilustres
 
Os resultados das investigações feitas no âmbito da Operação Zelotes foram remetidos ao STF devido às suspeitas de participação de duas autoridades públicas com direito a foro privilegiado: o deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes. O deputado foi vice-presidente jurídico e institucional da RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul. Os termos de sua participação no esquema ainda são desconhecidos.
 
Nardes, mais conhecido por ter sido o relator do parecer que rejeitou a prestação de contas da presidenta Dilma Rousseff relativa ao ano de 2014, por conta das polêmicas “pedaladas fiscais”, é suspeito de receber R$ 2,6 milhões da mesma SGR Consultoria, por meio da empresa Planalto Soluções e Negócios, da qual foi sócio até 2005 e que ainda hoje permanece registrada em nome de um sobrinho dele.
 
Processo disciplinar
 
Nesta quinta (22), a Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda anunciou a instalação do primeiro processo disciplinar suscitado pelas investigações da Operação Zelotes. Em nota, o órgão informou que o caso se refere a uma negociações para que um conselheiro do CARF pedisse vistas de um processo, sob promessa de vantagem econômica indevida, em processo cujo crédito tributário soma cerca de R$ 113 milhões em valores atualizados até setembro.

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terça-feira, 2 de junho de 2015

Azenha: o fio da meada na corrupção do futebol brasileiro

O jornalista Luiz Carlos Azenha, um dos autores do livro "O lado Sujo do Futebol", que conta como João Havelange e Ricardo Teixeira entregaram o futebol brasileiro às grandes corporações do ramo e obtiveram grandes lucros com o negócio, concedeu uma importante entrevista à TV Afiada. Azenha, atualmente contratado da Rede Record trabalhou em várias emissora do país, como Globo, SBT e Manchete, revela o foi da meada da corrupção que envolve o futebol brasileiro e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e seus dirigentes.
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Texto de Ary Fontoura propaga onda de ódio no Facebook


O ator da Rede Globo Ary Fontoura, postou em sua página no Facebook um texto em que pede à presidente Dilma Rousseff que renuncie ao PT. Conseguiu apenas aflorar o ódio e a apologia ao crime de alguns internautas na rede social. Por outro lado, em resposta, algumas pessoas sugerirão ao ator que ele renunciasse a Globo, que andou de braços dados com a ditadura se beneficiando do regime, tornando-se o maior monopólio dos meios de comunicação no Brasil.
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Primeiro beijo gay na TV brasileira aconteceu há mais de 20 anos

Em conformidade com que foi publicado por aí, o último capítulo da novela global das oito, ou das nove, sei lá, bateu recordes de audiência. Não pra menos. Antes de mandar ao ar foi muito bem trabalhado pela Globo na área do marketing. Afinal, aconteceria o primeiro beijo gay em uma novela no Brasil. Mas essa história é outra.
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Record acertou em cheio ao apostar contra a Globo na série "Breaking Bad"

A Rede Record acertou na mosca aos adquirir os direitos da série "Breaking Bad". O objetivo da emissora é fazer frente à edição 2014 do Big Brother Brasil, que começa em janeiro na Globo. Se o público brasileiro se ligar, certamente a Record terá maior audiência e até ultrapassar o Ibope da concorrente, no horário.
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A miscelânea sobre o julgamento do mensalão

Não é pouco o que a grande mídia e seus asseclas tem falado e publicado sobre a Ação Penal 470, conhecida como escândalo do mensalão. Na maioria das vezes, mais desinformando do que esclarecendo a opinião pública. De tanto ver, ouvir e ler sobre "mensalão", o termo grudou no consciente coletivo de tal forma que a maioria das pessoas já o tem com sinônimo de corrupção.
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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Jornal da Record - A funcionária pública condenada por sumir com processo da Globo [vídeo]

Infelizmente nos dias de hoje, ética e imparcialidade definitivamente não são valores constantemente praticados pelos grandes meios de comunicação do nosso país. Em nome da liberdade de imprensa e expressão livre do pensamento, vão se praticando atos reprováveis desprovidos de qualquer fundamento genuinamente verdadeiro.
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sábado, 13 de julho de 2013

É só negação

Sonegar, parece um verbo contido e conjugado dentro do paradigma que se tornou o cultural "jeitinho brasileiro". Burlar o fisco, tornou-se prática recorrente em nosso país. Quem pelo menos não tenta, é taxado de idiota por insistir em ser honesto. Posto que a grande maioria pensa em levar vantagem para ver se adiante, de repente fica livre de qualquer notificação oficial.
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domingo, 23 de setembro de 2012

O que o caso Marcos Valério conta sobre a mídia brasileira, por Paulo Nogueira

Paulo Nogueira* - Na condição de jornalista independente e apartidário, pronto a reconhecer méritos e defeitos de FHC ou de Lula ou de quem mais for, não posso deixar de comentar o episódio Marcos Valério e Lula. Minha experiência em redação pode eventualmente ajudar o leitor a entender melhor o que vê publicado.
Na essência, este caso explica uma coisa: por que o poder de influência da grande imprensa se esvaiu tanto nos últimos anos.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Collor x Lula - 22 anos depois, Boni revela verdade sobre debate

Em entrevista ao programa Globo News Bastidores, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, principal executivo da Rede Globo à época da campanha presidencial de 1989, disse  ao jornalista Geneton Moraes Neto, que ajudou Collor contra Lula no segundo debate daquela eleição. A revelação de Boni irritou o ex-presidente e surpreendeu o atual diretor da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, que rebateram as declarações.
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