quarta-feira, 14 de abril de 2010

Jesus, Jesus Cristo, e a liberdade de expressão.

Em meio a tantos escândalos comportamentais que tomamos conhecimento envolvendo membros da Igreja Católica, a principal precursora dos conceitos do Cristianismo, somos chamados a melhor refletir sobre os sublimes ensinamentos de Jesus Cristo, seu principal profeta. Além disso, até que o Estado envolto com o PNDH3, possa delimitar a respeito de Liberdade de Expressão, vamos verificar o que se vinculou por aí sobre o Fundador do Cristianismo. O Verbo que se fez carne. Nada porém, que venha abalar a verdadeira fé humana.



Todo o cristão sabe, ou deveria saber que Jesus teria vindo como alguns seres iluminados antes dele, para lembrar ao homem a quem realmente deve render toda glória, enquanto por aqui estiver. 

Não teria vindo para reclamar sua própria Divindade. Nem tão pouco resgatar o ser humano do seu mísero estado de ignorância, e de toda sua incredulidade diante da certeza máxima da existência de um princípio Criador de todas as coisas. Inclusive, falar da própria alma de que é dotada cada pessoa. 

Naqueles tempos de incertezas, violências, e pouca fé, quando a humanidade não conseguia se entender, Jesus tido como o próprio filho de Deus anuncia as boas novas para que o homem voltasse para dentro de si mesmo para o reencontro com sua própria consciência. 

Um ciclo importante na história da humanidade, que certamente levou o homem a progredir no processo da sua evolução utilizando os dons que recebera. Dentre eles, o de fortalecer a concepção da existência de um Deus Supremo através do livre arbítrio, do qual cada um é dotado. 

Voltando a refletir sobre a missão de que fora imbuído o então homem Jesus pelo tanto de poder divino que lhe foi concedido, poderia num só gesto acabar com todo o sofrimento humano. No entanto, não era só essa a finalidade da sua grande missão. Posto que era o Supremo criador que se fez homem, teria vindo principalmente para devolver ao homem a consciência de que cada ser humano era dotado de um dom divino. Isto é, possuidor de uma Alma. A que muitos chamam de espírito, inteligência, ou consciência.

Então, aí Jesus se transforma no Cristo. Portador de um lembrete especial relativo ao processo evolutivo do ser humano. Definitivamente consciente de seus dons, e prosseguindo em sua caminhada em busca da verdade através da sua própria  força de vontade em desenvolver a verdadeira fé. Buscando pelo conhecimento adquirido, fazer uso racional da liberdade de expressão, da liberdade de pensamento, e da inteligência. Alguns dons supremos com os quais todos os homens foram agraciados sem distinção.

Dons que permitem ao homem criar opiniões, divagações, e questionamentos. Como por exemplo, as que vemos ilustrados nos vídeos a seguir, e que me levaram a escrever este texto.


Lembremo-nos que o advento do Cristianismo levou a humanidade a trilhar novos caminhos, precedendo a outros vários, como o Iluminismo, um ciclo igualmente importante para trazer à luz novos conceitos e novos  conhecimentos para o progresso da humanidade. 
Acreditar ou não, fica a critério de cada um. Afinal, somos detentores do livre arbítrio.
De qualquer forma é importante refletir sobre o conteúdo dos vídeos. 
Façamos, pois, bom uso dos dons que recebemos.

Neste primeiro vídeo, a mensagem que o autor tenta passar, seria que antes de sua vinda ao Mundo, Jesus Cristo teria se reunido com um certo número de anjos. O que se segue é um debate sobre as tarefas que Ele poderia vir aqui executar. Mera divagação de um ateu? Ou simplesmente uma pessoa no exercício pleno do seu direito de liberdade de expressão como nos comentários registrados nesta postagem, aqui?


Tire suas próprias conclusões.

Maiores explicações sobre o enredo deste vídeo está no original encontrado em: http://www.youtube.co/watc.



A seguir o escritor, Philip Pullman fala sobre a Liberdade de Expressão ao ser questionado sobre o título de um dos seus livros, O bom homem Jesus e o Salafrário Cristo, considerado sem dúvida, ofensivo para os cristãos de todos os segmentos religiosos.



 


Fontes: PavaBlog / OverStream.

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3 comentários:

Coluna do Domingos disse...

Liberdade de Expressão – Já.
Luiz Domingos de Luna*
A sociedade é um show apoteótico da interatividade dos seres humanos. Canal vivo, onde a expansão do conhecimento flui numa roldana contínua, na eterna construção da civilidade, neste ínterim, são naturais as mutações sociais ocorram e de forma plena, é sinal de vitalidade da coesão pensamental, do conjunto harmônico, e da convivência no Contrato social estabelecido.
A Linguagem do politicamente correto é um ensaio que pode produzir frutos benéficos para o espaço social como um todo, porém, o problema nasce, quando este, busca a perfeição ou a radicalização, ou mesmo o xiitismo literário, e passa a considerar que e toda a historia deve ser adequada a mutação social presente, o que é uma falha, pois senão, vejamos: Quando Monteiro Lobato publicou o artigo Paranóia ou Mistificação, notadamente uma critica ácida aos integrantes da Semana de Arte Moderna, não o fez com a determinação de acabar com o maior movimento literário brasileiro, mas sim, a preservar o pensamento romântico que ainda hoje perdura na literatura brasileira, assim, Monteiro Lobato foi o porta voz de todas as forças literárias que antecederam o modernismo no Brasil.
Claro que muitos escritores pré- modernistas, ao sabor do tempo e das conveniências, viraram a casaca a nova ordem literária no Brasil, e sobre estes, não se conhece nenhuma perseguição de Monteiro para com as adequações e da liberdade de expressão destes neo modernistas, assim; se pode dizer que: Monteiro Lobato, apesar de ser um homem com uma mentalidade formada com as bases sólidas de sua época, não violou a liberdade de expressão dos modernistas, pois, apenas pontuou para a historia o ponto entre dois mundos o pré- modernista e o modernista.
Penalizar Monteiro Lobato é Penalizar Paranóia e Mistificação, a vírgula ou o ponto da historia literária do Brasil nestes dois momentos de fusão da literatura brasileira. Que aconteceu sem maiores transtornos para a unidade do povo brasileiro. Logo, a contestação de Monteiro serviu apenas, para mostrar que a liberdade de expressão era, no inicio do século XX um imperativo inviolável para a sociedade brasileira e que, a liberdade de opinião era algo natural, ele mesmo provocou e provou que esta realidade historia literária aconteceu de fato e de direito.
Cabe a nós do século XXI a missão de, a exemplo de Monteiro Lobato, mostrar que a liberdade de expressão é causa pétrea de nosso de nosso contrato social, sem ela é entrar num mundo onde o desconhecido, a escuridão, vai precisar de uma vela para ler paranóia ou mistificação se ainda existir, para entender onde entramos na zona eterna das trevas desta Paranóia ou Mistificação.
(*)Professor – Aurora - Ceará

Anônimo disse...

... e usufruindo do seu direito à divagações, você divagou bastante. Está muito longe de conhecer o Verdadeiro Cristo: Homem Verdadeiro e Deus Verdadeiro, e não apenas "mais um profeta". Antes de dissertar sobre algum assunto, procure conhecer para não cair em erro. Por favor!

Guaraci Celso Primo disse...

Anônimo,
Sugiro que releia o texto. Você não entendeu a mensagem. Cuidado com o fanatismo, pois ele é tão maléfico para o ser humano quanto é a falta de fé. Reflita, ame e ore pelo seu próximo (como ensinou Cristo), independente da religião que ele professe.
Não costumamos responder comentários anônimos. Neste caso foi só para lembrar que houve um equívoco.
Fique com Deus.

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