sábado, 18 de setembro de 2021

Vacinação: Médicos e setor Saúde ameaçam abandonar governo Bolsonaro em plena pandemia

Por José Cassio, no DCM: A consequência imediata da decisão do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de interromper a vacinação em adolescentes bate na Câmara Técnica Assessora e Imunização. É um órgão que aconselha o ministério nas ações relacionadas ao combate ao coronavírus. Os médicos estão cogitando deixar a Comissão caso a pasta não volte atrás na decisão.

www.seuguara.com.br/Ministro da Saúde/vacinação/adolescentes/

Segundo a colunista Malu Gaspar, durante uma reunião virtual, especialistas e membros de sociedades e conselhos de medicina que compõem a câmara, assim como representantes das secretarias estaduais e municipais de saúde rechaçam com unanimidade a decisão do ministro Marcelo Queiroga de interromper a vacinação para esta faixa de idade.

Eles teriam exigido, ainda segundo a colunista do Globo, que a pasta emitisse uma nota técnica dizendo que a equipe de especialistas não foi consultada e que ela discorda da decisão, e também querem que Queiroga defina um calendário para a retomada da vacinação dos adolescentes.

(...)

O perigo é que um efeito em cascata e a decisão influenciar setores como enfermagem e outros.

Da forma como as cousas estão, não espante a pasta da Saúde Federal inteira ser comandada por generais, soldados e pessoas sem experiência na área. (...)


Imagem: reprodução/Foto: Sergi Lima/Poder360


[Médicos ameaçam debandada na Saúde se Queiroga não recuar: "Médicos que fazem parte da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19, grupo instituído pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, cogitam deixar a comissão caso não haja recuo na não recomendação da vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades.

(...)

Análise técnica divulgada na 6ª feira (17) indica que não foi a vacina que causou a morte da adolescente. A jovem de 16 anos foi diagnosticada com a doença autoimune "Púrpura Trombótica Trombocitopênica". Essa seria a causa provável da morte, segundo a secretaria de Saúde de São Paulo."]


[Veja a situação pelo país sobre a suspensão da vacina contra Covid para adolescentes: "Ministério da Saúde voltou atrás e passou a orientar que não sejam vacinados adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades. Estados como São Paulo vão manter a imunização mesmo assim. (...) A vacinação deve ficar restrita a três perfis específicos: adolescentes com deficiência permanente, adolescentes com comorbidades, e adolescentes que estejam privados de liberdade.

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