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quarta-feira, 1 de maio de 2019

The Handmaid's Tale: saiu o novo trailer oficial da 3ª temporada

O canal Hulu divulgou nesta quarta-feira (1º) um novo trailer da terceira temporada da premiada Série de TV, The Handmaid's Tale. No vídeo, vemos Offred (Elisabeth Moss) reunindo aliados de poder para ajudar a mudar a distopia de Gilead. Baseada na obra de Margaret Atwood, O Conto da Aia, a 3ª temporada da Série retorna no dia 5 de junho.
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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Cinema: confira o novo trailer do filme "O Rei Leão"

A Walt Disney Studios divulgou um novo e emocionante trailer do filme O Rei Leão, que estreia no dia 18 de julho nos cinemas brasileiros. A super produção é uma versão live-action da obra original, de 1994, e surpreendeu os fãs com o trabalho de computação gráfica. O filme tem a direção de Jon Favreau (Mogli - O Menino lobo). Confira o trailer legendado, logo abaixo.
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segunda-feira, 11 de março de 2019

Conheça a história real que originou o filme "O menino que descobriu o vento"

Publicado por Nara Rúbia Ribeiro, no Site da Revista Pazes - Em 2009, William Kamkwamba, jovem que inspirou a criação do protagonista do filme "O menino que descobriu o vento", gravou um vídeo no qual ele introduzia a sua palestra com a seguinte observação: "Eu falarei rapidamente sobre uma da minhas invenções que tenho orgulho" e, a partir de então, descreve a "máquina simples" que mudou a sua vida para sempre.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Cinema: confira o novo trailer e pôster do filme O Rei Leão

Enquanto acontecia a apresentação do Oscar 2019 neste domingo (24), a Disney liberou um novo trailer e um novo pôster do filme O Rei Leão, que será dirigido por Jon Favreau ("Mogli: O menino Lobo"). Confira abaixo. A estreia do filme no Brasil acontece no dia 18 de Julho, um dia antes de estrear nos EUA, e será lançado em versões 3D, 2D e IMAX.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

HBO divulga cena de Game Of Thrones e de outras dez séries de 2019 [vídeo]

A HBO liberou na noite deste domingo (06), durante o Globo de Ouro 2019, um vídeo promocional contendo cenas dos lançamentos para 2019. Além da famosa e premiadíssima Game of Thrones, que retorna com sua oitava e última temporada em Abril, o vídeo mostra pequenos trechos de outras grandes séries de TV, que caíram no gosto do grande público e também retornam ao ar pelo canal fechado, no decorrer do ano.
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sábado, 24 de novembro de 2018

Assista ao primeiro trailer oficial do filme O Rei Leão 2019

A Disney divulgou esta semana o primeiro trailer oficial da nova versão do filme O Rei Leão. Na super produção dirigida por Jon Favreau (Mogli: O Menino Lobo), veremos um remake em "carne e osso" da famosa animação, que encantou e emocionou gerações, sendo dublado por um elenco de peso, que conta com nomes como Donald Glover (Simba adulto), Seth Rogen (Pumba), Janes Earl Jones (Musafa), Beyoncé (Nala) e muitos outros.
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sábado, 2 de dezembro de 2017

Confira datas e trailers de algumas séries programadas para dezembro na Netflix

Dentre os destaques da Netflix para o mês de dezembro está a 1ª temporada da série de suspense Dark, que estreou nesta sexta-feira (01). A trama gira em torno da história de quatro famílias que vivem em uma pequena cidade alemã. De repente suas vidas são transformadas em grande tormento cheio de mistério quando duas crianças desaparecem. Então, segredos obscuros de suas famílias começam a ser desvendados.
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

'A lei não é para todos'

Escrito por Eliane Brum, no EL PAÍS - "A Operação Lava Jato, mesmo com todas as falhas e abusos cometidos, assim como a vaidade descontrolada de parte de seus protagonistas, presta um grande serviço ao Brasil ao revelar a relação de corrupção entre o púbico e o privado. Uma relação que atravessa vários governos e vários partidos políticos de vários partidos. E a Operação Lava Jato presta também um grande desserviço ao Brasil ao reforçar uma das ideias mais perigosas, entranhadas no senso comum dos brasileiros, e realizada no concreto da vida do país: a de que prisão é sinônimo de justiça.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Cinema: assista ao primeiro trailer do filme sobre a Operação Lava Jato

Foi divulgado nesta terça-feira (11), o primeiro trailer do filme Polícia Federal - A Lei é Para Todos sobre a Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal em março de 2014. As investigações da PF, que revelaram nomes de alguns dos principais políticos e empresários brasileiros, é o foco do filme classificado como drama e suspense ao mesmo tempo.
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sábado, 8 de abril de 2017

"Guerra Total" na crise política com os filmes "Polícia Federal" e "Real", por Wilson Ferreira


A matéria a seguir é de autoria de Wilson Roberto Vieira Ferreira: "Espera-se para esse ano o lançamento de dois filmes nacionais que aproveitam a atmosfera da atual crise política. O thriller judiciário “Polícia Federal: A Lei é Para Todos” e um “thriller econômico” - “Real: O Plano por Trás da História”, sobre o Plano Real e a derrota da hiperinflação. “Esculhambação da Polícia Federal e do Judiciário” (pelo fato da PF ter cedido equipamentos, gravações de vídeos e informações sigilosas para uma produção privada sobre uma investigação ainda em andamento) e “propaganda tucana” foram algumas reações das esquerdas. Qual é a surpresa? Como em toda a História, os conquistadores chegam ao poder determinados a exterminar os vencidos. Desde o nazi-fascismo esse extermínio tornou-se simbólico por meio da “Guerra Total”: a conquista de corações e mentes através do cinema e audiovisual. Assim como o Governo dos EUA fornece armas, aviões e soldados reais para as produções patrióticas hollywoodianas, a PF transforma sua sede de Curitiba em “laboratório de interpretação” para os atores. Dentro do espectro político, quanto mais nos dirigimos à direita vemos uma aplicação mais eficiente das armas da comunicação. Como demonstrou Donald Trump na semana passada em suas incursões pela Internet e redes sociais nas madrugadas. 


Desde as grandes manifestações de 2013-14, os movimentos que resultaram no impeachment e a posse do desinterino Michel Temer funcionaram com a precisão de um relógio suíço ou como fosse uma tacada certeira num jogo de sinuca – uma bolinha bate na outra até todas caírem nas caçapas.

Começou com ondas de choque na opinião pública por meio de bombas semióticas detonadas pela grande mídia (sobre o conceito de bombas semióticas clique aqui), a crise econômica autorrealizável, o impeachment de Dilma, o “tic-tac” preciso das decisões do STF, a desconstrução do sistema partidário pela Operação Lava Jato deixando o poder vago para ser ocupado pela Polícia Federal, as reformas trabalhistas e previdenciárias a fórceps e o desmonte dos setores estratégicos do País como a engenharia, petróleo e energia nuclear.

Esse grande arco golpista político-jurídico-midiático não está para brincadeira, cuja ação se assemelha a uma blitzkrieg planejada aqui e fora do País com tempos de antecedência – sobre isso clique aqui.


Tanto é verdade que o próximo passo é o da própria legitimação através da narrativa ficcional cinematográfica. Tática com um claro ardil: toda narrativa ficcional é caracterizada pela suspensão da descrença, tornando irrelevante para roteiristas e espectadores saber se a história contada é real ou não.

O que torna o filme uma perfeita peça de propaganda pela possibilidade de esconder por trás da ficção intenções políticas ou mercadológicas.

Cinema e percepção pública

É esperado para junho e julho desse ano duas produções nacionais, claramente ferramentas muito mais do que de engenharia de opinião pública, mas de percepção pública – reforçar predisposições anteriormente criadas pelas sucessivas ondas de choque no contínuo midiático dos últimos anos.

A  primeira produção é sobre investigações ainda em andamento pela Polícia e Justiça Federal no âmbito da Operação Lava Jato: Polícia Federal: a Lei é para Todos do diretor Marcelo Antunez; e a segunda, chamada Real: O Plano por trás da História, filme com o propósito de inventar, por assim dizer, uma “cosmogênese” - o marco inicial da história brasileira recente a partir da derrota da hiperinflação pelo Plano Real nos anos 1990, perpetrado pelos economistas da mesma banca financeira que atualmente é a eminência parda do golpe político.


E ainda é esperado para o ano que vem uma série Netflix sobre a Operação Lava Jato cujo diretor brasileiro José Padilha (Tropa de Elite e o seriado Narcos) já antecipa em entrevistas seu posicionamento: "Temer e Dilma foram eleitos com dinheiro de caixa dois e de corrupção, aportado na sua campanha por uma quadrilha que achacou o estado. Desde sempre estiveram ilegais na Presidência da República. Todos nós sabemos disso”.

Pelo menos Padilha é sincero e não simula isenção e apartidarismo como os diretores das produções que serão lançadas nesse ano.

“Esculhambação”

As esquerdas vêm denunciando as circunstâncias das produções desses filmes como uma grave amostra da “esculhambação” em que se tornou a Polícia Federal e o Judiciário: como pode ser lançado um filme sobre investigações ainda em andamento no qual certamente a narrativa tomará partido? Como a Polícia Federal cede imagens gravadas sobre a condução coercitiva de Lula para a produção do filme Polícia Federal? E mais: como o juiz Sérgio Moro permite o livre acesso de atores e produtores aos cárceres de Curitiba e ainda entregando dados sigilosos do inquérito de Lula?

Segundo o ator Ary Fontoura (que interpretará Lula), tudo aconteceu “para que pudesse trabalhar melhor o personagem”. Atores fazendo “laboratório de interpretação” nas carceragens e tendo acesso a processos supostamente sigilosos? Confraternizações entre produtores e atores com delegados da Polícia Federal e procuradores?


Qual a surpresa?!?! Esse é mais um movimento calculado de uma estratégia sistemática que, parece, só o PT e os governos lulopetistas foram pegos de surpresa, resultado de anos de displicência em relação às políticas de comunicação social.

Se, como falam, o juiz Sérgio Moro é o “homem das camisas pretas”, numa referência às camisas pretas dos fascistas italianos e à inspiração de Moro na Operação Mãos Limpas italiana, deveriam saber que esse passo cinematográfico do golpe em andamento é uma histórica e conhecida tática de propaganda iniciada com o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial.

O consórcio formado pela mídia, judiciário, política e banca financeira (para ficar apenas dentro do Brasil) chegou ao Estado. E agora, procurará se legitimar por meio de uma narrativa audiovisual que o coloque em alguma lugar na História.
O gênio do nazi-fascismo no cinema

No passado os povos conquistadores sempre dominavam os vencidos seja através puro extermínio, pela “limpeza étnica” (estupros ou rapto de mulheres), pela escravização ou o domínio das almas através da sistemática destruição de todo traço cultural ou histórico – monumentos, arte, roubo de fortunas ou a apropriação de simbolismos religiosos ou pagãos.

O gênio do nazi-fascismo foi substituir tudo isso pela conquista de corações e mentes não só por meio das armas, mas também pelo cinema – a essência da noção de blitzkrieg ou “guerra total”. A guerra não é só travada no campo de batalha mas principalmente no campo do imaginário e da estetização da política.

Tanto Hitler como Mussolini eram obcecados por cinema. Depois de nazistas e fascistas promoverem e financiarem ativamente filmes americanos que promoviam valores arianos e fascistas como Capitain Courageous (1937) ou The Eternal City (1922, no qual o próprio Mussolini tinha participação) lançado no mesmo ano da Grande Marcha dos fascistas (com camisas pretas) sobre Roma, tanto Alemanha como Itália investiram nas  produções próprias.

Benito Mussolini inaugurando a versão hollywoodiana italiana, a Cinecittà – Mussolini afirmou na inauguração e lançamento do filme Camicia Nera (Camisa Negra) que “o cinema é a arma mais forte do regime fascista”; e Hitler estimulando financeiramente a produtora UFA (Universum Film Aktien Gesellschaft), com produção de filmes com temas nacionalistas, exaltação ao herói ariano, militarismo e anticomunismo. 

Como mostrou o filme Bastardos Inglórios (2009) de Tarantino, após cada invasão relâmpago nazista em países como a França, junto com os oficiais seguiam rolos de filmes alemães para serem assistidos compulsoriamente pelos vencidos.

Da Cinecittà a Hollywood

A mundialização das produções hollywoodianas no pós-guerra foi a continuidade da estratégia nazifascista. Apenas que agora não temos mais oficiais levam rolos de filme para o front, mas empresas distribuidoras – apesar de ações no campo de batalha como ocorreu na cidade de Cabul ao ser invadida pelas tropas norte-americanas na guerra do Afeganistão pós-9/11: carros com autofalantes circulavam na cidade tocando músicas de FMs dos EUA..."

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Siga para a MATÉRIA COMPLETA. E depois leia AQUI uma matéria sobre o assunto, onde senadores do PT denunciam a "relação promíscua" da Polícia Federal com os produtores do filme "Polícia Federal: A Lei é Para Todos", que destaca a condução coercitiva de Lula. No contexto, uma entrevista coletiva dos senadores petistas onde eles relatam sobre os bastidores da realização do filme e as transgressões da lei na realização deste longa metragem e solicitam explicações junto ao Ministério da Justiça.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Cinema: confira trailers inéditos divulgados nos comerciais do Super Bowl 2017

Além do aguardado show musical, tradicionalmente apresentado no intervalo da final da NFL (National Football League), o  Super Bowl, como é conhecido o maior evento do futebol americano, também divulgou diversos trailers inéditos de filmes que estreiam no decorrer de 2017. O grande evento aconteceu neste domingo (05), no  moderno NRG Stadium, em Houston (Texas)-EUA. Assista aos trailers, logo abaixo.
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Cinema e TV: os vencedores do Globo de Ouro 2017


Na noite deste domingo (08), Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood divulgou os vencedores do 74ª Globo de Ouro, premiação anual que celebra os melhores do Cinema e TV. O musical La La Land, venceu todas as 7 categorias em que concorria, e se tornou o filme que mais ganhou estatuetas em uma única noite na história do Globo de Ouro. Confira abaixo, a lista completa dos vencedores desde ano. 
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Zumbis à brasileira

Por José Roberto Cabrera, em Outras Palavras - "Os zumbis estão em alta. Às vezes temos a impressão que além de nos preocuparmos com as coisas da vida real que nos assustam, temos que olhar para outras coisas, vivas ou não. São diversas séries de TV, filmes em profusão. Não há festa à fantasia em que os zumbis não apareçam.


Os filmes sobre zumbis povoam as telas dos cinemas. Desde o primeiro filme estrelado por Bela Lugosi em 1932 (White Zombie), numa época onde os negros eram atores brancos pintados, até as superproduções hollywoodianas da atualidade, com orçamentos que extrapolam os US$ 200 milhões (Guerra Mundial Z, 2014) os zumbis ocupam um espaço de destaque no imaginário do terror.

Os zumbis são um recurso (interessante) para realizarmos a crítica ao mundo que nos cerca. Da paranoia anticomunista do macarthismo estadunidense à crítica ao individualismo consumista dos nossos dias, os zumbis funcionam como um arremedo de nós mesmos, premidos por modelos de sociedade incapazes de estimular a solidariedade e um mundo além do próprio umbigo.

Alguns desses filmes produzem reflexões, intencionais ou não, que nos obrigam a olhar a realidade de outra forma. Desde o clássico como a Noite dos Mortos-Vivos (“The Night of the Living Dead”, 1968) de George Romero, passando pela crítica política e social de Wes Craves em A Maldição dos Mortos-Vivos (“The Serpent and the Rainbow” [1], 1988) ou pelo excelente humor de Todo Mundo Quase Morto (“Shaun of the dead”, 2004) os zumbis servem para uma reflexão tenebrosa, divertida e apurada da realidade, com todos os exageros possíveis.

As histórias são conhecidas e, depois de alguma tensão e muitos sustos, as sequências se repetem: hordas de mortos-vivos cambaleantes, cinzentos e com partes do corpo faltando, andam insaciáveis em busca de sangue. Normalmente ninguém sabe como começou, mas eles estão por toda a parte e são assustadores. Seu vizinho simpático, irmão, namorada, mãe, o melhor amigo, o padre ou o pastor sempre viram zumbis. O policial da cidadezinha, a vizinha sexy, o caixa do banco etc. todos eles transformam-se e querem arrancar um pedaço seu.

Estão mortos e são atraídos pelo sangue dos vivos. Movimentam-se com dificuldade, quase como bêbados, e são determinados a conquistar seu objetivo, embora a realização dele não implique na diminuição da intensidade dos ataques, nem na saciedade da fome.

Nos filmes, os vivos se escondem e não podem se movimentar com rapidez para não chamar a atenção. Buscam outros vivos e com eles estabelecem estratégias de sobrevivência. Muitos não conseguem sobreviver, mas a busca pela liberdade e pela vida estabelece o fio condutor de todos eles.

Ainda que ninguém tenha explicado isso convincentemente, os zumbis morrem depois de serem atingidos na cabeça. Um tiro, uma flechada, um taco de baseball ou qualquer outra coisa que atinja o cérebro é o único meio de detê-los. Assim, o objetivo é destruir os corpos já destruídos a partir do cérebro, embora os zumbis não demonstrem muita intenção de utilizá-los.

Podemos dizer que, apesar da bizarrice intrínseca, a analogia com o Brasil dos dias de hoje é evidente. Com a saída da direita reacionária do armário nos últimos anos, as hordas de zumbis das telas encontraram companhia nas ruas.

Nossos zumbis reais cambaleiam errantes em busca de sangue. Tudo o que é vermelho e lembra sangue os mobiliza. Eles vagueiam por aí procurando o sangue dos vivos para se alimentar. O diálogo é impossível, como nos filmes – afinal são espécies diferentes e uma se alimenta da outra. São insaciáveis, pois não basta atacar um e destruí-lo é necessária a destruição total.

Assim como os zumbis, nossas hordas de direitistas empedernidos não podem ouvir o movimento dos vivos para bradar pelo seu fim. Nem sempre usam de violência, mas a idolatram como forma de vida. O tratamento dispensado aos que são diferentes: mulheres, negros, pobres, homossexuais, indígenas ou que pensam fora de seu padrão é sempre baseado na violência, seja ela física, verbal ou legal.

Os ataques são sofisticados, utilizam seus porta-vozes na mídia, muitos dos quais nem precisariam de máscaras para interpretar zumbis no cinema. Procuram mudar as leis, impor padrões, cercear a liberdade de expressão, mas sempre em nome da democracia e da civilidade.


Procuram transformar os que os criticam em criminosos. Usam seus monopólios para estimular os preconceitos e ganhar mais seguidores. Caminham errantes em busca da próxima vítima. Alguns vivos se deixam enganar e, mais cedo ou mais tarde, como nos filmes são devorados e viram exemplos que não se deve confiar em quem se alimenta de seu sangue.

Mas, como nos filmes, os vivos buscam proteger-se uns aos outros. Esse talvez seja um dos maiores desafios políticos e sociais do presente: reconhecer os vivos e ganhar força para enfrentar as hordas de zumbis que nada, além do sangue dos vivos, têm a oferecer. Ganhar força significa discutir alternativas, preservar a vida, estabelecer objetivos de curto e médio prazo, analisar cuidadosamente a situação, superar as divergências, organizar as forças, não dispersar os recursos, estudar os momentos certos de ataque e ter em mente que o ponto fraco do adversário é o cérebro.

Destruir o cérebro exige argumentos que sejam eficazes, capazes de convencer os indecisos, imobilizar o adversário, demonstrar a justeza da crítica aos mecanismos baseados na violência e na destruição do adversário. Restabelecer a iniciativa desse tipo de ataque exige humildade para reconhecer a fraqueza de alguns argumentos e de algumas práticas que criaram confusão, ao mesmo tempo em que impõe o desafio de superar os limites impostos pelas práticas dominantes no interior das estruturas do Estado.

Os desafios são imensos, mas como em qualquer bom filme de zumbi é necessário encará-los e ir até o final. Se o roteiro será bom ou não, depende de diversos fatores, mas a disposição e a inteligência na hora de enfrentar os desafios é fundamental.

O que não podemos esquecer é que os zumbis de Hollywood dançaramThriller do Michael Jackson, enquanto os nossos dançam ao som de Fábio Jr. e Lobão, talvez isso nos dê alguma vantagem."

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Cinema - Veja o novo trailer de Rogue One: Uma História Star Wars

O novo trailer do filme, Rogue One: Uma História Star Wars, conta com uma pequena participação de Darth Vader. "O longa está situado antes dos eventos de Star Wars: Uma Nova Esperança e fará um desvio dos filmes da saga, mas tem elementos que são familiares para o universo de Star Wars."
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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Assista ao trailer oficial da 2ª temporada da série de TV Narcos

A Netflix divulgou hoje (21), o trailer oficial da 2ª temporada da famosa série de TV Narcos. Assista logo abaixo, e confira as imagens divulgadas na terça-feira. Todos os 10 episódios da série estrelada pelo ator brasileiro Wagner Moura na pele de Pablo Escobar, serão lançados no dia 02 de setembro, exclusivamente na Netflix.
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Cinema: Lista completa dos vencedores do ‘Oscar 2016’

REDAÇÃO BONDE - 29/02/2016 - "A 88ª edição do 'Oscar' aconteceu neste domingo (28) em Los Angeles, EUA. A transmissão foi feita por quatro emissoras aqui no Brasil: E!, TNT, Rede Globo, enquanto no GNT a exibição foi apenas no "red carpet". Para os amantes de moda, a noite foi repleta de vestidos clássicos brancos e pretos, mas ousados no decote. No comando do Oscar, estava o ator Chris Rock, que não deixou de comentar sobre o polêmico boicote à noite de premiações.


Chris fez piadas com a ausência de negros no evento. "Contei quinze negros ali fora. Bem vindos ao Oscar, a premiação dos atores brancos. Se a academia também indicasse o apresentador, nem eu estaria aqui agora", disse logo ao subir ao palco.

Reprodução
Na liderança da lista dos indicados,"O Regresso" conquistou três das 12 estatuetas às quais concorria. Foram elas: "Melhor Fotografia", "Melhor Diretor" para Alejandro G. Iñarritu (que já havia vencido a mesma categoria no ano passado por Birdman) e "Melhor Ator" para Leonardo Dicaprio, que finalmente ganhou a tão sonhada estatueta.

Reprodução
'Spotlight: Segredos Revelados' ficou com o principal prêmio da noite na categoria de melhor filme, além do melhor roteiro original. A trama trouxe a história, baseada em fatos reais, da pedofilia dentro das igrejas católicas.
 
'Mad Max: Estrada da Fúria', de George Miller, foi o mais contemplado, com seis prêmios: mixagem de som, edição de som, montagem, cabelo e maquiagem, design de produção e figurino.

Reprodução
Os brasileiros não tiveram muitos motivos para comemorar, já que o filme 'O Menino e o Mundo', que concorria na categoria de melhor animação, perdeu para o 'Divertida Mente'.
Confira a lista completa dos indicados e dos vencedores ao 'Oscar 2016'. (Com informações G1)

Melhor filme
"A grande aposta"
"Ponte dos espiões"
"Brooklyn"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
"O quarto de Jack"
"Spotlight: Segredos revelados"


Melhor ator
Bryan Cranston ("Trumbo")
Matt Damon ("Perdido em Marte")
Leonardo DiCaprio ("O regresso")
Michael Fassbender ("Steve Jobs")
Eddie Redmayne ("A garota dinamarquesa")

Melhor atriz 
Cate Blanchett ("Carol")
Brie Larson ("O quarto de Jack")
Jennifer Lawrence ("Joy")
Charlotte Rampling ("45 anos")
Saoirse Ronan ("Brooklyn")

Melhor diretor
Alejandro G. Iñárritu ("O regresso")
Tom McCarthy ("Spotlight: Segredos revelados")
George Miller ("Mad Max: Estrada da fúria")
Adam McKay ("A grande aposta")
Lenny Abrahamson ("O quarto de Jack")

Melhor canção original
"Earned it", The Weeknd ("Cinquenta tons de cinza")
"Manta Ray", J. Ralph & Antony ("Racing extinction")
"Simple song #3", Sumi Jo e Viktoria Mullova ("Youth")
"Writing's on the wall", Sam Smith ("007 contra Spectre")
"Til it happens to you", Lady Gaga ("The hunting ground")

Melhor trilha sonora
"Ponte dos espiões"
"Carol"
"Os 8 odiados"
"Sicario"
"Star Wars: O despertar da força"

Melhor filme estrangeiro
"O abraço da serpente" (Colômbia)
"Cinco graças" (França)
"O filho de Saul" (Hungria)
"O lobo do deserto" (Jordânia)
"Guerra" (Dinamarca)

Melhor curta de live action
"Ave Maria"
"Day one"
"Everything will be okay (Alles Wird Gut)"
"Shok"
"Stutterer"

Melhor documentário
"Amy"
"Cartel Land"
"The look of silence"
"What happened, Miss Simone?"
"Winter on fire: Ukraine's Fight for Freedom"

Melhor documentário de curta-metragem
"Body team 12"
"Chau, beyond the lines"
"Claude Lanzmann: Spectres of the Shoah"
"A Girl in the River: The Price of forgiveness"
"Last day of freedom"

Melhor ator coadjuvante
Christian Bale ("A grande aposta")
Tom Hardy ("O regresso")
Mark Ruffalo ("Spotlight: Segredos revelados")
Mark Rylance ("Ponte dos espiões")
Sylvester Stallone ("Creed")

Melhor animação
"Anomalisa"
"O menino e o mundo"
"Divertida mente"
"Shaun, o carneiro"
"As memórias de Marnie"

Melhor curta de animação
"Bear Story"
"Prologue"
"Sanjay's Super Team"
"We can't live without Cosmos"
"World of tomorrow"

Melhores efeitos visuais
"Ex Machina"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
"Star Wars: O despertar da força"

Melhor mixagem de som
"Ponte dos espiões"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
"Star Wars: O despertar da força"

Melhor edição de som
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"
"Sicario"
"Star Wars: O despertar da força"

Melhor montagem
"A grande aposta"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"O regresso"
"Spotlight: Segredos revelados"
"Star Wars: O despertar da força"

Melhor fotografia
"Carol"
"Os oito odiados"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"O regresso"
"Sicario"

Melhor cabelo e maquiagem
"Mad Max: Estrada da fúria"
"The 100-year-old man who climbed out the window and disappeared"
"O regresso"

Melhor design de produção
"Ponte dos espiões"
"A garota dinamarquesa"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"Perdido em Marte"
"O regresso"

Melhor figurino
"Carol"
"Cinderela"
"A garota dinamarquesa"
"Mad Max: Estrada da fúria"
"O regresso"

Melhor atriz coadjuvante
Jennifer Jason Leigh ("Os 8 odiados")
Rooney Mara ("Carol")
Rachel McAdams ("Spotlight: Segredos revelados")
Alicia Vikander ("A garota dinamarquesa")
Kate Winslet ("Steve Jobs")

Melhor roteiro adaptado
"A grande aposta"
"Brooklyn"
"Carol"
"Perdido em Marte"
"O quarto de Jack"

Melhor roteiro original
"Ponte dos espiões"
"Ex Machina"
"Divertida mente"
"Spotlight - Segredos revelados"
"Straight Outta Compton""

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sábado, 13 de fevereiro de 2016

Cuide bem da sua alma

Por Moisés Mendes (*) - "A cena que resume o confronto entre covardia e coragem, no filme Trumbo - Lista Negra, põe frente a frente dois produtores de cinema de Hollywood. O covarde entra no escritório do valente para convencê-lo de que deve dispensar um roteirista de filmes identificado como perigoso comunista.

O covarde apresenta a conversa mole ao colega Frank King (John Goodman está sensacional). King comprava, escondido, roteiros de James Dalton Trumbo, que não poderia — como subversivo — assinar mais nada no cinema. King responde que seu negócio é fazer filmes e ganhar dinheiro, e não caçar comunistas. E passa a desferir golpes de beisebol no ar e nas paredes para afugentar o idiota do escritório.


Dalton Trumbo (Bryan Cranston, da série Breaking Bad) é o roteirista perseguido. Faz parte de um grupo de 10 nomes do cinema que entram na tal lista negra do Congresso (acredite, do Congresso) como comunistas. É o macartismo, que assombrou política americana nos anos 40 e 50, por conta da perseguição do senador republicado Joseph McCarthy e seus asseclas aos que seriam uma ameaça à democracia.

O macartismo teve o apoio de artistas, liderados por John Wayne (esculachado pelo filme), e de boa parte da imprensa. Os alvos eram de todas as áreas, mas muito mais do cinema (Charlie Chaplin, Orson Welles, Robert Taylor, Humprey Bogard, Arthur Miller). Até Bertolt Brecht e Einstein foram perseguidos pelos defensores da família e dos bons costumes.

Os menos famosos perdiam o emprego. Calculam que Hollywood se livrou, em nome da caçada moralista, de mais de 300 roteiristas, atores, diretores e músicos durante uma década — muitos sem qualquer militância política.

Mas Joseph McCarthy, o medíocre que tenta assustar um país (como alguns fazem hoje no Brasil e outros, como Trump, continuam a fazer nos Estados Unidos), quase nem aparece no filme. Os que aparecem mesmo são os que resistem, principalmente Kirk Douglas (pai de Michael Douglas), homenageado de forma comovente pelo filme.

Kirk e o diretor Otto Preminger desafiam os caçadores de comunistas e avisam: os roteiros de Trumbo deveriam, sim, ter a sua assinatura. E desmoralizam, pela arte, os cupinchas de McCarthy.

Trumbo é um filme sobre o direito de pensar e de defender ideias e sobre os sentimentos que isso aciona em meio a covardias e deduragens. Um dos covardes é Louis B. Mayer, o poderoso fundador da Metro-Goldwyn-Mayer, marionete anticomunista, mostrado no filme como um frouxo.

Mas o maior deles, o mais completo, a mais asquerosa figura de dedo-duro foi John Wayne. O caubói da direita, que mandava cuspir na cara de pretensos comunistas, tem seguidores no Brasil. As atitudes de alguns representantes do nosso ultrareacionarismo muito se assemelham ao que ele pregava.

Trumbo não mostra o jornalista Ed Murrow, da CBS, que enfrentou a farsa macartista na TV e já mereceu um grande filme — Boa Noite, Boa Sorte, em que é interpretado por George Clooney. Ed foi o contraponto do jornalismo ao colunismo da alcagueta Hedda Hopper (a inglesa Helen Mirren).
Duas frases de Dalton Trumbo servem para qualquer coisa na vida. A primeira é esta, ao dizer por que resistia:

— A coragem é contagiosa.

E esta é a outra, quando um amigo informa que alguns conhecidos estão dedurando colegas:
— Eles estão vendendo suas almas... quando conseguem encontrá-las.

Trumbo é História. Sua lição singela continua valendo, nesses tempos de macartismo explícito ou na moita. Antes de vender sua alma, procure saber se não é possível salvá-la."


(*) Moisés Mendes, é editor especial e colunista de Zero Hora. Escreve sobre política, economia, cidades, costumes, sabiás e tudo o que render uma crônica.

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A Grande Aposta, o filme que mostra como somos burros

Mais uma escrita sobre o filme “A Grande Aposta”, que conclui com outra sugestão de leitura sobre o assunto. Já replicamos por aqui uma análise feita do longa, publicada por Mariane Morisawa no jornal O Estado de S. Paulo, de 15-01-2016. Na trama, segundo sinopse do site especializado na sétima arte, adorocinema, “Michael Burry (Christian Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Filme 'A Grande Aposta' faz alerta a público

"A Grande Aposta pode ser só um filme, mas tem a vontade de abrir os olhos dos seus espectadores sobre algo que afeta a todos", escreve Mariane Morisawa, em análise sobre o filme "A Grande Aposta", publicada por O Estado de S. Paulo, 15-01-2016. Leia na íntegra, logo abaixo. Confira também a sinopse e assista ao trailer.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Trailers dos 10 melhores filmes de 2015

A lista foi elaborada por Lucas Fernandes do site sériemaníacos.tv. O principal critério de escolha foi o de filmes lançados comercialmente em 2015. Isto é, diretamente no cinema, sem considerar àqueles filmes lançados exclusivamente em festivais, o fator bilheteria, ou apelo popular. E sim o contexto geral do filme, como  primeiro e principal critério para chegar a lista final dos 10 melhores de 2015, segundo Fernandes.
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