quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma conversa reveladora.

Diálogo entre dois indivíduos leva a crer que ambos pertençam à milenar e misteriosa Maçonaria. Dizem, que os iniciados para se reconhecerem entre si, usam palavras, sinais e toques. Será que algum "profano" conseguiu decifrar alguns desses segredos e os codificou neste texto? Ou seria criação de algum ex-maçom? [...]
Se é que pode assim ser chamado. Será que um membro efetivo da intrigante Ordem iniciática trabalhou as palavras só conhecidas pelos maçons?  E quiz retratar de uma forma diferente, como seria um diálogo entre dois desconhecidos para se reconhecerem como amigos e "irmãos"?

Curiosamente, nas entrelinhas do texto, tido até o presente momento como um texto apócrifo, (já o recebi por e-mail) pode-se verificar que, quem o escreveu tem profundos conhecimentos sobre a Ordem, ou  é verdadeiramente um iniciado.  Ou ainda, alguém muito dedicado aos estudos e pesquisas sobre a Maçonaria. No entanto, qualquer um que se enquadra nesses grupos, ao ler a conversa perceberá de imediato a conotação maçônica entre as perguntas e as respostas.  Como é o caso de uma senhorita  de apenas 18 anos de idade, chamada Gabriela Laboulaye, que possui um blog chamado A Maçonaria Revelada onde postou o referido texto.
Transcrevo-o aqui na íntegra para a  apreciação, opinião  e comentários dos leitores, dos maçons, e dos devotados estudiosos, desta que muitos chamam  errôneamente de a mais importante e misteriosa "sociedade secreta". 

O caixeiro viajante 

"Um rapaz simpático, educado, de bons hábitos e bem sucedido na vida exercendo a profissão de caixeiro viajante, resolveu comemorar o seu noivado num restaurante discreto e aconchegante em uma cidade com as mesmas qualidades. Como já havia viajado muito não foi difícil encontrar a cidade ideal.
O rapaz partiu com sua noiva e a sua mãe em direção a cidade escolhida. Após algumas horas de viagem chegaram a cidade Pedra Dura.
Hospedaram-se e em seguida o rapaz saiu a procura do restaurante ideal. Era cedo, manhã bonita e calma, andou pelas ruas pacatas e encontrou um restaurante à beira de um riacho Restaurante 3 Irmãos. O nome do estabelecimento lhe agradou, deu, na porta do mesmo, três pancadas. Em seguida uma voz respondeu-lhe as batidas:
- Quem vem lá?
- Sou um cliente que deseja tratar um jantar comemorativo. Respondeu o rapaz.
- Pois então entre.
O viajante entrou e um homem simpático e educado o esperava no salão.
- Bom dia ! Cumprimentou o recém chegado e perguntou sois garçom?
- Meus clientes como tal me reconhecem. De onde viestes?
- De uma cidade chamada São João.
- O que fazes na vida?
- Sou caixeiro viajante. Viajo a negócios e visito Lojas.
- Vens muito por aqui?
- Não muito, esta é a minha 3ª viagem.
- O que quereis?
- Um jantar para 3 pessoas em lugar reservado.
- Que tal entre aquelas colunas? É um lugar bem privativo.
- Parece-me bom. Ficaremos entre elas.
- O que beberão na ocasião?
- Para minha mãe e noiva uma taça de bebida doce. Eu prefiro algo amargo como aperitivo.
- Pode ser Whisky?
- Nacional?
- Não, escocês.
- Bem se for antigo eu aceito. Tudo bem, mas gostaria que as mesas fossem bem ornamentadas.
- Podemos ornamenta-las com romãs, ficam bonitas e exóticas.
- E quanto as flores?
- Fique tranqüilo, fazemos arranjos com rosas e espigas de trigo.
- Pois então faça, não poupe nada, quero fartura em abundância. Você estará aqui?
- Sim, trabalho do meio dia a meia noite.
- Bem pela conversa o atendimento é bom. E o preço?
- O preço é justo e o atendimento é perfeito, mas qual é o seu nome?
- Salomão e o seu?
- Iran, sou conhecido como "Iran dos bifes", sou bom em cortar bifes. Meus irmãos também atendem. Um chama-se Emanuel e o outro José. Mas é conhecido por "Zé"
- Você é desta cidade ?
- Não, também fui caixeiro viajante. Gostei tanto desta cidade que na minha 5ª viagem resolvi ficar por aqui. E já se fazem 5 anos, acabei comprando este restaurante. Olha meu Irmão no começo foi difícil. Este estabelecimento era mau visto, pois pertencia a três trapalhões chamados: Gilberto, Juberto e Juberton. Fizeram tantas trapalhadas que acabaram assassinados.
- Olha Iran, coloque a mesa da minha mãe separada para haver mais privacidade.
- E o seu pai não vem?
- Não minha mãe é viúva.
- Coincidência! Eu também sou filho de uma viúva.
- Eu há muito já percebi.
- Como se chama tua mãe? Temos cortesia para ela.
- Minha mãe chama-se Acácia.
- Este nome me é conhecido, tivemos uma ótima cozinheira com este nome.
- Bem eu já vou indo. Logo mais retornarei com elas. Ah! Já ia me esquecendo. Qual é a especialidade da casa?
- Churrasco.
- Ótimo! É macio?
- Sim, tão macio que a carne se desprende dos ossos.
- Ah, Senhor meu Deus! Que maravilha, não posso perder! O Lugar é seguro?
- Sim, temos dois rapazes expertos que cuidam disso. E no salão temos 2 vigilantes.
- Parabéns, o seu restaurante está coberto de qualidades, salve o adorável mestre. Até logo."


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3 comentários:

Brazileiro disse...

Já passou por sua cabeça que as filhas de Jó existem por algum motivo? =) A paz:.

Anônimo disse...

EU SÓ OBSERVO ESSA TRES BATIDAS QUE ELE DEUS NA PORTA DO RESTAURANTE SÃO AS MESMAS QUE 3 BATIDAS QUE SE DÃO PARA RECONHECER QUE CHEGOU UM MAÇOM NO TEMPLO OU QND ELE VAI ENTRAR EM ALGUM LUGAR NAQUELE TEMPLO

Unknown disse...

Só conheço os três pingos na assinatura

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