quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Governo lança Plano Brasil Maior

O Governo de Dilma Rouseff resolveu meter a mão na Bolsa e ajudar a Família do setor industrial. Trocadilhos a parte, nesta terça-feira, 02/08/2011, foi anunciado pela presidente o Plano Brasil Maior. O objetivo do Plano é aumentar a competitividade da indústria nacional, e fortalece-la através de um conjunto de medidas contra a valorização do real frente ao dólar. De olho na concorrência estrangeira, a nova política industrial prevê, dentre outras medidas, a desoneração de tributos, mais prazo e menos juros para financiamentos, e "instituição de um 'prêmio' de 25% nas licitações para que se comprometer a gerar empregos e renda no Brasil em vez de comprar importados".
No Plano Brasil Maior estão previstos R$ 25 bilhões em desonerações em 2 anos, e o desembolso de R$ 500 bilhões do BNDES até 2014.

Detalhes importantes importantes estão inclusos nas medidas da nova politica industrial, tais como: a) devolução de impostos e financiamento a exportadores;  b) reduz a zero a alíquota previdenciária de 20%, de setores sensíveis ao câmbio, como confecções, calçados, móveis e solfwares (com a desoneração, este setor promete ampliar em 10 vêzes as exportações); c) oferecerá um linha de crédito de R$ 2 bilhões, com taxa de 4% a 5% ao ano; d) Desoneração tributária, incluído setor automotivo, veículos e autopeças.

Para ver o detalhamento de todas as medidas, clique aqui.

Na ocasião do anuncio do Plano, também foi comunicado a instalação do novo Conselho Nacional de Desenvolvimento industrial (CNDI), formado por 13 ministros, pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e por 14 representantes da sociedade civil.
 
Alguns setores importantes da sociedade, públicos e privados, além de personalidades representativas do mundo politico e econômico, acharam que é preciso tempo para avaliar o conjunto das medidas para a nova politica industrial. Dentro deles há os que julgaram o Plano "tímido e insuficiente". Não seriam os mesmos que defendem o Estado mínimo na economia brasileira? Diante da crise econômica global, que assola nações do primeiro mundo, ao que parece o governo demonstra que não está inerte. E sim, buscando proteger a economia nacional da competição predatória, oferecendo facilitadores às industrias nacionais, para que juntos superem as dificuldades oriundas de crises econômicas mundiais.    



Com informações de: Industria-Economia/IG  
Imagem: midc.gov.br
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