segunda-feira, 9 de agosto de 2021

Obedece quem tem juízo: Biden manda Bolsonaro não tumultuar as eleições

O Essencial: Quando o assessor de segurança nacional dos EUA, Jake Sullivan, visitou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na última quinta, ele também trouxe um recado de Washington: não mexa nas eleições.
www.seuguara.com.br/Biden/Bolsonaro/eleições/uruna eletrônica/

Uma fonte familiarizada com o assunto confirmou que o governo Biden levantou preocupações sobre as alegações infundadas de Bolsonaro de fraude no sistema de votação eletrônico do Brasil e sua ameaça de não aceitar os resultados do próximo ano se o sistema não for alterado.

Essa natureza da mensagem de Sullivan fo noticiada pela primeira vez no jornal Folha de S.Paulo no sábado. Ele citou uma autoridade dos EUA dizendo que Sullivan enfatizou a importância de não minar a confiança no processo eleitoral do Brasil, especialmente considerando que nenhuma evidência de fraude nas eleições anteriores foi apresentada.


Jair Bolsonaro está protestando há semanas contra as máquinas eletrônicas usadas no Brasil e pressionou pela adoção de recibos impressos que podem ser contados se houver contestação de qualquer resultado eleitoral. Ele não forneceu evidências de fraudes anteriores ou vulnerabilidades atuais. O presidente atacou veementemente um juiz da Suprema Corte por duvidar publicamente de suas alegações infundadas e por dizer que o sistema poderia ser auditado. 


Com informações da Agência Reuters.


Imagem: reprodução


[Bolsonaro admite que PEC do voto impresso deve ser barrada e culpa Barroso: "O presidente  Jair Bolsonaro (sem partido) admitiu hoje uma possível derrota da PEC (proposta de emenda à Constituição) do voto impresso, que deve ser colocada em votação pelo plenário nesta semana na Câmara dos Deputados. Em entrevista à Rádio Brado, Bolsonaro falou que, sem acordo, a ideia não vai prosperar. Ele também voltou a fazer acusações sem provas ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, dizendo que ele "apavorou parlamentares" para barrar o avanço do voto impresso.

Na última quinta-feira (5) a PEC foi rejeitada pela comissão especial por um placar expressivo, 23 votos contrários a 11 favoráveis. No entanto, como o colegiado não tem caráter conclusivo, apena opinativo, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), optou por levar o tema ao plenário."]

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