General ameaçou PMs que desmontariam acampamento golpista: "Banho de sangue"
Deixando os policiais confusos, Dutra de Menezes afirmou que caso a PM do DF continuasse tentando desmontar o acampamento naquela noite, haveria um "banho de sangue". O relato foi feito pelos agentes à Corregedoria da Polícia Militar do Distrito Federal.
Os PMs entenderam que, se haveria um "banho de sangue", tinham duas hipóteses possíveis para isso acontecer: ou o general admitiu que o Exército tinha conhecimento de que havia bolsonaristas armados no acampamento e mesmo assim não agiu anteriormente, ou ele estava sugerindo que seriam os próprios militares quem disparariam contra os policiais.
Ainda de acordo com o relato dos PMs, eles responderam ao general se ele estaria sugerindo que havia pessoas armadas no acampamento bolsonarista. Nessa hora, Dutra de Menezes teria mudado o tom e explicado que se referia a acidentes que poderiam acontecer em decorrência de uma eventual correria causada pela ação. Mesmo assim, os policiais contaram que seguiram com a impressão de que a fala havia sido mesmo uma ameaça a quem tentasse remover os golpistas dali naquele dia.
Imagem: reprodução

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