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quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

É isto que o 8 de janeiro realmente significou para a história do Brasil

Por Orlando Calheiros, no Intercept/Brasil: Já faz um ano que assistimos às cenas de barbárie em Brasília, causadas pela turbamulta de apoiadores de Jair Bolsonaro que invadiu e depredou prédios do governo federal. Mas existe um detalhe fundamental nessa história que foi pouco explorado desde então: o que os golpistas realmente desejavam? Falo do povo mesmo, não dos setores que efetivamente comandaram o movimento.
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quinta-feira, 27 de julho de 2023

O Cristo de Lula volta ao Palácio

Elio Gaspari, O Globo: A imagem conta uma história de tempos estranhos - Lula recolocou em seu gabinete a imagem do Cristo Crucificado de 1,50m com a qual conviveu por oito anos. A história da peça fala dos tempos estranhos que o Brasil viveu.

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sexta-feira, 19 de maio de 2023

Lava Jato, o mais degradante episódio da história da mídia nacional, por Luís Nassif

Por Luís Nassif, no GGN: No dia 20 de dezembro de 2019, uma reportagem, de Ricardo Balthazar, na Folha, deu o melhor raio-x da mais abjeta cobertura da história do jornalismo brasileiro, um episódio que manchou indelevelmente a imagem de veículos, jornalistas, Ministros do Supremo, procuradores, delegados da Polícia Federal mas, especialmente, da mídia.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2022

A história quer o confronto direto de Lula com Bolsonaro. Por Moisés Mendes

Por Moisés Mendes, em seu blog: Algumas  conclusões ligeiras sobre o resultado do primeiro turno e do que pode vir por aí, enquanto o Brasil puxa o ar e tenta entender o que aconteceu no domingo. Lula pode ter selado um acordo com a História, com sua própria trajetória e com os destinos do país, para que vença Bolsonaro num confronto direto com Bolsonaro.
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quinta-feira, 1 de abril de 2021

Golpe de 1964: como a ditadura militar se apropriou do futebol brasileiro

www.seuguara.com.br/General Médici/Copa do Mundo 1970/
Equipe Trivela: O golpe de 1964 completou 57 anos neste 1º de abril. A data é motivo de disputa, mas Mário Magalhães já esclareceu em seu blog, porque a data é 1º de abril, não 31 de março. A Trivela jamais deixaria de falar sobre isso. Quando este evento nefasto da história brasileira completou 50 anos, em 2014, fizemos uma série especial de matérias sobre o assunto.
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sábado, 9 de maio de 2020

Autor do gol mais bonito da história da Copa do Mundo está com covid-19

O ex-jogador mexicano Manuel Negrete, autor do gol mais bonito da história da Copa do Mundo, de acordo com uma pesquisa da FIFA, informou nesta quinta-feira que está com coronavírus. "Quero compartilhar com vocês que testei positivo para a covid-19", escreveu Negrete em sua conta no Twitter.
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Quando a bola parou uma guerra: um conto de Natal inesquecível

A primeira guerra Mundial foi um dos conflitos bélicos que mais causou vítimas na história. Entretanto, no meio do quer há de pior na humanidade surgiu algo de melhor...e o futebol esteve presente, desempenhando um papel importante.
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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

A incrível história de Sadio Mané, jogador do Liverpool [vídeo]

Sadio Mané, o jogador do Liverpool, tem sido um dos grandes destaques da atual campeã da Liga dos Campões da Europa, que está na liderança da Premier League, com o gigante Manchester City em segundo lugar. O atacante senegalês, de 27 anos, certa vez concedeu uma entrevista curiosa ao jornal Marca, da Espanha, onde revelou aspectos da sua vida pessoal e da sua trajetória vitoriosa no futebol.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Árbitro marca um dos pênaltis mais bizarros da história da Uefa Champions League

Aconteceu na partida entre Manchester City e Shakhtar Donesk nesta quarta-feira (07), no Etihad Stadium, válida pela 4ª rodada do grupo F da Uefa Champions League. O City venceu de goleada, por 6 a 0, com Gabriel Jesus marcando três gols no jogo. Dois, em cobrança de pênaltis. Porém, um outro jogador também foi protagonista do confronto.
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domingo, 3 de junho de 2018

Sem média em história e sem noção - charge do Duke

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terça-feira, 30 de maio de 2017

Chapecoense é líder do Brasileirão pela primeira vez na história

Estamos apenas na terceira rodada do Campeonato brasileiro 2017, mas a Chapecoense conseguiu chegar à liderança da competição pela primeira vez em sua história. A equipe catarinense venceu o clássico regional com o Avaí, por 2 a 0, nesta segunda-feira, na Arena Condá. E com este resultado, a Chapecoense somou 7 pontos junto com o Corinthians e Cruzeiro, mas com vantagem no saldo de gols (um a mais) alcançou o primeiro lugar na tabela de classificação.
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quarta-feira, 1 de junho de 2016

'Os 10 princípios da concentração de riqueza e poder da plutocracia, ou Réquiem para um Sonho Americano'

Suponhamos que você seja a favor da igualdade entre os homens. Então, você tem consciência da importância de reduzir a desigualdade no mundo. Vamos supor que você comungue com os valores da solidariedade humana. Então, você dever ter conhecimento de que o egoísmo destrói a nobreza desses ideais, e representa um contributo contrário ao bem estar geral da humanidade. Vamos presumir que você seja favorável aos ideais da democracia. Então, supõem-se que você repudia o despotismo, e qualquer manifestação que seja exercida através da tirania e da opressão...

Os 10 princípios da concentração de riqueza e poder da plutocracia (ou Réquiem para um Sonho Americano)

Por Carlos Eduardo, editor do Cafezinho

"A desigualdade social é o grande desafio da humanidade no século XXI, inclusive para a nação mais rica e poderosa do mundo. Em meu último artigo publicado aqui no Cafezinho, expliquei as razões que levaram alguns norte-americanos a votarem em alguém como Donald Trump: o crescente empobrecimento da classe média no país.

Já foi o tempo em que as crises econômicas penalizavam somente os mais pobres. Atualmente a classe média norte-americana é uma das maiores vítimas da excessiva concentração de renda nas mãos de poucos. Tanto que hoje a nova geração de millenials se encontra sem grandes perspectivas de futuro e mais pobre que seus pais.

Desde os anos de 1980, com a implantação do chamado ‘neoliberalismo’, o sonho americano como conhecemos morre lentamente e este é o tema do documentárioRequiem for the American Dream, em cartaz no Netflix.



Ao longo de 75 minutos, Requiem for the American Dream reúne uma série de entrevistas do linguista, filósofo e cientista político, Noam Chomsky, gravadas nos últimos quatros anos.
Professor de uma das mais renomadas universidades do mundo, o Massachusetts Institute of Technology, aos 87 anos de idade este senhor parece estar no seu auge intelectual.

Sereno e com a voz sempre suave, Chomsky cita Aristóteles, Adam Smith e James Madison para dar uma aula de história contemporânea e explicar como a sociedade moldada pelos pais fundadores dos Estados Unidos da América se encontra a beira de um colapso.

Para organizar as ideias, Chomsky separa os ‘dez princípios da concentração de riqueza e poder’, que segundo ele foram postos em prática pela oligarquia norte-americana nestes últimos 40 anos para transformar os Estados Unidos em uma plutocracia, não mais numa democracia.

O princípio mais importante, a meu ver, é o financiamento privado de campanha, origem de toda a corrupção do sistema, haja visto que os ricos financiam políticos para aprovarem leis a favor de seus interesses particulares, não a favor da população.

Como os ricos doam para todos os partidos e políticos, não importa quem seja eleito, este sempre governará em prol de seus financiadores de campanha, ou seja, a plutocracia. Portanto, a democracia deixa de fazer sentido.

O alerta de Chomsky também vale para o Brasil já que a elite brasileira copia as mesmas táticas da plutocracia norte-americana.

OS DEZ PRINCÍPIOS DA CONCENTRAÇÃO DE RIQUEZA E PODER

Um: Reduzir a Democracia

Uma das características mais belas e admiráveis na democracia norte-americana é de que ela foi concebida por homens que buscavam corrigir as imperfeições e injustiças dos regimes monárquicos europeus. Mas não sejamos ingênuos. A democracia norte-americana é uma criação da elite intelectual de sua época. Todos os pais fundadores dos Estados Unidos eram homens ricos e bem educados, a maioria advogados ou diplomatas. Faltavam-lhes apenas o sobrenome nobre e o título aristocrático, por isso, inclusive, eram desprezados pela corte inglesa.

O objetivo da república fundada por John Adams, Benjamin Franklin, Alexander Hamilton, John Jay, Thomas Jefferson, James Madison e George Washington era acabar com os privilégios dos reis e da aristocracia e entregar o poder para os burgueses. O bem estar do povo pobre e trabalhador nunca esteve em questão.

Tanto que Noam Chomsky chama atenção para o fato de James Madison, durante debate sobre a constituição dos Estados Unidos, afirmar que a nova república deveria criar mecanismos para proteger os ricos do ‘excesso de democracia’.

Por isso a democracia norte-americana se encontra hoje restrita a apenas dois partidos, republicano e democrata, onde o povo tem pouca margem de escolha e qualquer mudança no sistema é pontual, nunca estrutural.

Dois: Moldar a ideologia

No mundo ideal da plutocracia, o povo precisa ser passivo e despolitizado. Deve saber o seu lugar na sociedade e não fazer nada para mudar isto. Nos anos de 1960 e 1970, os Estados Unidos vivenciaram uma explosão de movimentos sociais, com os negros, as feministas, os gays e os ambientalistas, exigindo voz ativa na política e lutando por seus direitos.

Isto assustou a elite política e econômica, que começou a questionar o que era ensinado nas escolas, universidades e igrejas do país.

Qualquer semelhança com a lei promulgada recentemente em Alagoas, proibindo professores de opinarem sobre política em sala de aula, não é mera coincidência. Definir o modo como os cidadãos comuns devem pensar e agir faz parte da estratégia de dominação das elites.

Três: Redesenhar a economia

Desde a década de 1970 a economia dos Estados Unidos vem gradativamente reduzindo sua atividade industrial e aumentando sua atividade financeira. O economista francês, Thomas Piketty, autor do célebre livro ‘O Capital do Século XXI’, alerta para o perigo da financeirização da economia global.
Quando a especulação de capitais gera mais dinheiro que a produção de bens e serviços, sinal de que o capitalismo real está doente.

Resultado: em 2007 os grandes bancos norte-americanos eram responsáveis por 40% dos lucros corporativos. A desregulamentação desenfreada da economia produziu concentração de renda e graves falhas que resultaram na crise econômica de 2008, obrigando o governo a resgatar empresas irresponsáveis que puseram a nação mais poderosa do mundo na iminência de um colapso – os tais ‘grandes demais para falir’ (outoo big to fail, em inglês).



Chomsky explica que no ‘neoliberalismo’ o capital é livre, mas o trabalho não. O industrial pode facilmente fechar sua fábrica nos Estados Unidos – onde os custos sociais e trabalhistas são maiores – e transferir a produção para a China – onde o salário mínimo gira em torno de US$1 dólar a hora de trabalho.

A globalização redesenhou a economia mundial de tal modo que tornou os trabalhadores reféns do que Alan Greespan, ex-presidente do banco central americano, o Federal Reserve, chamou de “insegurança no trabalho”.

Para competir de igual para igual com a China, os sindicatos norte-americanos se viram obrigados a aceitar corte nos direitos trabalhistas e piores condição de trabalho.

Deixar os trabalhadores em constante medo de perder o emprego é fundamental para mantê-los em seu devido lugar.

Quatro: Deslocar o fardo de sustentar a sociedade para os pobres e classe média

O sonho americano foi uma concepção criada nas décadas de 1950 e 1960. No pós-guerra, tanto os ricos quanto os pobres enriqueceram porque na época os impostos sobre altos salários de executivos e sobre o lucro e dividendos das empresas era elevado o bastante para distribuir a renda de forma igualitária.

No entanto, desde os anos de 1980, os impostos sobre a parcela mais rica da sociedade diminuíram drasticamente e a desregulamentação total do fluxo de capitais permitiu a plutocracia pagar ainda menos impostos – ou simplesmente sonegá-los.

Estamos retornando ao período pré-revolução francesa, em que a alta corte de reis, rainhas e nobres famílias aristocráticas eram isentos de impostos, enquanto o fardo de sustentar a sociedade recaía somente sobre os pobres e a burguesia, no caso a classe média da época.

A única diferença é que hoje a nova aristocracia é formada pelos super-ricos com acesso a paraísos fiscais e outros mecanismos financeiros reservados à elite econômica global que lhes permite fugir dos impostos.

No Brasil mais da metade da carga tributária é cobrada justamente daqueles que possuem menos, os mais pobres. Segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), 53,8% do total de impostos arrecadado no país é pago por brasileiros com renda de até três salários mínimos, que representam 79% da população.

Na prática são os mais pobres quem sustentam os programas sociais, o SUS e as escolas e universidades públicas. Pois 28,5% da arrecadação vêm da dita 'classe média', famílias com renda entre três e dez salários mínimos, enquanto míseros 17,7% vem da classe média alta e da elite: brasileiros com renda superior à dez salários mínimos.

Cinco: Atacar a solidariedade

Do ponto de vista da plutocracia, a solidariedade entre os povos é muito perigosa. Você deve se preocupar somente consigo mesmo.

No Brasil este princípio fez com que uma parcela da classe média fosse contra o Bolsa Família, por exemplo. Já nos Estados Unidos fez a classe média se opor a previdência social e ao Obamacare.

Um dos motivos que levaram os Estados Unidos a obterem um extraordinário crescimento econômico e humano no pós-guerra foi a G.I Bill (conhecida como Lei de Reajuste dos Militares, ou Servicemen's Readjustment Act, em inglês), projeto de lei sancionado pelo presidente Frankin D. Roosevelt em 1944, que oferecia ensino superior gratuito aos ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial.

Isto possibilitou aos norte-americanos tornarem-se uma nação próspera e desenvolvida, com uma classe média rica e bem qualificada.

Desde então todo o sistema de políticas públicas desenvolvido durante o New Deal, calcado nos ideais de solidariedade entre ricos e pobres, foi completamente desmantelado pela plutocracia.

A crise educacional nos Estados Unidos é tão gigantesca, que em 2016 a dívida de empréstimos estudantis alcançaram o patamar de US$ 1.3 trilhões de dólares.



O problema é tão preocupante, que Hillary Clinton promete criar um fundo governamental para renegociar a dívida dos mais de 40 milhões de norte-americanos endividados com grandes bancos e propõe ainda uma espécie de FIES ‘versão americana’, para que os novos estudantes possam pegar dinheiro emprestado direto do governo a juros baixos.

Quando o acesso ao ensino superior se torna exclusividade das famílias ricas que podem pagar pela educação de seus filhos, o discurso da meritocracia repetido aos quatro ventos pelos liberais conservadores não vale de nada.

Seis: Controlar os reguladores

Segundo Chomsky, a história americana mostra que na maioria das vezes as agências reguladoras foram incentivadas ou criadas pelas próprias empresas do setor, para proteger seu oligopólio da entrada de novos competidores. Para a estratégia funcionar, o lobby das empresas em Washington tem papel central, pois é através dele que as companhias conseguem aprovar leis de seu interesse.

Quando o financiamento privado de campanha é permitido por lei, como acontece nos Estados Unidos, as leis são escritas a favor da plutocracia, que através de seu poder econômico elege deputados e senadores alinhados com seus interesses particulares controlando assim os rumos do país.

A última crise econômica, em 2008, mostrou bem porque é importante para a plutocracia controlar os reguladores. Num sistema verdadeiramente capitalista, as crises econômicas acabariam com os investidores que fizeram escolhas de alto risco. Mas não é isto que a elite quer.

A plutocracia quer um capitalismo de mentirinha, com um Estado-babá sempre pronto para socorrê-la nas crises causadas por elas mesmas, enquanto a conta, é claro, fica para a classe média e os pobres.

Sete: Controlar as eleições

Como foi explicado anteriormente, o financiamento privado de campanha cumpre um papel central na estratégia de dominação da plutocracia.  Deste modo a concentração de riqueza gera concentração de poder.

Oito: Manter a ralé na linha

Até hoje a formação de sindicatos e associações de classe foi a melhor saída encontrada pelos trabalhadores para combater os abusos do capitalismo. Por isso a plutocracia global não vê a hora em regulamentar a terceirização do trabalho em todas as áreas e profissões possíveis e imagináveis, tal qual o Congresso Brasileiro, durante a presidência de Eduardo Cunha.

O objetivo é desmobilizar os trabalhadores, deixa-los fracos e impotentes.

Nos anos dourados do sonho americano, nas décadas de 1950 e 1960, um terço dos trabalhadores eram sindicalizados. Atualmente apenas um em cada dez é sindicalizado. Sinal de que a plutocracia está vencendo esta batalha.

Nove: Fabricar consensos e criar consumidores

Curioso como a técnica de criar consensos por meio da mídia surge exatamente nos países mais livres do mundo, como explica Noam Chomsky.

Uma vez que a plutocracia percebe que não há mais volta, a democracia e a liberdade são conquistas definitivas da sociedade, ela busca outras formas de controle social. Uma delas é a ditadura do pensamento único e a fabricação de consensos por meio das grandes empresas de mídia, controladas pela plutocracia.

Claro que na democracia norte-americana os eleitores ainda podem escolher entre republicanos e democratas, mas as diferenças entre os partidos são tão sutis, que no final não faz muita diferença. Não custa repetir: qualquer mudança no sistema será sempre pontual, nunca estrutural.
De acordo com Chomsky, a sociedade idealizada pela plutocracia transforma os eleitores em meros consumidores. Escolher entre republicano ou democrata torna-se o mesmo que escolher entre Coca-Cola ou Pepsi, Nike ou Adidas, Windows ou Apple.

Dez: Marginalizar a população

Um estudo da Universidade de Princeton mostrou que 70% da população norte-americana não têm meios para influenciar a política em Washington – principalmente brancos de classe média baixa e minorias pobres, como negros e latinos.

Tamanha impotência diante do sistema gera frustração e ódio contra as instituições. Como a mídia fabrica consensos, gerando uma massa sem senso crítico e com um pensamento único, o povo compra facilmente o discurso das elites e passa a culpar o governo por todos seus problemas.



Segundo Chomsky, o objetivo é fazer as pessoas odiarem ‘tudo o que está aí’ e temerem umas as outras.

A indignação contra a democracia cria terreno fértil para o surgimento de lideranças antidemocráticas, servindo de válvula de escape para a raiva da população, ao mesmo tempo em que atende aos interesses econômicos das elites.

Conclusão

O alerta de Noam Chomsky é direcionado para a sociedade norte-americana, mas muito do que ele diz serve também para nós brasileiros, visto que a elite tupiniquim replica exatamente as mesmas estratégias da plutocracia norte-americana.

Soa até irônico ver um documentário estrangeiro, gravado em 2015, citar passo a passo a estratégia utilizada pela grande mídia (leia-se Rede Globo) e oposição (leia-se PSDB) para derrubar o governo da presidenta Dilma Rousseff.

Devido aos últimos acontecimentos, Requiem for the American Dream é um documentário que todo brasileiro deveria assistir. Fica a dica.

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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Mensalão: mais um livro sobre o outro lado da história

Passaram-se 10 anos do julgamento da AP 470, a Ação Penal que ficou conhecida como “mensalão”. Muitos foram os condenados no processo de julgamento conduzido pelo Superior Tribunal Federal (STF). Dentre os acusados, vários políticos, exclusivamente os ligados ao governo e filiados ao PT. Haviam também empresários, diretores e executivos de bancos, todos envolvidos em um esquema de corrupção sem precedentes. Poucos foram absolvidos. Uma parte dos sentenciados já cumpriram parte da pena e passaram para o regime de prisão domiciliar.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Vídeo explica a história do conflito Israel X Palestina

Um vídeo produzido pela cartunista norte americana Nina Paley, viral em 2012, voltou a ganhar popularidade devido aos recentes trágicos acontecimentos em terras do Oriente. Um conflito por um pedaço de terra denominado Israel/Palestina/Canaã/O Levante, resultando em perdas de muitas vidas de inocentes, principalmente do lado palestino.
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sábado, 8 de março de 2014

A história do Dia Internacional da Mulher

"O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial.

Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Museu do Holocausto de Curitiba disponibiliza site oficial

O museu do holocausto de Curitiba é uma iniciativa da Associação Casa de Cultura Beit Yaacov, presidida por Miguel Krigsner, que também é presidente da comunidade judaica na capital paranaense. Este é o primeiro museu do holocausto no Brasil. O site oficial está disponível no endereço museudoholocausto.org.br, onde os internautas poderão acessar todas as informações sobre o museu.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O bom e velho rock and roll


O Rock and Roll surgiu nos Estados Unidos da America por volta de 1940 e rapidamente se espalhou para o restante do planeta. Nascido da mistura de vários gêneros musicais, ficou dúvida quanto a primeira denominação. Uma forte candidata seria a composição chamada “Rocket 88”, gravada por Ike Turner e sua banda The Kings of Rhythm.
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