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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Lawfare: solução ou ameaça? [vídeo]

'Lawfare: solução ou ameaça?', "traz ao debate questões como uma possível interferência de atores externos, como os EUA, nos processos de investigação e punição de crimes de corrupção no Brasil". Oportuno para o momento político-jurídico que vivemos no Brasil, o excelente vídeo é uma obra produzida pelos estudantes Pedro Rocha e Rodolfo Becker (orientador: Bruno Lima Rocha), incluso no Projeto Integrador do terceiro semestre do Curso de Relações Internacionais da UNISINOS. 
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quinta-feira, 28 de março de 2019

Deputada de 25 anos coloca Ministro da Educação contra a parede: "Cadê os projetos?" [vídeo]

O ministro da educação, Ricardo Veléz, participou, nesta quinta-feira, de uma reunião na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, onde foi duramente questionado sobre as seguidas nomeações e demissões em cargos da pasta. A participação mais crítica e incisiva na reunião, no entanto, ficou por conta da deputada federal Tábata Amaral (PDT-SP), cientista política e astrofísica de 25 anos e estreante na Casa.
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Como discutir política de forma saudável?

Texto de autoria de Isabela Souza, publicado no Politize - "A política está presente em boa parte dos aspectos que rondam nossa vida. Por isso, é mais do que necessário nos falarmos sobre ela dentro e fora do período eleitoral. Houve uma época em que discutir esse assunto era um grande tabu, e era muito comum ouvir aquela frase "futebol, política e religião não se discute".
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sábado, 7 de maio de 2016

Petrobras quebrada? As desinformações de Sardenberg

Por Cláudio da Costa Oliveira (*) - Conteúdo especial do projeto do Brasil Debate e SindipetroNF Diálogo Petroleiro - O jornalista Carlos Alberto Sardenberg publicou artigo no último dia 28/04 no qual mostra total inconsequência e falta de conhecimento para falar sobre a Petrobras. Na sua tentativa de buscar justificativas, por interesses sombrios, para o atual plano de venda de ativos por que passa a empresa, busca denegrir o nome da companhia com informações descabidas e inverídicas.


Não sabemos quais são as fontes de informação do sr. Sardenberg, mas certamente não vem dos balanços publicados e nem dos fatos relatados no site da empresa.

Na verdade, acreditamos que o sr. Sardenberg não precisa de fonte de informação, pois ele cria a informação da maneira que bem entende, para alcançar seus objetivos sorrateiros.

Sabemos muito bem que nossos artigos ficam muito longe de alcançar a audiência dos artigos deste cidadão, mas pelo menos queremos fazer nossa parte na defesa do nome da Petrobras e no esclarecimento da classe petroleira.

Sem a menor vergonha o referido jornalista afirma:
 
“Quebraram a estatal. Vamos falar francamente: a Petrobras só não está em pedido de recuperação judicial porque é estatal. Todo mundo espera que, em algum momento, o governo imprima dinheiro para capitalizar a empresa.”

Parece que o referido jornalista finge desconhecer o fato de que a Petrobras tem apresentado lucro constante desde 1991, o que só foi interrompido agora em 2014 e 2015 devido a ajustes contábeis (impairments) altamente contestados, mas que na verdade são apenas registros econômicos que não afetam o caixa da empresa.

Que juiz vai conceder recuperação judicial para uma empresa que tem US$ 25 bilhões em caixa? O maior caixa de todas as petroleiras do mundo.

Que juiz vai conceder recuperação judicial para uma empresa que gasta US$ 20 bilhões por ano com investimentos?

Que juiz vai conceder recuperação judicial para uma empresa para a qual o Banco de Desenvolvimento da China abriu linha de crédito de US$ 10 bilhões, recebendo como garantia apenas a promessa de fornecimento futuro de petróleo?

Se tem alguém esperando que o governo faça alguma capitalização para “salvar” a Petrobras, é bom avisar que tenham paciência, pois vão esperar muito. Em entrevista após a publicação do balanço de 2015, o presidente Bendine reconheceu: “O caixa da empresa cobre suas necessidades até o final de 2017”.

Soma-se a isto o fato do fluxo de caixa projetado pela companhia para 2016 indicar que, somente neste exercício, a Petrobras vai gerar operacionalmente mais de US$ 22 bilhões de caixa.

O referido jornalista vai mais longe e sugere:

“O presidente da companhia também deveria ser procurado no mercado. Inclusive no mercado internacional. Qual o problema de se colocar executivo chinês ou norueguês tomando conta da Petrobras?”

Evidentemente, evitando sugerir diretamente a privatização da Petrobras, ao que tudo indica o jornalista quer ir por etapas. Afirma, ainda:

“A companhia tem problemas em todos os lados, inclusive de excesso de pessoal e de pessoal mais bem remunerado que no mercado”

O jornalista esquece de dizer que este excesso de pessoal bem remunerado está extraindo petróleo no pré-sal num custo abaixo de US$ 10, o mais baixo entre todas as majors.

Na verdade, como já falamos outras vezes, a Petrobras continua produtiva e lucrativa. Apesar dos problemas de corrupção e políticos, a empresa na essência é a mesma.
No próximo dia 12 será divulgado o resultado do 1º trimestre de 2016. Sabemos que em 2016 ainda estão previstos pagamentos de “garantias judiciais” referentes a problemas pretéritos, que nada têm a ver com a operação da empresa, no montante de US$ 5 bilhões.

Esperamos que tais pagamentos não sejam feitos de uma só vez neste trimestre. Mas, qualquer que seja a decisão, o balanço vai mostrar uma empresa economicamente sustentável com forte geração de caixa, o que incomoda a alguns jornalistas.
 
( *) Cláudio da Costa Oliveira é Economista aposentado da Petrobras

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domingo, 17 de janeiro de 2016

Internet, um território perdido?

Por Rafael Evangelista, no site Outras Palavras - "Ao mesmo tempo que as redes sociais se mostram como uma fissura na represa de informações dos grandes grupos de mídia, o diálogo que se dá por meio delas parece cada vez mais confuso, por vezes violento e produtor de rupturas e rivalidades pouco construtivas.
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sábado, 25 de outubro de 2014

Quem venceu o último debate?


- É quase impossível analisar objetivamente o último debate realizado na Globo. As opiniões já estão formadas, poluindo qualquer resquício de neutralidade. E o problema nem sempre é que davamos vitória automática ao candidato que apoiamos. Às vezes a ansiedade nos deixa críticos demais inclusive com estes.



O eleitor comum costuma ser mais complexo do que se imagina. Frequentemente, o que o atrai não é o candidato autoconfiante e inabalável.

Ontem, no debate da Globo, por exemplo, os eleitores “indecisos” convocados tremiam horrivelmente diante das câmeras.

Não estão acostumados à violência da exposição midiática.

Neste sentido, talvez Dilma tenha produzido uma empatia maior. Porque, curiosamente, apesar dela ser a favorita e a líder nas pesquisas, via-se que estava mais nervosa que seu adversário.

Afinal, o tucano é uma raposa que exerce cargos políticos desde o final da adolescência.
Aécio nunca enfrentou nenhuma dificuldade. Com 17 anos, tinha um emprego no Ministério da Justiça. Com 19, era secretário no gabinete do pai. Sempre morando no Rio, apesar da função ser exercida em Brasília. Provavelmente, Aécio nem comparecia ao trabalho.

Ainda com 17, em viagem aos EUA, Aécio dá entrevista dizendo que as mulheres brasileiras não precisam trabalhar, porque tem duas empregadas doméstica cada uma. Numa frase, vários preconceitos, inúmeras demonstrações de ignorância política.

Aos 25 anos, Aécio ganha uma rádio de Sarney.

É assim que ele constrói sua carreira política, sempre recebendo favores da família e de amigos da família.

Dilma, filha de um imigrante búlgaro sem qualquer conexão política, construiu a sua vida pública pela via mais difícil que se possa imaginar: arriscando-se, ainda muito jovem, numa luta desigual contra a ditadura.
Perdeu inúmeras batalhas.

Foi encarcerada e torturada por anos a fio. A presidenta já relatou o que sofreu em sua biografia. Pau de arara, choque, espancamento, além da humilhação constante de ser exposta nua aos trogloditas da ditadura. Passou por interrogatórios excruciantes.

Até hoje, a presidenta tem problemas de dentição em resultado de golpes em seu rosto.

A eleição tem coerência.

Aquele que sempre recebeu as benesses dos opressores, da ditadura, é o candidato dos ricos e da mídia, da mesma mídia que apoiou o regime militar.

Aquela que lutou contra a tirania, e o fez tendo como recompensa apenas a prisão e a tortura, é a candidata do povo e daqueles que, até hoje, lutam por justiça social e aprofundamento da democracia.

Observe ainda a timidez dos colunistas hoje em afirmar quem venceu o debate. Possivelmente estão confusos, como a maioria dos analistas.

Talvez a razão da dificuldade em analisar o debate seja justamente a nossa obsessão pela objetividade.
Há um momento em que é preciso apelar para a sensibilidade e para a intuição.

Uma reportagem publicada hoje, no Estadão, nos dá subsídio para entender uma possível vitória de Dilma, tanto no debate de ontem quanto nas eleições de domingo.

Reproduzo um trecho abaixo.

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Via: BlogdoMiro 
Imagem: reprodução/cafezinho

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Eleições 2014: o duelo de Luciana Genro e Aécio Neves no debate da CNBB

Pouca discussão no debate dos presidenciáveis organizado nesta terça-feira (16) pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Porém, um embate entre a candidata Luciana Genro (Psol) e Aécio Neves (PSDB) chamou a atenção e ganhou a Grande Rede. Questionada pelo tucano sobre educação, Luciana ignorou a questão e partiu para o ataque. O momento mais quente do debate. Veja o vídeo.
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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Eleições 2014: Resumo do segundo debate com os candidatos à Presidência no SBT

No começo da noite desta segunda-feira (01), nos estúdios do SBT (Sistema Brasileira de Televisão) foi realizado o segundo debate entre os candidatos à Presidência das eleições de 2014. Presentes: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Pastor Everaldo (PSC), Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB). Confira abaixo os principais destaques do debate. 
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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eleições 2014: dez coisas sobre o debate da Band


O experiente jornalista Paulo Nogueira, fundador do site de notícias e análises DMC, enumerou 10 pontos interessantes sobre o debate entre sete dos onze candidatos à presidência da República nas eleições de 2014. Confira matéria que trancrevo na íntegra logo abaixo. O debate foi levado ao ar pela TV Bandeirantes na noite desta terça-feira (26), sob o comando do jornalista Ricardo Boechat.
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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Dilma promete manter debate sobre necessidade de política industrial no país


-Última candidata sabatinada hoje (30) na Confederação Nacional da Indústria (CNI), a presidenta Dilma Rousseff, que disputa a reeleição, aproveitou a parte inicial de sua fala para fazer um balanço das realizações do governo e do anterior na área industrial. Dilma lembrou que foi no mesmo plenário, na sabatina de 2010, que prometeu criar a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, comandada atualmente pelo empresário Afif Domingos.

“Sabemos que nos últimos anos o Brasil mudou e tem um longo caminho a percorrer”, disse a candidata, ao lembrar que seu governo procurou resgatar a perspectiva industrial, superando preconceitos de que o país não precisaria de uma política industrial.


Dilma enfatizou o crescimento expressivo da indústria naval a partir de 2003. Segundo ela, o número de trabalhadores no setor aumentou dez vezes desde então, com a expansão de estaleiros. Até 2020, a indústria naval fará investimentos em torno de US$ 100 bilhões, impulsionados pela demanda gerada pela exploração da camada do pré-sal. “O pré-sal vai constituir o mais importante fator individual de demanda por bens, serviços industriais, tecnologia e aprimoramento da nossa capacidade de inovação”.

A candidata prometeu continuar o debate sobre a necessidade da política industrial no Brasil, que, segundo ela, é criticada por muitos. Para ela, os eixos da política industrial são a desoneração tributária, a concessão de créditos, os incentivos por compras governamentais, a educação técnica e científica, a recuperação do planejamento e a construção de marcos regulatórios, bem como o fim da burocracia e as parcerias com o setor privado.

A presidenta lembrou que esses eixos foram essenciais para minorar os efeitos da crise econômica mundial no país e devem continuar em um possível novo governo.
Dilma foi à sabatina na CNI acompanhada do vice-presidente Michel Temer, também candidato à reeleição, e de ministros como o da Fazenda, Guido Mantega, da Casa Civil, Aloizio Mercadante, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, e da Micro e Pequena Empresa, Afif Domingos, além do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

Antes de Dilma começar a falar, o presidente da CNI, Robson Andrade, disse que entregou a ela, assim como aos demais candidatos sabatinados hoje, Eduardo Campos, do PSB, e Aécio Neves, do PSDB, 42 propostas da CNI para melhorar a economia nacional, com foco na melhoria da infraestrutura, para aumentar a competitividade das empresas nacionais no mercado interno e externo.

Por: Danilo Macedo e Iolando Lourenço - repórteres da Agência Brasil
Imagem/reprodução


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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Movimentos sociais e Câmara dos deputados debatem novo projeto para o setor de comunicação


A Câmara dos deputados, através das comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Educação e Cultura, em conjunto com movimentos sociais, promoveu audiência pública para debater sobre novo projeto para o setor de comunicação. A finalidade da proposta é a democratização dos meios de comunicação para que o setor não fique concentrado nas mãos de poucas empresas.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Collor x Lula - 22 anos depois, Boni revela verdade sobre debate

Em entrevista ao programa Globo News Bastidores, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, principal executivo da Rede Globo à época da campanha presidencial de 1989, disse  ao jornalista Geneton Moraes Neto, que ajudou Collor contra Lula no segundo debate daquela eleição. A revelação de Boni irritou o ex-presidente e surpreendeu o atual diretor da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, que rebateram as declarações.
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terça-feira, 19 de julho de 2011

Debate - Segurança da Informação na Internet [vídeo]

A invasão dos sites oficiais do governo, inclusive da conta pessoal da presidente Dilma Rousseff, ocorrida recentemente, levou a mídia em geral a produzir uma enxurrada de informações e questionamentos acerca da segurança das informações na internet. O alarido e a preocupação com o tema foi tão grande, que levou parte da imprensa e seus leitores a interpretar e divulgar fatos equivocados em relação a matéria.
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