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quarta-feira, 22 de junho de 2022

Eleições 2022: Forças Armadas vão "fiscalizar" urnas e governo fala em "programas próprios"

Por Patrícia Faermann, no GGN: O governo de Jair Bolsonaro quer que as Forças Armadas "fiscalizem" as urnas eletrônicas durante as eleições e indica o "desenvolvimento de programas próprios" da Polícia Federal. A medida, sem precedentes na história, consta em ofícios do Ministério da Defesa e do Ministério da Justiça ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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sábado, 11 de junho de 2022

General, o senhor não comanda o TSE. Por Fernando Brito

Por Fernando Brito, em seu blog: O atrevido ofício mandado pelo General Paulo Sérgio de Oliveira (aqui, na íntegra) ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral [TSE], Edson Fachin, é um documento do qual escorrem ameaças das entrelinhas.
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sexta-feira, 13 de maio de 2022

Política: Bolsonaro se faz de desentendido em relação aos ataques às eleições e rebate presidente do TSE

Redação Ucho.Info: Como sempre afirma o UCHO.INFO, o presidente Jair Bolsonaro governa (sic) à base de "balões de ensaio" para testar a resistência do Poderes constituídos e das instituições. Quando algum revés ocorre no âmbito do enredo golpista, o chefe do Executivo abusa da desfaçatez e recorre à dissimulação para tentar vender a imagem de "defensor da democracia", o que não procede.
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terça-feira, 10 de maio de 2022

TSE rejeita sugestões da Defesa para eleições 2022

Reportagem de Tiago Angelo e Lucas Mendes, para o Poder360: O ministro Edson Fachin, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), respondeu nesta segunda-feira (09) a uma série de recomendações feitas pelo Ministério da Defesa em março deste ano sobre o sistema eleitoral. As sugestões não foram acolhidas.
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sábado, 7 de maio de 2022

STF vê risco de interferência das Forças Armadas nas eleições

Publicado por David Nogueira, em O Essencial: De acordo com ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), o ofício enviado pelo Ministério da Defesa ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pede a divulgação das sugestões feitas pelas Forças Armadas para as eleições de outubro é um "movimento em busca de protagonismo no processo eleitoral".
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sexta-feira, 29 de abril de 2022

Eleições 2022: Militares tentarão "convencer" TSE de propostas, diz Bolsonaro

Por Emilly Behnke, no Poder360: O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (28), que representantes da Forças Armadas continuarão a ter reuniões para "convencer" o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de sugestões para as eleições deste ano.
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segunda-feira, 25 de abril de 2022

Barroso e a crise que ele criou. Por Fernando Brito

Publicado originalmente, no Tijolaço, por Fernando Brito: A dura reação do ministro da Defesa, Paulo Sérgio de Oliveira - leia-se Walter Braga Netto - às declarações de Luís Roberto Barroso de que as Forças Armadas estariam sendo pressionadas a atacar o sistema eleitoral revela que, sim, há pressões políticas, do contrário teria sido limitada a reafirmar o papel técnico que elas exercem, a convite do próprio Barroso, na tal "Comissão de Transparência Eleitoral" e não se esticaria até o diz que a fala do ministro "é irresponsável e constitui-se em ofensa grave a essas Instituições Nacionais Permanentes do Estado Brasileiro".

www.seuguara.com.br/Barroso/eleições 2022/Forças Armadas/

O problema é que não se pode negar que é Barroso o responsável por esta situação e, como já se disse várias vezes, quem preside o Tribunal Superior Eleitoral, como ele o fazia, não pode ser "tolinho" ao ponto de não perceber que Jair Bolsonaro faria, sobre as Forças Armadas, tais pressões, quando as convidou para "atestar" a segurança do processo.


Da mesma forma, não pode achar que uma declaração como a de ontem não fosse se prestar para que, por conta da mesma pressão, se provocasse uma reação forte do comando militar, embora a acusação não seja à Forças Armadas, mas a quem as pressionam.


Barroso, porém, não consegue conter o seu exibicionismo. Já não é presidente do TSE e, portanto, não tem razão para dar declarações sobre este assunto, senão diante de fatos concretos.

Pior ainda quando está evidente, em outra frente, o ataque de Bolsonaro ao Judiciário, no caso do decreto presidencial de perdão ao desclassificado Daniel Silveira, encrenca demais para que outra crise seja posta na agenda da semana.


Temos o desafio de chegar a outubro e mudar a triste realidade de nossa vida institucional. Precisamos de leões, não de pavões.


PS. Como que para comprovar a tese acima, depois de escrever, vejo que aquele inefável Diogo Mainardi, órfão de Moro, "lança" Barroso "candidato a Presidente", dizendo que "é desesperador que a Terceira Via não tenha conseguido encontrar um candidato semelhante a ele". Não podem ver um pateta vaidoso que o querem logo na Presidência.


Imagem: reprodução


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Ministro da Defesa diz que fala de Barroso foi "ofensa grave"

Poder360: O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, repudiou neste domingo (24) declaração de Roberto Barroso, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), de que as Forças Armadas estão sendo "orientadas" a atacar o processo eleitoral brasileiro em tentativa de "desacreditá-lo". Afirmou que a iniciativa foi "irresponsável" e "ofensa grave", além de afetar "a ética, a harmonia e o respeito entre as instituições".

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quarta-feira, 20 de abril de 2022

Eleições 2022: Nelson Jobim consulta generais se Lula conseguirá tomar posse

No 247: A jornalista Vera Rosa, colunista do jornal Estado de S. Paulo, afirma que integrantes das Forças Armadas têm sido consultados sobre o que ocorrerá no Brasil após uma possível vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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Bolsonaro fala em "participação" militar no impeachment de Dilma

Publicado por Naian Lopes, no DCM: Jair Bolsonaro (PL) falou nesta terça-feira (19) que Eduardo Villas Bôas teve participação no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Em 2016, quando ocorreu o golpe contra a petista, o general da reserva era o comandante do Exército. A afirmação ocorreu em solenidade alusiva ao Dia do Exército.
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segunda-feira, 18 de abril de 2022

Forças Armadas acumulam perdas com Bolsonaro. Por Janio de Freitas

Por Janio de Freitas, na Folha: - Incógnita é até onde irá apego ao ideário da ditadura e ao poder de impô-lo em caso de derrota eleitoral do presidente - Nenhuma instituição mostra maiores perdas, na confrontação dos conceitos públicos mais aparentes, do que as Forças Armadas pelas característica do mandato de Bolsonaro.
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sábado, 16 de abril de 2022

Os militares e suas estranhas compras. Por Letícia Borges

Escrito por Letícia Borges, em Os Divergentes: Quantos usos pode ter a toxina botulínica, mais conhecida por Botox? Segundo os médicos, muitos, sobretudo estéticos. E a substância sildenafila, pra que serve? Assim, de nome, talvez muitos não saibam de quem se trata. Talvez pelo apelido soe mais familiar: Viagra. Pois agora sabe-se que, além do uso consagrado, para disfunção erétil, também serve para tratar hipertensão arterial (HPA). E prótese peniana? Bem, imagina-se que sua utilização seja mais restrita.
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sexta-feira, 1 de abril de 2022

Generais, atenção, não se faz 2023 com 1964. Por Fernando Brito

Por Fernando Brito, no Tijolaço: Esta história da "ordem do dia" com que o general Braga Netto e os três comandantes militares louvam os "benefícios" ao país e à democracia pelo golpe de 1964, se analisada só pelo que constroem como lembranças do regime militar, seria o que os psicólogos chamam de "falsa memórias", construídas com a ideologia no lugar dos fatos é de um retrocesso estúpido praticado pelas nossa autoridades militares.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Avança a ofensiva militar contra as eleições, por Luis Nassif

Por Luis Nassif, no GGN: Insisto na tese de que o Ministro da Defesa, general Braga Netto, está à frente da ofensiva bolsonarista, para colocar em dúvida as próximas eleições. O avanço militar no país começou no governo Michel Temer. Assumindo a presidência, por conta do impeachment, o governo Temer era frágil o suficiente para tentar se alicerçar em algum poder.
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Política: Ex-ministro do governo Bolsonaro desiste de assumir diretoria-geral do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quarta-feira (16) que o general Fernando Azevedo e Silva, ex-ministro da Defesa do governo Bolsonaro, desistiu de assumir a diretoria-geral da Corte para o qual teria sido convidado pelo presidente da República. O general assumiria o cargo neste mês, quando o ministro do STF Edson Fachin substituirá Luís Roberto Barroso na chefia do Tribunal.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Urnas eletrônicas: TSE responde às Forças Armadas sobre sistema eleitoral

Por Beatriz Roscoe, no Poder360: O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, comunicou à CTE (Comissão de Transparência das Eleições) nesta segunda-feira (14) que já enviou respostas para as Forças Armadas sobre dúvidas técnicas apresentadas sobre o sistema eletrônico de votação.
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

A deprimente guerra dos generais. Por Fernando Brito

Por Fernando Brito, em seu blog: Nada poderia ser mais deprimente e corrosivo para as Forças Armadas que o fato de terem sido transformadas em palanque para saber quem é o general aposentado que, em seu nome, será indicado como "irmão fortão" do desaforado capitão fascista e lhe servirá de "ameaça" aos políticos (para não se atreverem a um impeachment) ou mesmo a todo o país, pelo medo de que se arraste os militares para uma tragédia golpista ante o resultado das urnas.
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terça-feira, 26 de outubro de 2021

Defesa gastou R$ 80,5 mil na churrascaria Fogo de Chão com cartão de crédito do governo

Por Brasil de Fato: Servidores do Ministério da Defesa e das Forças Armadas gastaram R$ 80.523 em 25 pagamentos com cartão de crédito do governo federal em churrascarias da rede Fogo de Chão, conhecida por ser uma das de mais alto padrão do país. Foram consideradas transações realizadas de 2013 a 2020.
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sábado, 28 de agosto de 2021

Governo Bolsonaro: 'Presidente não pode comandar FFAAs se for parte do problema, diz Ives Gandra'

Jornal GGN - As Forças Armadas são responsáveis por garantir a lei e a ordem quando forem convocadas por um dos três poderes, mas se houver conflito entre o Poder Executivo e algum dos outros poderes, o presidente da República, se for parte do problema, não poderia comandar as Forças Armadas para resolver a questão enquanto poder solicitante.
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sábado, 24 de julho de 2021

Política: 'As Forças Armadas e o Centrão. Algumas observações a mais'. Por Maringoni

Publicado por Gilberto Maringoni, no DCM: Escrevi há pouco um post dando conta da entrada do Centrão no núcleo do governo, ação que desaloja as Forças Armadas dos principais espaços decisórios da administração federal. Com isso, julgo ter fracassado a tentativa de se constituir um governo militar e estaria fora da agenda a possibilidade de um golpe até a realização das eleições de 2022.
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